E os pobres sustentam o cassino financeiro global (por Inesc e Redação Outras Palavras)

170906-Pobres

Em três décadas, países periféricos transferiram, para nações capitalistas centrais, US$ 10,6 trilhões — trezentas vezes o PIB da Nicarágua. Paraísos fiscais são principal sangria. Só China escapou.
Por Inesc e Redação Outras Palavras – 6/9/2017.
Qual impacto que a fuga não-registrada de capitais pode ter no desenvolvimento de um país, principalmente nos mais vulneráveis e pobres? Qual o papel dos paraísos fiscais na facilitação desse fluxo financeiro, que drena importantes recursos de regiões inteiras do mundo? Para tentar responder a essas questões, o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), em parceria com o Centro de Pesquisa Aplicada da Escola de Economia da Noruega (SNF), a Global Financial Integrity (GFI), Universidade Jawaharlal Nehru e o Instituto Nigeriano de Pesquisa Social e Econômica, produziu o estudo “Fluxos Financeiros e Paraísos Fiscais: Uma combinação para limitar a vida de bilhões de pessoas“, um extenso relatório em três partes que avalia o fluxo líquido de recursos de entrada e saída de países em desenvolvimento, durante o período de 1980-2012.
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