E se os bancos servissem à sociedade? (por Amyra el Khalili, entrevistada por Patrícia Fachin, na IHU Online/via Outras Palavras)

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Sururu, moeda solidária utilizada pelo Banco Solidário Quilombola do Iguape (BA) como dinheiro comunitário local no Recôncavo Baiano.

Por  Amyra el Khalili, entrevistada por Patrícia Fachin, na IHU Online – 18/9/2017 – via Outras Palavras.

Apoiada em Ladislau Dowbor e Yann Leboutang, economista sustenta: em vez de limitar-se a criticar os bancos, esquerda deve propor sua transformação radical.

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http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=515641

 

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O inimigo não é quem pensa diferente de você, mas quem não pensa (por Leonardo Sakamoto/via blog do Sakamoto/UOL)

Por Leonardo Sakamoto – 11/9/2017 via blog do Sakamoto/UOL.

O inimigo não é quem pensa diferente de você, tem outra ideologia, outra identidade, outra vida. Mas quem não pensa e, a partir desse vazio, ataca a existência de tudo à sua volta que não lhe faz sentido. O seu inimigo não é seu adversário político ou econômico, mas quem repete mantras violentos que lê na internet, ouve em bares ou vê em certas igrejas e não para para pensar qual a origem daquilo e a quem interessa que esse discurso seja assim. É quem promove um nós contra eles cego, que utiliza técnica de desumanização, tornando o outro uma coisa sem sentimentos e, ao fim, pede sua extinção.

https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2017/09/11/o-inimigo-nao-e-quem-pensa-diferente-de-voce-mas-quem-nao-pensa

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E os pobres sustentam o cassino financeiro global (por Inesc e Redação Outras Palavras)

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Em três décadas, países periféricos transferiram, para nações capitalistas centrais, US$ 10,6 trilhões — trezentas vezes o PIB da Nicarágua. Paraísos fiscais são principal sangria. Só China escapou.
Por Inesc e Redação Outras Palavras – 6/9/2017.
Qual impacto que a fuga não-registrada de capitais pode ter no desenvolvimento de um país, principalmente nos mais vulneráveis e pobres? Qual o papel dos paraísos fiscais na facilitação desse fluxo financeiro, que drena importantes recursos de regiões inteiras do mundo? Para tentar responder a essas questões, o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), em parceria com o Centro de Pesquisa Aplicada da Escola de Economia da Noruega (SNF), a Global Financial Integrity (GFI), Universidade Jawaharlal Nehru e o Instituto Nigeriano de Pesquisa Social e Econômica, produziu o estudo “Fluxos Financeiros e Paraísos Fiscais: Uma combinação para limitar a vida de bilhões de pessoas“, um extenso relatório em três partes que avalia o fluxo líquido de recursos de entrada e saída de países em desenvolvimento, durante o período de 1980-2012.
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Conheça a árvore de livros, o “Netflix” literário da escola (por Hanna Gledyz/via Carta Capital)

Leitor digital na plataforma. “É assim que seu aluno vai ler na Árvore. Seja no tablet, no celular ou no computador.”

Por Hanna Gledyz – 5/9/2017 – via Carta Capital.

A plataforma transforma a educação com mais de 10 mil eBooks, assessoria pedagógica e ações de promoção à leitura.

Leia mais:

http://biblioo.cartacapital.com.br/netflix-dos-livros-da-escola

 

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Pé na Praia: Um alemão atrasado em Blumenau (por Thomas Fischermann/via DW)

Jornalista alemão Thomas Fischermann no Rio de Janeiro

O jornalista alemão Thomas Fischermann vive no Rio de Janeiro.

Por Thomas Fischermann – 6/9/2017 – via Deutsche Welle.

Para um correspondente de um jornal alemão do século 21, é uma sensação estranha estar em Blumenau, conta Thomas Fischermann. É como se fosse uma viagem a um museu no passado da própria nação.

Leia mais:

http://www.dw.com/pt-br/p%C3%A9-na-praia-um-alem%C3%A3o-atrasado-em-blumenau/a-40378758

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Educação e saberes sistêmicos

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Muitos educadores já se perguntaram sobre o papel das relações pessoais e familiares nos ambientes educacionais, principalmente pelo seu impacto nos processos de ensino-aprendizagem e de interação social. Porém, muitas vezes essa percepção é difusa e compartimentada. O grupo Educação e Saberes Sistêmicos, conduzido pelos facilitadores Letícia Torres da Silva e Vinicius Bertoncini Vicenzi busca, através do olhar sistêmico e de exercícios vivenciais, oferecer recursos que possibilitem uma visão ampliada dessas questões. Informe-se e venha fazer parte!

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Masturbação: a ala secreta da sexualidade (por Ana Alexandra Carvalheira)

 

Por Ana Alexandra Carvalheira – 11/2/2017 – via www.visão.sapo.pt

Quando todos os tabus da sexualidade parecem já ter caído, questiono-me sobre a falta de clareza que ainda persiste no tema da masturbação. Trata-se de um comportamento sexual individual, em que a pessoa procura a obtenção de excitação e satisfação sexual por si própria. Falamos de prazer sexual a solo, qual é o mistério?

Leia mais:

http://visao.sapo.pt/opiniao/bolsa-de-especialistas/2017-02-11-Masturbacao-A-ala-secreta-da-sexualidade

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silêncio dos moralistas: “por fora, e daí?” (por Fernando Brito/via Tijolaço)

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Por Fernando Brito – 4/9/2017 – via Tijolaço.

Rubens Valente, na Folha, vai na canela dos “campeões da moralidade”.

Três entre quatro ministros dos tribunais superiores (STF, STJ, TSE, TST) e do Tribunal de Contas da União recusaram-se a dizer se receberam valores por palestras ou participações em eventos.

Leia mais:

http://www.tijolaco.com.br/blog/o-silencio-dos-moralistas-por-fora-e-dai

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O estupro como metáfora do golpe: a mídia punitiva, a esquerda positivista e as paixões humanas (por Sylvia Debossan Moretzsohn/via ObjETHOS/Ufsc)

Por Sylvia Debossan Moretzsohn – 4/9/2017 – via ObjETHOS/Ufsc.

A coincidência entre o aniversário do golpe e a repercussão do casodo sujeito preso em flagrante por ejacular em cima de uma mulher num ônibus mas libertado no dia seguinte transformou a imagem do estupro numa perfeita metáfora do país.

De fato, estamos sendo estuprados desde a fatídica sessão da Câmara do dia 17 de abril do ano passado, em que, entre gargalhadas e rojões de papel metalizado, aquela multidão de deputados fantasiada de verde e amarelo expôs ao mundo a qualidade de nossa representação parlamentar. A falta de decoro não se limitou aos exageros de comportamento: chegou ao cúmulo de uma declaração de voto que elogiava o torturador-símbolo do período da ditadura.

Leia mais:

https://objethos.wordpress.com/2017/09/04/o-estupro-como-metafora-do-golpe-a-midia-punitiva-a-esquerda-positivista-e-as-paixoes-humanas

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