Uma outra história: a iconografia de um país nada cordial

Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964

Casa bombardeada em São Paulo, em 1924, uma das imagens da exposição ‘Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964’. COLEÇÃO MONSENHOR JAMIL ABIB.

Por André de Oliveira – 15/5/2018 – via El País.

Quando olha para as disputas, conflitos e violências atuais, o Brasil tem muitas vezes dificuldade em entender de onde partiu a centelha do conflito, exatamente. Afinal, o retrato do brasileiro como um povo cordial, pacífico e conciliador abunda tanto na historiografia, quanto na iconografia. As grandes imagens do Brasil falam, muitas vezes, de um país icônico: jangadas ao mar, religiões afro-brasileiras, novas cidades sendo erigidas em meio ao cerrado. Oferecer uma outra representação, que ilustre os conflitos e violências constantes que fizeram e fazem parte da história do país, é o que pretende a exposição Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964, que, depois de uma temporada no Rio de Janeiro, chega ao Instituto Moreira Salles (IMS) de São Paulo, terça-feira, dia 8.

Leia mais:

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/07/cultura/1525729238_420546.html?utm_source=Colabora&utm_campaign=30e5cf063c-EMAIL_CAMPAIGN_2018_05_08&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-30e5cf063c-417482585

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55 fotos incríveis de meninas no caminho para a escola ao redor do mundo (por Alanna Vagianos e Damon Dahlen/Huffpost)

Young girls wade through water to get to school in Manila, Philippines.  Foto: Lorgina Minguito/Reuters.

Por Alanna Vagianos e Damon Dahlen – 14/3/2018 – via Huffpost.

Toda criança tem direito à educação. Infelizmente, meninas e mulheres – metade da população mundial – raramente têm as mesmas oportunidades que os meninos para aprender, estudar e serem bem sucedidas.

Globalmente, 65 milhões de meninas não têm acesso à escola. Dos 744 milhões de pessoas que são analfabetas em todo o mundo, dois terços são mulheres. Há 33 milhões de meninas a menos na escola primária, do que meninos. E a educação realmente salva vidas: se todas as mulheres ao redor do mundo tivessem uma educação primária e secundária, as mortes na infância seriam reduzidas pela metade.

Para lembrar esta realidade, o HuffPost selecionou 55 fotos de meninas indo para a escola em todo o mundo. As fotos mostram meninas de todas as idades da Nigéria, Síria, Paquistão, França e países a caminho da escola. Em algumas elas estão ao lado de amigas, ou ansiosas por aprender algo novo. Essas imagens são prova de que todas as crianças devem ter direito à educação independente do seu gênero.

Confira as fotos:

https://www.huffpostbrasil.com/2018/03/13/55-fotos-incriveis-de-meninas-no-caminho-para-a-escola-ao-redor-do-mundo_a_23381763/?utm_hp_ref=br-mulheres

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Sugestões no combate à violência no Rio

Por Celso Vicenzi – 20/2/2018. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

Não sou especialista, mas será que para resolver a questão da violência no Rio de Janeiro e no Brasil não seria melhor:
Um exército de mão de obra pedagógica?
Uma brigada de médicos e enfermeiros?
Uma força expedicionária para atividades de lazer?
Um contingente de incentivadores do esporte?
Uma tropa de especialistas em distribuição de renda?
Uma milícia de técnicos para cuidar do saneamento?
Uma guarnição de peritos em infraestrutura?
Um batalhão de profissionais para um transporte público de qualidade?
Uma facção de ativistas da arte e da cultura?
Uma caravana de conhecedores de direitos humanos?
Uma divisão de combate à fome?
Uma miríade de fuzileiros no enfrentamento à falta de água?
Um comboio de manifestantes em favor de uma política habitacional?
Uma fileira de militantes sociais para oferecer alternativas aos jovens e evitar que ingressem no tráfico de drogas?
Uma patrulha permanente na limpeza do lixo?
Uma blitz contra a evasão escolar?
Uma barreira de escudos às balas perdidas?
Uma legião de combatentes contra o ódio de classes?
Um esquadrão mobilizado contra a violência e a criminalidade?
Uma força-tarefa para proporcionar empregos justos?
Uma trupe de guerreiros contra a corrupção?
Um regimento estratégico em favor da urbanização das favelas?
Grupos táticos para reivindicar mais creches?
Um comando de operações para acabar com o racismo?
Uma guerrilha sem tréguas contra as injustiças sociais?
Uma miríade de fuzileiros em favor da mobilidade social?
Um Estado-Maior de bem treinados servidores públicos a serviço da população que mais precisa?

