Como as telenovelas brasileiras representam as mulheres (por Camilla Rodrigues Netto da Costa Rocha/via Nexo)

 

Por Camilla Rodrigues Netto da Costa Rocha – 23/2/2017 – via Nexo.

Este estudo reflete sobre a representação da figura feminina nos meios de comunicação, especificamente por meio das telenovelas brasileiras. Segundo a autora, muitas vezes elas constroem personagens femininas estereotipadas que reforçam a dominação masculina, mas existem brechas significativas para abordar temáticas contra-hegemônicas. Esse é o caso da personagem Clara da novela “Em Família”, analisado no estudo, que abre espaço para discutir as relações lésbicas.

Leia mais:

https://www.nexojornal.com.br/academico/2017/02/23/Como-as-telenovelas-brasileiras-representam-as-mulheres

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Cultura inútil: Rebuscamentos (por Mouzar Benedito/via blog da Boitempo)

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Por Mouzar Benedito – 23/2/2017 – via blog da Boitempo.

Por que falar uma coisa de forma simples e clara, se se pode expressar de forma rebuscada e metafórica? Existem chavões manjados, como nos programas de televisivos, em que certos crimes foram cometidos “com requintes de crueldade”. Políticos não falam que uma coisa é mentira, dizem que é “inverdade” (quando ouço alguém falando isso, desconfio muito). Ser muito mau é exceder Herodes em crueldade.

Leia mais:

https://blogdaboitempo.com.br/2017/02/23/cultura-inutil-rebuscamentos

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‘É como dar cheque em branco’: privatizar estatal de água para sanar rombo no Rio é medida ‘imediatista’, diz relator da ONU (por Júlia Dias Carneiro/via BBC Brasil)

Protesto contra privatização da Cedae

Por Júlia Dias Carneiro – 23/2/2017 – via BBC Brasil.

Aprovar a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) do Rio para sanar a crise financeira do governo atual é uma medida que foi tomada de maneira “açodada”, sem base em evidências, sem as salvaguardas necessárias e sem considerar a função social dos serviços de saneamento, afirma Léo Heller, relator especial da ONU para o direito à água e ao saneamento e pesquisador da Fiocruz de Minas.

Leia mais:

http://www.bbc.com/portuguese/brasil-39048419

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Imagens reveladoras (por Maria José Trindade/via Luis Nassif/GGN)

Por Maria José Trindade – 23/2/2017 – via Luis Nassif/GGN.

O fotógrafo Dida Sampaio, do Estado de S. Paulo, foi extremamente feliz ao registrar a imagem que simboliza o momento em que o ministro licenciado de Michel Temer, Alexandre de Moraes, explicitou sua cumplicidade ao piscar para o senador Edison Lobão, após sua indicação ser aprovada para a vaga de ministro do STF, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, do Senado Federal. A fotografia flagrou a exata dimensão da sua canalhice.

Leia mais:

http://jornalggn.com.br/blog/maizetrindade/imagens-reveladoras-por-maria-jose-trindade

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29 fotos perturbadoras de quando a segregação racial era permitida nos EUA (por Gabriel H. Sanchez/via BuzzFeed News Photo Essay)

Homens bebem água em bebedouros separados; foto sem data.

Por Gabriel H. Sanchez – via BuzzFeed News Photo Essay.

Este triste período da história americana ficou conhecido como a “era Jim Crow”.

Leia mais (e veja):

https://www.buzzfeed.com/gabrielsanchez/29-imagens-perturbadoras-da-vida-americana-sob-as?utm_term=.br82R2o7lP&bffbbrazil#.jsa7a7LzER

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Políticas de inclusão formam estudantes tão capacitados quanto seus colegas (por José Tadeu Arantes/via Agência Fapesp)

Políticas de inclusão formam estudantes tão capacitados quanto seus colegas

Estudo comparou as notas de mais de 1 milhão de alunos no Enade e concluiu que os resultados dos cotistas e dos financiados pelo Fies equivalem aos dos colegas. Bolsistas do Prouni tiveram desempenho ainda melhor (imagem: Wikimedia Commons).

Por José Tadeu Arantes – 22/2/2017 – via Agência Fapesp.

A qualificação dos formandos que ingressaram no ensino superior por meio de ações de inclusão (cotas raciais e sociais, Prouni ou Fies) equivale ou até mesmo supera a de seus colegas. Esta foi a conclusão de um estudo que comparou o desempenho de mais de 1 milhão de alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), no triênio 2012-2014.

Leia mais:

http://agencia.fapesp.br/politicas_de_inclusao_formam_estudantes_tao_capacitados_quanto_seus_colegas/24812

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Tô em bloco de sujo, mas tô limpo!

Por Celso Vicenzi – 21/2/2017.

 

Olha o Carnaval aí, gente! Dizem que o ano só começa, no Brasil, depois do Carnaval. Verdade ou não, o que se sabe é que com tantos escândalos em território nacional, há mais blocos de sujos do que se imagina.

