CNBB e mais de 70 bispos convocam população para a greve geral (por Outras Palavras)

A Igreja no Brasil acerta o passo com o Papa. Na foto, Francisco com o povo no Rio, em 2013.

Por Outras Palavras – 26/4/2017.

Além da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), pela voz de seu secretário-geral, dom Leonardo Steiner (aqui), 75 arcebispos e bispos de um universo de 308 na ativa neste momento no país lançaram convocações à população para a greve geral contra as reformas do governo Temer e a política de massacre dos pobres do país iniciada depois do golpe de Estado. É uma mobilização eclesial na direção dos pobres não vista desde o fim do regime militar no Brasil, sob o impacto da mudança de rumos que o Papa Francisco lidera na Igreja em todo o mundo.

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http://outraspalavras.net/maurolopes/2017/04/26/cnbb-e-mais-de-40-bispos-convocam-populacao-para-a-greve-geral/#more-1580

Direitos Humanos não existem para defender Bandido, existem para impedir que o Estado se torne o Bandido (por João Neto Pitta/via genialmentelouco.com)

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Por João Neto Pitta – 24/4/2017 – via genialmentelouco.com

Há uma certa incompreensão sobre o que são Direitos Humanos, sobretudo na atualidade, momento em que o diálogo é trocado por ”fuzis verbais”. Fala-se sobre tudo, mas nada se sabe. É o paradoxo moderno.

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http://genialmentelouco.com.br/2017/04/24/direitos-humanos-nao-existem-para-defender-bandido-existem-para-impedir-que-o-estado-se-torne-o-bandido

 

Reforma trabalhista é aprovada na Câmara; veja como votou cada deputado (por Pragmatismo Político)

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Por Pragmatismo Político – 26/4/2017.

Reforma trabalhista acaba de ser aprovada na Câmara dos Deputados. Projeto do governo Temer representa o maior ataque aos direitos dos trabalhadores em todos os tempos. Apenas oito partidos orientaram voto contra. Veja como votou cada deputado.

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http://www.pragmatismopolitico.com.br/2017/04/as-principais-mudancas-da-reforma-trabalhista-e-como-votou-cada-deputado.html

Os apoiadores do golpe

A Globo não está sozinha no apoio ao golpe. Tem também os principais veículos da mídia tradicional (rádio, TV, jornal, revista, internet). E mesmo essas, só fazem o que fazem porque são porta-vozes da maior parte do PIB empresarial, do Judiciário e das forças políticas de direita do país. A direita do país se uniu – por razões históricas, políticas, econômicas e culturais – e deu um golpe sem o uso da força militar (até o momento!), mas fortemente apoiado por setores hegemônicos da geopolítica internacional (à frente, os Estados Unidos).