Impeachment, crise e golpe: o Brasil no palco da tormenta mundial (por Osvaldo Coggiola/via glob da Boitempo)

Osvaldo Coggiola, colaborador

Osvaldo Coggiola é professor titular de história contemporânea da Universidade de São Paulo. Nascido na Argentina, é autor, entre outros livros, de Introdução à teoria econômica marxista. Colabora com o Blog da Boitempo esporadicamente.

Por Osvaldo Coggiola – 31/5/2016 – via blog da Boitempo.

O impeachment de Dilma pode ser qualificado politicamente como um golpe de Estado. Quem limita o uso desse conceito aos golpes militares, ou às mudanças de regime político obtidas mediante o uso explícito da força, possui um conceito estreito e formal, não só do conceito de golpe, mas também do próprio Estado e de seus regimes políticos.

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https://blogdaboitempo.com.br/2016/05/31/impeachment-crise-e-golpe-o-brasil-no-palco-da-tormenta-mundial

Risco de desintegração social com Temer preocupa intelectuais (por Helder Lima/via Rede Brasil Atual)

Por Helder Lima – 31/5/2016 – via Rede Brasil Atual.

Para o professor Paulo Arantes, país está diante de um linchamento. André Singer e Marilena Chaui defendem união dos progressistas, sem deixar de lado as diferenças que marcam cada tendência.

Leia mais:

http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2016/05/risco-de-desintegracao-social-com-temer-preocupa-intelectuais-em-debate-na-usp-7742.html

Mulheres e negros em grandes empresas: muitos na base, poucos no topo (por André Cabette Fábio/via Nexo)

Negros ocupam posições menores no mercado (Foto: GovBA/Creative Commons).

Por André Cabette Fábio – 13/5/2016 – via Nexo.

De acordo com estudo, situação é especialmente ruim para mulheres negras, e poucas empresas adotam medidas de incentivo.

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https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/05/13/Mulheres-e-negros-em-grandes-empresas-muitos-na-base-poucos-no-topo?utm_campaign=website&utm_source=sendgrid.com&utm_medium=email&

Maior parte das grandes empresas brasileiras não tem ações afirmativas para incentivar presença de mulheres e negros (por ONU Brasil)

Com maioria de 51,4% da população brasileira, as mulheres estão sub-representadas nas maiores empresas brasileiras. Foto: EBC

Com maioria de 51,4% da população brasileira, as mulheres estão sub-representadas nas maiores empresas brasileiras. Foto: EBC.

Por ONU Brasil – 13/5/2016.

A maioria das principais empresas brasileiras não tem ações afirmativas para incentivar a presença de mulheres e negros em seus quadros e, quando tem, são ações pontuais em vez de políticas com metas e iniciativas planejadas, de acordo com estudo do Instituto Ethos, signatário da Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas, e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

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https://nacoesunidas.org/maior-parte-das-grandes-empresas-brasileiras-nao-tem-acoes-afirmativas-para-incentivar-presenca-de-mulheres-negros/?utm_campaign=website&utm_source=sendgrid.com&utm_medium=email&

As pessoas precisam mudar! (entrevista com Antonio Nobre/por Dal Marcondes/via Envolverde)

O representante da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência- SBPC, pesquisador Antônio Donato Nobre, com a palavra, à mesa, durante audiência pública. As Comissões de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) debatem, em audiência pública, a reforma do Código Florestal. Foram convidados o ex-ministro da Agricultura Alysson Paulinelli; o presidente da Embrapa, Pedro Antonio Arraes Pereira; e o presidente da Academia Brasileira de Ciências, Elíbio Leopoldo Rech Filho, e o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Marco Antonio Raupp. A revisão do Código Florestal  precisa ter embasamento científico e, por isso, não deveria ser aprovada rapidamente - são necessários ao menos dois anos para que sejam oferecidas importantes contribuições científicas e tecnológicas, afirma o pesquisador Antonio Donato Nobre. Ele diz que, da forma como está, a proposta que reformula o código "será um desastre". Nobre participa da reunião como representante do grupo de trabalho criado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e pela Academia Brasileira de Ciência (ABC) para oferecer subsídios à revisão do código.

Antonio Nobre – 30/5/2016 – Portal Envolverde.

O Portal Envolverde resgata entrevista realizada em 2011 com o cientista Antonio Nobre, onde temos como Amazônia, Clima e segurança hídrica de entrelaçam formando uma única equação planetária.

Seus estudos mostram que a Amazônia não é apenas uma mancha verde nos mapas da América do Sul, mas é responsável pela umidade que coloca as regiões Sul e Sudeste do Brasil entre as mais férteis do mundo. Nobre quantificou a água que a Amazônia bombeia para o Sul: são 20 bilhões de toneladas, mais do que os 17 bilhões de toneladas que o Rio Amazonas despeja no Atlântico diariamente. Por suas contas, esse rio voador é o maior do mundo, resvala nos Andes, preenche de vida o Pantanal e irriga as terras férteis do Brasil e de países vizinhos. Observador atento da realidade, vê riscos no avanço desordenado sobre a floresta e aponta como argumento o mapa-múndi, onde, na linha do Trópico de Capricórnio – que atravessa São Paulo – existem desertos na África, na Oceania e na margem oriental da América do Sul (o Atacama, no Chile, é uma das regiões- mais secas do mundo). Só a Amazônia explica por que o Sudeste brasileiro não é, também, uma das regiões mais áridas do planeta. Nesta entrevista a CartaVerde, Nobre fala sobre a importância de se compreender a relação entre os serviços prestados pela natureza e a economia humana. Para ele não há como a humanidade sobreviver, caso seja rompido o equilíbrio entre a o uso dos recursos naturais e a capacidade- de regeneração do ambiente.

Escravidão moderna atinge 45,8 milhões de pessoas no mundo (por Andreia Verdelho/via Agência Brasil)

trabalho escravo

Relatório da Fundação Walk Free aponta que 45,8 milhões de pessoas em todo o mundo estão sujeitas a alguma forma de escravidão moderna (Divulgação MPT).

Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – 30/5/2016.

“Cerca de 45,8 milhões de pessoas em todo o mundo estão sujeitas a alguma forma de escravidão moderna. A estimativa é do relatório Índice de Escravidão Global 2016, da Fundação Walk Free, divulgado hoje (30).”

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http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2016-05/escravidao-moderna-atinge-458-milhoes-de-pessoas-no-mundo