Impeachment: a mídia e a farsa (por Sylvia Debossan Moretzsohn/via ObjETHOS)

 

Por Sylvia Debossan Moretzsohn/via ObjETHOS – 29/8/2016.

“Golpe é uma palavra enganadora. Sugere alguma coisa imprevista, que acontece de repente. Mas não é assim: golpes de Estado são tramados lentamente, até que se consumam, seja em sua forma tradicional, com tanques na rua – e aí surgem como algo explosivo e súbito –, seja pela novidade recente que busca um verniz de legalidade para disfarçar a violência. Em qualquer caso, a imprensa – ou o que se convencionou chamar de “mídia”, considerando a generalidade dos meios de comunicação – tem papel fundamental na formação de uma opinião pública favorável a esse ato de força.”

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https://objethos.wordpress.com/2016/08/29/comentario-da-semana-impeachment-a-midia-e-a-farsa

O PT e a autocrítica (por Hydra/via Luis Nassif/GGN)

Por Hydra – via Luis Nassif/GGN.

“O que se deve ter em vista, é que NENHUM, eu repito, NENHUM partido de esquerda, em nenhum lugar do planeta, avançará mais do que o pactuado em regras conservadoras para obter reformas significativas no modelo econômico e nas estruturas políticas de representação e estamentos normativos do Estado Capitalista.

E não sou eu que afirmo isso, é a História.”

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http://jornalggn.com.br/noticia/o-pt-e-a-autocritica

De A (Aécio) a Z (Zezé Perrella), a ficha suja dos espertos no “hospício” de Renan (por Kiko Nogueira/via DCM)

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Charge publicada no New York Times.

Por Kiko Nogueira – 28/8/2016 – via DCM – com reportagem de Pedro Zambarda.

“Pela primeira vez em muitas décadas, Renan Calheiros foi honesto. Na quinta, dia 25, confessou tráfico de influência ao dizer que conseguiu, no STF, “desfazer” o indiciamento de Gleisi Hoffmann e seu marido Paulo Bernardo.

E, dirigindo-se a Lewandowski, admitiu a respeito da Casa que comanda: “Vamos passar para o Brasil e para o mundo a idéia de que Vossa Excelência, constitucionalmente, está sendo obrigado a presidir um julgamento num hospício”.

É uma definição precisa da situação. O destino de Dilma Rousseff está nas mãos de 81 senadores na reta final do golpe. Ninguém faz muita questão de manter as aparências. A partida já está definida.”

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http://www.diariodocentrodomundo.com.br/de-a-aecio-a-z-zeze-perrella-a-ficha-suja-dos-espertos-no-hospicio-de-renan-por-kiko-nogueira

Para juristas, impeachment é nulo porque senadores esvaziaram sessões (por Luis Nassif/via GGN e portal Justficando)

Por Luis Nassif – 29/8/2016 – via GGN e portal Justificando.

“Juristas ouvidos pelo portal Justificando afirmam que o impeachment de Dilma Rousseff pode ser anulado se a defesa alegar que os juízes do processo simplesmente decidiram esvaziar o plenário do Senado durante a colheta de provas – quando testemunhas de defesa rejeitaram a tese de que a presidente cometeu crime de responsabilidade fiscal.”

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http://jornalggn.com.br/noticia/para-juristas-impeachment-e-nulo-porque-senadores-esvaziaram-sessoes

O discurso antológico de Lindbergh: Eu acuso!

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Assim como Émile Zola escreveu seu célebre “J’accuse”, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) também produziu um discurso histórico, o seu “Eu acuso”, em que aponta as forças responsáveis pelo golpe parlamentar de 2016. “Eu acuso Eduardo Cunha e Michel Temer de liderarem uma conspiração parlamentar contra o seu mandato, que culminou naquela sessão de 17 de abril, que foi chamada de uma assembleia de bandidos comandada por um bandido”, disse ele, que comparou o Senado ao tribunal de exceção que julgou Dilma quando jovem. “A Globo, que há três anos pedia desculpas ao País por seu apoio ao golpe militar de 1964, agora embarca em outro golpe”. Assista.

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http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/252346/O-discurso-antol%C3%B3gico-de-Lindbergh-eu-acuso!.htm