Embora o país tenha se transformado numa imensa passarela de corruptos desfilando em tapetes vermelhos, de Norte a Sul, de Leste a Oeste e, principalmente, no Planalto Central, o povo por esses dias só quer saber de outro tipo de folia. Dos desfiles de escolas de samba e, principalmente, dos blocos de sujo, porque bom mesmo é brincar de graça, nas ruas e nas praças, com os amigos do bairro, do local de trabalho ou por livre e espontânea vontade ao primeiro bloco que estiver passando.

E se tem uma coisa que faz o Brasil parar, mais do que muitos governos corruptos e ilegítimos, é o Carnaval, com muito samba, suor e cerveja.

Alguns desses grupos começam com poucos amigos e amigas e, com o tempo, vão reunindo cada vez mais adeptos. O segredo é boa música, criatividade, alegria e, claro, um bom nome para o bloco.

E o que não faltam, por todo o Brasil, são nomes engraçados, bizarros, maliciosos e até – por que não? – recatados e familiares (não tanto como a primeira-dama!).

Alguns já viraram grifes famosas, como os baianos Filhos de Gandhy, Ilê Aiyê e o carioca Cordão da Bola Preta, entre outros. Mas o que diverte mesmo são os nomes e a irreverência dos blocos mais improvisados.

A maioria usa frases de duplo sentido, com segundas e terceiras intenções,  brincando com a sexualidade.

Outros fazem trocadilho com os lugares onde foram criados, como Eu Choro Curto mas Rio Comprido, Vai Tomar no Grajaú, Balança meu Catete, Largo do Machado mas não Largo do Copo.

Há aqueles com nomes que não enrubescem os mais tímidos, como o Simpatia é Quase Amor, Vizinha Fofoqueira, Pipoca no Mel, Acorda e Vem Brincar, Concentra mas não Sai, News Kid on the Bloco, Meu Bem eu Volto Já, Inimigos da Segunda, Deixa a Língua no Varal.

Tem a turma dos amigos e amigas de uma determinada profissão, como o Imprensa que eu Gamo, Te Vejo Por Dentro Sou da Radiologia, Inova que eu Gosto (da Finep) e o Quero Exibir meu Longa, que começou com uma turma de cineastas.

Às vezes, por trás (ôps!) de um nome que carrega muita malícia, a história se revela bem singela. O bloco Senta Que Eu Empurro, por exemplo, é formado por amigos cadeirantes e deficientes visuais.

Tem muito bloco fazendo troça com bebida. Exemplos: Quem não Guenta Bebe Água, Nunca Mais Eu Bebo Ontem, Melhor ser Bêbado do que ser Corno, Largo da Mulher mas não Largo da Cerveja, Bloco do Isopor, Boteco sem Lei, Parei de Beber para não Mentir.

Em Florianópolis tem o Berbigão do Boca, Sou Mais Eu, Vento Encanado, Baiacu de Alguém e o Pauta Que Pariu, dos jornalistas e amigos do pessoal da imprensa.

Alguns dos mais engraçados, Brasil afora (e adentro): o baiano Siri com Tódi, o paulista Arrianu Suassunga, o piauiense Se Fui Pobre Não me Lembro, os pernambucanos Eu tô Liso mas tô na Mídia, e Antes Aqui que na UTI, o mineiro Trema na Linguiça, e os cariocas iPad que eu Dou, Já Comi Pior Pagando, e Quem Vai Vai Quem Não Vai Não Cagueta.

E, finalmente, uma pequena lista dos mais sacanas: Põe na Quentinha, Só o Cume Interessa, Se não Quiser me Dar me Empresta, É Mole mas é Meu, Não Dou Meu Cuati (lá em Santarém/PA), É Pequeno mas vai Crescer, Já que tá Dentro Deixa, Vai Tomar no Cooler, Filhos de Glande, Hoje a Mangueira Entra, Enxota que eu Vou, Mostra o Fundo que eu Libero o Benefício.

Mas, em tempos de Lava Jato, Odebrecht e escândalos do Oiapoque ao Chuí, melhor é pular (fora) com o bloco carioca O Negócio Tá Feio e o teu Nome Tá no Meio.

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10 coisas que você precisa saber antes de começar uma horta (por Djalma Nery/via blog Plantar o Futuro)

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Por Djalma Nery – 15/2/2017 – via blog Plantando o Futuro.

Ao longo desses quase 10 anos trabalhando com agricultura urbana, conheci pessoas que traziam as mais variadas motivações para se cultivar uma horta: saúde, ecologia, organização comunitária, razões políticas, econômicas, ambientais, e um grande etcétera.

E realmente: horta é tudo isso e um pouco mais. Desconheço outras práticas que sejam tão agregadoras, plurais e transversais como a agricultura, principalmente a urbana, orgânica e em grupo.

Felizmente, cada vez mais pessoas tem nos procurado pedindo orientações de como começar uma horta nas mais distintas condições. Por conta disso, resolvi fazer esse pequeno texto com orientações básicas e iniciais para quem se interessar pelo assunto. Obviamente não se trata de um manual, mas de questões a serem consideradas e indicações de aprofundamento.

Leia mais:

http://outraspalavras.net/djalmanery/2017/02/15/10-coisas-que-voce-precisa-saber-antes-de-comecar-uma-horta

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