silêncio dos moralistas: “por fora, e daí?” (por Fernando Brito/via Tijolaço)

palestramag

Por Fernando Brito – 4/9/2017 – via Tijolaço.

Rubens Valente, na Folha, vai na canela dos “campeões da moralidade”.

Três entre quatro ministros dos tribunais superiores (STF, STJ, TSE, TST) e do Tribunal de Contas da União recusaram-se a dizer se receberam valores por palestras ou participações em eventos.

Leia mais:

http://www.tijolaco.com.br/blog/o-silencio-dos-moralistas-por-fora-e-dai

O estupro como metáfora do golpe: a mídia punitiva, a esquerda positivista e as paixões humanas (por Sylvia Debossan Moretzsohn/via ObjETHOS/Ufsc)

Por Sylvia Debossan Moretzsohn – 4/9/2017 – via ObjETHOS/Ufsc.

A coincidência entre o aniversário do golpe e a repercussão do casodo sujeito preso em flagrante por ejacular em cima de uma mulher num ônibus mas libertado no dia seguinte transformou a imagem do estupro numa perfeita metáfora do país.

De fato, estamos sendo estuprados desde a fatídica sessão da Câmara do dia 17 de abril do ano passado, em que, entre gargalhadas e rojões de papel metalizado, aquela multidão de deputados fantasiada de verde e amarelo expôs ao mundo a qualidade de nossa representação parlamentar. A falta de decoro não se limitou aos exageros de comportamento: chegou ao cúmulo de uma declaração de voto que elogiava o torturador-símbolo do período da ditadura.

Leia mais:

https://objethos.wordpress.com/2017/09/04/o-estupro-como-metafora-do-golpe-a-midia-punitiva-a-esquerda-positivista-e-as-paixoes-humanas

O neocolonialismo e a possibilidade de desintegração territorial brasileira (por Roberto Bitencourt da Silva/via Luis Nassif/GGN)

Por Roberto Bitencourt da Silva – 4/9/2017 – via Luis Nassif/GGN.

A sociedade brasileira está submetida a uma condição abjeta: imoralidade desavergonhada de oligarquias políticas; um golpismo vende pátria despudorado que, ofendendo a consciência democrática e nacional do Povo Brasileiro, rasga a Constituição, despreza a soberania do voto popular e aliena o patrimônio público.

Leia mais:

http://jornalggn.com.br/blog/roberto-bitencourt-da-silva/o-neocolonialismo-e-a-possibilidade-de-desintegracao-territorial-brasileira-por-roberto-bitenco

A destruição do Brasil, o jornalismo e o crime de lesa-pátria (por Francisco José Castilhos Karam/via ObjETHOS)

Por Francisco José Castilhos Karam – 28/8/2017 – via ObjETHOS/Ufsc.

A destruição do Brasil por Michel Temer e seu governo, com o apoio das empresas jornalísticas, do Judiciário, do Parlamento e das empresas privadas brasileiras, entre elas bancos, empresas rurais, igrejas evangélicas e outras picaretagens, baseadas no poderio econômico-político dos conglomerados e que tem o maior volume de capital e patrimônio – mas também o menor, e muito menor, volume de população – representa miséria e declínio social para grande parte do povo brasileiro até o limite do aniquilamento.

Leia mais:

https://objethos.wordpress.com/2017/08/28/a-destruicao-do-brasil-o-jornalismo-e-o-crime-de-lesa-patria

Agnes Heller: “A maldade mata, mas a razão leva a coisas mais terríveis” (por Guillermo Altares/via El País)

Agnes Heller, em sua casa, em Budapeste

Agnes Heller, em sua casa, em Budapeste. Foto Zsófia Pályi.

Por Guillermo Altares – 2/9/2017 – via El País.

Agnes Heller (Budapeste, 1929) resume a história da Europa, ou melhor, a tragédia da Europa. Esta filósofa, uma das pensadoras mais influentes da segunda metade do século XX, sobreviveu ao Holocausto, embora seu pai tenha sido assassinado em Auschwitz. Após a Segunda Guerra Mundial, esta discípula do filósofo marxista Georg Lukács se tornou uma dissidente na Hungria comunista, após a invasão soviética de 1956, e acabou se exilando, primeiro na Austrália, onde foi professora em Melbourne, depois na Universidade de Nova York. Continua dando conferências pelo mundo, mas sempre volta a um apartamento luminoso e arejado no sul de Budapeste, de onde tem uma bela vista do Danúbio.

Leia mais:

https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/02/eps/1504379180_260851.html?id_externo_rsoc=TW_CC

Pessoas que dão ordens no FB

Resultado de imagem para imagem free dedo apontando

Por Celso Vicenzi – 3/9/2017. Ilustração: iStock – royaltie-free.

Não sei vocês, mas acho desagradável que pessoas que se consideram democráticas, utilizem o Facebook para dar ordens a outras pessoas, o que elas devem fazer, como devem fazer, sob pena de cair em desgraça ou perder eventuais laços de amizade. Amizade sob pressão? Faz o que eu digo ou não sou mais seu amigo? Mesmo que a causa seja louvável, por razões particulares, posso não querer fazer da mesma forma que me obrigam. Não, obrigado! Dispenso. Eu decido livremente o que quero apoiar, compartilhar e a forma como irei fazê-lo. Deixemos as pessoas livres, também, para decidirem o que fazem com o que publicamos e com as causas que apoiamos.