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“Podemos ter democracia desde que não se aplique aos interesses da população”: o economista Ladislau Dowbor fala ao DCM

Por Celso Vicenzi – 2/2/2012 – Via DCM.

Em seu mais recente livro, “A era do capital improdutivo – a nova arquitetura do poder” (editoras Outras Palavras e Autonomia Literária), o economista Ladislau Dowbor, professor titular de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, analisa três grandes temas da atualidade: a riqueza do mundo que é capturada pelos bancos e seus intermediários financeiros; o sequestro da democracia pelo capital improdutivo, e a ameaça da destruição do planeta. Consultor de agências das Nações Unidas, governos e municípios, além de várias organizações do sistema “S”, Ladislau é autor e co-autor de cerca de 40 livros. Toda a sua produção intelectual está disponível online na página dowbor.org.

Leia mais:

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/podemos-ter-democracia-desde-que-nao-se-aplique-aos-interesses-da-populacao-o-economista-ladislau-dowbor-fala-ao-dcm

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Sobre a lógica do discurso de ódio, os robôs e o roubo (por Márcia Tiburi/via Revista Cult)

Sobre a lógica do discurso de ódio, os robôs e o roubo

Por Márcia Tiburi – 1/2/2018 – Via Revista Cult. Arte: Revista Cult.

Depois do evento em que me recusei a participar de um programa de rádio no qual, sem me avisar, convidaram um conhecido defensor do vazio do pensamento para falar, grupos de extrema direita têm se esforçado para atacar a minha imagem, recortando e editando entrevistas, vídeos e textos que circulam na internet.

Leia mais:

https://revistacult.uol.com.br/home/marcia-tiburi-odio-robos-e-roubo

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Zizek: Amor e Sexo sob o gelo dos contratos (via Outras Palavras)

180110-Magritte

Por Slavoj Žižek | Tradução: Ricardo Cavalcanti-Schiel | Imagens: René Magritte, Os Amantes (1928) e João Rabello (charge).

Ocecada em transformar a experiência erótica em algo previsível e controlado, onda moralista ameaça afogar o desejo e sufocar a liberdade sexual das mulheres.

Leia mais:

https://outraspalavras.net/destaques/zizek-amor-e-sexo-sob-o-gelo-dos-contratos

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Stille Nacht/Noite Feliz – A acidentada trajetória de uma canção (por Edgar Welzel, de Stuttgart, Alemanha/via portal BrasilAlemanha)

Por Edgar Welzel, de Stuttgart, Alemanha – 17/12/2017 – via portal BrasilAlemanha.

A canção natalina “Noite Feliz”, com texto original em alemão, é hoje conhecida e cantada por mais de 2 bilhões de cristãos ao redor do mundo. É a mais conhecida melodia da cristandade e – como mais adiante veremos – não só da cristandade. Uma canção que nasceu quase ao acaso, uma melodia para duas vozes com acompanhamento de violão/guitarra, para substituir o órgão da igreja, que apresentava defeito.

Leia mais:

http://www.brasilalemanha.com.br/novo_site/noticia/stille-nacht-noite-feliz-a-acidentada-trajetoria-de-uma-cancao-por-edgar-welzel-de-stuttgart-alemanha/10045

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