Jovens negras do Brasil e a transmissão geracional do racismo e da desigualdade (por Evanildo Barbosa da Silva e Rachel Barros/via Le Monde Diplomatique Brasil)

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Evanildo Barbosa da Silva e Rachel Barros – 25/7/2017 – via Le Monde Diplomatique Brasil.

O alto risco que se impõe diariamente sobre a vida das jovens mulheres negras aparece como uma condição que tem rebatimentos negativos diretos sobre a democracia brasileira, já que tal situação deve ser entendida como resultado histórico de condutas coletivas socialmente perversas.

Leia mais:

http://diplomatique.org.br/jovens-negras-do-brasil-e-a-transmissao-geracional-do-racismo-e-da-desigualdade-2

60% dos negros dizem ter sofrido racismo no trabalho, aponta pesquisa (por Luísa Melo/via G1)

Profissionais negros: mais da metade admite já ter alisado ou raspado o cabelo para ser aceito no trabalho (Foto: Divulgação/Etnus)

Profissionais negros: mais da metade admite já ter alisado ou raspado o cabelo para ser aceito no trabalho. Foto: Divulgação/Etnus.

Por Luísa Melo – 25/7/2017 – via G1.

Mais da metade dos profissionais negros admite já ter alisado ou raspado o cabelo para ser aceito no trabalho.

Leia mais:

http://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/60-dos-negros-dizem-ter-sofrido-racismo-no-trabalho-aponta-pesquisa.ghtml

A privatização do dinheiro, silenciosa e radical (por Brett Scott/via Outras Palavras)

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Por Brett Scott – 7/3/2017 – via Outras Palavras. Tradução: Inês Castilhos e Antonio Martins.

Bancos, cartões de crédito e Estados querem substituir todo o dinheiro público por moeda digital, corporativa. Se isso ocorrer, haverá muito mais desigualdade, discriminação e vigilância.

Leia mais:

http://outraspalavras.net/posts/a-privatizacao-do-dinheiro-silenciosa-e-radical

 

Manual prático de bons modos em livrarias (por Raul Arruda Filho/via blog raulealiteratura)

Por Raul Arruda Filho 8/9/2014 – via blog raulealiteratura.

Trabalhar em livraria parece ser sinônimo de paz e tranquilidade. Não o é. Essa é a opinião da livreira Lilian Dorea, que, no mundo virtual, adota o pseudônimo Hillé Puonto. Algumas das dificuldades que acompanham o comércio de livros foram relacionadas (e discutidas) no Manual Prático de Bons Modos em Livraria, texto que deveria ser leitura obrigatória para qualquer um que trabalhe com leitura, ensino literário e editoração. Além, é claro, daqueles que labutam do outro lado do balcão tentando vender qualquer tipo de publicação (livros, revistas, jornais).

Leia mais:

http://raulealiteratura.blogspot.com.br/2014/09/manual-pratico-de-bons-modos-em.html

A desigualdade “racial” nas eleições brasileiras (por José Tadeu Arantes/via Agência Fapesp)

A desigualdade “racial” nas eleições brasileiras

Em 2014, enquanto a parcela autoclassificada como “negra” somava mais de 53% da população, os “negros” constituíram menos de 25% dos políticos eleitos. Foto: Wikimedia Commons.

Por José Tadeu Arantes – via Agência Fapesp.

Mesmo em sistemas eleitorais competitivos e relativamente inclusivos, nos quais a clivagem do eleitorado no que se refere a “raça” não é tão forte, a democracia formal pode conviver com desigualdades persistentes em termos de representação política, privilegiando candidatos “brancos” em detrimento de “não brancos”, e configurando aquilo que, em sociologia, recebeu o nome de “pigmentocracia”.

Esta foi a conclusão de um estudo conduzido pelos cientistas políticos Natália Salgado Bueno e Thad Dunning e apresentado na “Escola São Paulo de Ciência Avançada em Metodologia em Ciências Humanas”, realizada na Universidade Estadual de Campinas, com apoio da Fapesp.

Leia mais:

http://agencia.fapesp.br/a_desigualdade_racial_nas_eleicoes_brasileiras/25735

Brasil vive bem com crianças pobres, mas não suporta ver um rico infeliz (por Leonardo Sakamoto/via blog do Sakamoto)

Indígena tenta impedir reintegração de posse no Amazonas. Foto vencedora do Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos, categoria Fotografia – Luiz Gonzaga Alves de Vasconcelos, Jornal A Crítica (2008). Segue mais atual do que nunca.

Por Leonardo Sakamoto – 25/7/2017 – via blog do Sakamoto.

Mais de 40% das crianças e adolescentes até 14 anos estão em situação de pobreza no Brasil, o que equivaleria a 17 milhões de pessoas, de acordo com levantamento da Fundação Abrinq baseado em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE. Neste caso, considera-se pobre uma família que vive com menos de meio salário mínimo por pessoa por mês.

Leia mais:

https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/25/brasil-vive-bem-com-criancas-pobres-mas-nao-suporta-ver-um-rico-infeliz