Elite brasileira despreza democracia. É um grupo de predadores”, diz Franklin Martins (por Marco Weissheimer/via Sul 21 e Ópera Mundi)

02/12/2016 - PORTO ALEGRE, RS - Entrevista com o Franklin Martins. Foto: Guilherme Santos/Sul21

Por Marco Weissheimer – 6/12/2016 – via Sul 21 e Ópera Mundi.

Em 1964, Franklin Martins tinha 15 anos de idade quando o golpe civil-militar contra o governo de João Goulart virou sua vida ao avesso. Militante do movimento estudantil e repórter iniciante na agência de notícias Interpress, foi se envolvendo cada vez mais na luta de resistência contra a ditadura que teve um de seus ápices em 1969, quando integrou o grupo, formado por militantes da Ação Libertadora Nacional e do Movimento Revolucionário 8 de Outubro, que sequestrou o embaixador americano Charles B. Elbrick para forçar o governo militar a libertar 15 presos políticos. A partir dessa ação teve que sair do país. Viveu em Cuba, no Chile, chegou a retornar ao Brasil mas, em 1974, teve que sair mais uma vez, indo para a França. Só voltou em 1977, quando a ditadura começava a dar sinais de exaustão

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http://operamundi.uol.com.br/dialogosdosul/elite-brasileira-despreza-democracia-e-um-grupo-de-predadores-diz-franklin-martins/06122016

O desemprego recorde não é um acidente, é um projeto perverso (por Fernando Brito/via Tijolaço)

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Por Fernando Brito – 29/12/2016 – via Tijolaço.

Não pense que o desemprego é um acidente de percurso, que apenas é consequência da crise, infeliz consequência.

Por cruel que possa parecer, é deliberado, um sacrifício humano que os sacerdotes econômicos prestam ao Deus Mercado, que não quer o sangue ralo de uma economia inflacionada.

O desemprego e a estagnação e queda da renda são partes essenciais de sua antibíblia, porque, nos seus cânones perversos é preciso deprimir a demanda para que, sem procura, os preços não subam. O membro mais frágil do corpo social é garroteado, e pouco importa que gangrene ou necrose, se o sangue que lhe falta  produz uma sensação de viço no restante.

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http://www.tijolaco.com.br/blog/o-desemprego-nao-e-uma-acidente-e-um-projeto

Xadrez do Hommer Simpson e do desmonte nacional (por Luis Nassif/via GGN)

Luis Nassif já vinha sendo, na minha opinião, o melhor analista do quadro político nacional. E o texto abaixo, é o melhor de tudo que já li sobre o que acontece no país. Simples, direto, contundente. Vai na raiz do problema. Não deixe de ler.

Por Luis Nassif – 29/12/2016 – via GGN.

Não se imagine que o fundo do poço está à vista. A fragilidade institucional brasileira, a mediocridade de suas elites pensantes – à direita e à esquerda -, a ausência mínima de noção de soberania, de interesse nacional, de solidariedade nacional, sugerem que o desmonte nacional pode não ter fundo.

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Procuradores da República recebem até R$ 121 mil líquidos (via Luis Nassif/GGN)

Por Luis Nassif – 26/12/2016 – via Luis Nassif/GGN.

Procuradores do Ministério Público Federal (MPF) receberam até 121 mil reais líquidos de salário mensal. Os montantes atingem supersalários porque apenas 96 mil reais são referentes a indenizações, e também incluem auxílios como moradia, alimentação e ajudas de custo.

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http://jornalggn.com.br/noticia/procuradores-da-republica-recebem-ate-r-121-mil-liquidos

 

A revolta das elites brasileiras contra a redução das desigualdades (por Marcio Pochmann/via Rogério Cerqueira Leite)

Por Marcio Pochmann – 27/12/2016 – via Rogério Cerqueira Leite.

Com Temer no poder, país retoma políticas econômicas e sociais que aprofundam desigualdades entre brasileiros

A receita para a redução da desigualdade no capitalismo industrial pode ser sintetizado por três componentes principais. Especialmente a partir do final da segunda grande Guerra Mundial (1939 – 1945), os países industrializados convergiram para a constituição (1) do fundo público ampliado assentado na tributação progressiva, (2) do Estado de bem estar social de cobertura universal e (3) da regulação da relação entre o capital e o trabalho concomitantemente com o estabelecimento do pleno emprego.

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http://rogeriocerqueiraleite.com.br/a-revolta-das-elites-brasileiras-contra-a-reducao-das-desigualdades

Moniz Bandeira: Um país que politiza a Justiça, acabou (por Patrícia Faermann/via Luis Nassif/GGN)

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Por Patrícia Faermann – 27/12/2016 – via Luis Nassif/GGN.

“Para o mundo, o Brasil está na lata do lixo. Um Executivo desmoralizado, composto por políticos altamente corruptos, um Legislativo quase todo vendido e um Judiciário que politiza suas decisões. E ninguém mais tem ideologia”, resumiu Luiz Alberto Moniz Bandeira em entrevista ao GGN.

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http://jornalggn.com.br/noticia/moniz-bandeira-um-pais-que-politiza-a-justica-acabou#.WGLGF_SCH3c.facebook

 

‘Internet molda o cérebro das pessoas’, diz Nicolelis (por Luis Nassif/via GGN)

Por Luis Nassif – 26/12/2016 – via GGN.

Testes apontam que a internet, o meio de comunicação mais veloz já existente, está moldando o cérebro das pessoas, fazendo com que a razão humana funcione com características do mundo digital.
O grande problema nesse processo é que, ao mimetizar o funcionamento dos computadores, a humanidade tende a perder peculiaridades analógicas de empatia, solidariedade e respeito à opinião alheia. O alerta é do neurocientista Miguel Nicolelis, feito em entrevista exclusiva, que você poderá acompanhar na íntegra, quarta (28), no GGN.
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Xadrez de como o MPF tornou-se uma força antinacional (por Luis Nassif/via GGN)

Por Luis Nassif – 27/12/2016 – via GGN.

Jovens procuradores deslumbrados, com complexo explícito de vira-lata, juízes provincianos, uma corporação cega, sem um pingo de inteligência corporativa, chefiada por um Procurador Geral medíocre, sem  visão de país e dos jogos globais do poder, comandaram o primeiro tempo do jogo: o da destruição.

Haverá novos tempos. O poder político se reconstituirá, com partidos de extração política diversas.

Com um Congresso revigorado, ou um Executivo forte, haverá a prestação de contas. Não escaparão de uma CPI para analisar sua conduta antinacional. E essa conduta não está nos corruptos e corruptores que foram presos, nem mesmo nos abusos cometidos, na parcialidade flagrante das investigações. Mas em uma ação deliberadamente antinacional.

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R$ 400 bilhões para o pagamento de juros. Veja quem realmente quebrou o Estado brasileiro (por Ladislau Dowbor/via Outras Palavras e Viomundo)

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Por Ladislau Dowbor – 26/12/2016 – via Outras Palavras e Viomundo.

Examine os números: gasto social é moderado, enquanto pagamento de juros explode. País entra em crise — e governo mantém justamente as despesas mais devastadoras.

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