Brasil registra recorde de mortes violentas em 2016 (por Deutsche Welle)

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Por Deutsche Welle – 30/10/2017.

País teve 61.619 casos documentados em todo o ano, maior número da história, com média de sete pessoas mortas a cada hora ou 29,9 homicídios por 100 mil habitantes. Violência policial também aumenta.

Leia mais:

http://www.dw.com/pt-br/brasil-registra-recorde-de-mortes-violentas-em-2016/a-41172942?utm_source=Colabora&utm_campaign=e3ff7f34b0-EMAIL_CAMPAIGN_2017_10_30&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-e3ff7f34b0-417482585

O pedestre está desaparecendo (por Joaquim Ferreira dos Santos/via #Colabora)

Joaquim Ferreira dos Santos

Por Joaquim Ferreira dos Santos – 30/10/2017 – via #Colabora.

Conectados com a irrelevância, passantes abrem mão do prazer de refletir enquanto os pés se movem.

Leia mais:

https://projetocolabora.com.br/cidades/o-pedestre-brasileiro-esta-desaparecendo/?utm_source=Colabora&utm_campaign=e3ff7f34b0-EMAIL_CAMPAIGN_2017_10_30&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-e3ff7f34b0-417482585

 

Violência no Brasil é uma bomba de Hiroshima por ano (por Paulo Henrique Amorim/via Conversa Afiada)

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Essa foto de Luiz Morier, feita na estrada Grajaú-Jacarepaguá, no Rio, não é de 2017. É de 1982, publicada na capa do Jornal do Brasil (quando era o melhor jornal do Brasil). Ainda bem que mudou, não é, amigo navegante?

Por Paulo Henrique Amorim – 31/10/2017 – via Conversa Afiada.

Sete pessoas morrem por hora no Brasil!

É um genocídio.

Os pobres que se lixem!

O número de mortes violentas, intencionais, por ano, equivale a uma bomba atômica em Hiroshima: 62 mil!

Leia mais:

https://www.conversaafiada.com.br/brasil/violencia-no-brasil-e-uma-bomba-de-hiroshima-por-ano

Concentração da mídia no Brasil é a pior entre 11 países, incluindo Gana e Mongólia, diz estudo financiado pela Alemanha (por Kiko Nogueira/via DCM)

Roberto Irineu Marinho inaugura o novo estúdio do Jornal Nacional.

Por Kiko Nogueira – 31/10/2017 – via DCM.

A Deutsche Welle deu uma matéria sobre o novo relatório sobre a concentração da mídia brasileira divulgado pela organização internacional Repórteres Sem Fronteiras.

A pesquisa foi feita em parceria com a ONG Intervozes e financiada pelo Ministério de Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanha.

Leia mais:

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/concentracao-da-midia-no-brasil-e-a-pior-entre-11-paises-incluindo-gana-e-mongolia-diz-estudo-financiado-pela-alemanha

 

Aragão: “Toda vez que se deposita alguma esperança no STF, a gente só pode rir no cantinho da boca”

Por Celso Vicenzi – 31/10/2017.

O ex-ministro da Justiça no governo Dilma e ex-procurador do Ministério Público Federal, Eugênio Aragão, proferiu palestra no Seminário estadual sobre “A conjuntura nacional, a reforma política e os possíveis conflitos de jurisprudência”, promovido pela CUT/SC no dia 26 de outubro, na Federação dos Comerciários de Santa Catarina (Fecesc), em Florianópolis.

Uma aula sobre quem são e como atuam os agentes e os órgãos do Ministério Público e do Judiciário, e sobre as ilusões dos governos populares de Lula e Dilma, que esqueceram a luta de classes.

Leia mais:

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/aragao-toda-vez-que-se-deposita-alguma-esperanca-no-stf-a-gente-so-pode-rir-no-cantinho-da-boca

Comentários sobre jornalismo e produção de conteúdo

Máquina De Escrever, Teclado, Tipo

Por Celso Vicenzi – 25/10/2016. Imagem: Pixabay.com

Comentário publicado no FB:

Tem gente que não sabe reconhecer um comentário irônico ou fazer interpretação de texto. O comentário – ok, vou explicar! – tentando ser irônico e bem-humorado (falha minha!) é sobre a substituição cada vez mais explícita da reportagem jornalística por uma coisa que a mídia resolveu chamar de “produção de conteúdo” e que costuma deixar muito a desejar pra quem já leu, viu e ouviu um bocado de coisa boa na vida. Há exceções? Aplausos!

Mas os donos da mídia sabem muito bem por que trocaram bons jornalistas – cada vez mais raros nas redações – por profissionais que fazem o que é vagamente definido como “produção de conteúdo”, com pautas que se perdem em superficialidades, que não dão conta de interrogar e buscar respostas à complexidade dos fenômenos políticos, sociais, econômicos, comportamentais etc e que, não bastasse tudo isso, ainda são mal escritas ou mal elaboradas em reportagens de rádio e televisão. É o que se vê na maioria dos casos nos principais veículos de comunicação, que vão afundando numa crise e perdendo qualidade e credibilidade – pior ainda se você caro leitor, cara leitora, não conseguiu perceber o que está acontecendo.

Não vou nem entrar na discussão ética e da dominação, cada vez maior, do comercial em relação ao editorial, e do quanto se perdeu em diversidade e fontes capazes de se contrapor ao chamado “pensamento único” que, de modo geral, com raros momentos de exceção, tomou conta dos espaços de produção de “conteúdo jornalístico” – diferente de “produção de conteúdo”.

É só uma constatação da melancólica e indigna situação a que chegou uma imprensa que vendeu a alma ao diabo e perdeu a dimensão do seu papel na sociedade. Não sou ingênuo a ponto de não compreender o que a imprensa representou, em todas as épocas, para os donos do capital e para a luta ideológica, mas chegamos a uma era em que o cinismo se impôs com tanta força que é quase impossível sustentar o mínimo de credibilidade àquilo que se lê, se ouve e se vê.

Menos mal que surgem, cada vez mais, boas experiências na mídia digital, pautadas justamente pelas ferramentas do velho e bom jornalismo. Narrativas, em qualquer plataforma, que tenham clareza, densidade, exatidão, precisão, coerência, ritmo e objetividade, entre outras virtudes.

Ladislau: e os bancos sugam a riqueza do mundo (por Ricardo Machado, no IHU/via Outras Palavras)

Por Ricardo Machado, no IHU – 24/10/2017 – via Outras Palavras. Vídeo: Ladislau Dowbor.

Em vídeo-palestra, autor de “A Era do Capital Improdutivo” expõe os mecanismos que permitem à oligarquia financeira produzir desigualdade máxima, devastar a natureza e inviabilizar a democracia.

Leia mais:

http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=529502

 

A era do homem endividado e a financeirização como forma contemporânea de guerra (por IHU)

Por IHU – 22/10/2017.

Em seus escritos Michel Foucault abandonou o conceito de guerra e passou a se concentrar nas terminologias governamentalidade e biopolítica. Contudo, observa o sociólogo e filósofo italiano Maurizio Lazzarato, precisamos repensar o espaço da guerra em nosso tempo. A biopolítica é uma nova forma de entender o poder que era tido como repressão. O poder não reprime apenas, mas estimula, solicita e produz. Essa novidade apontada por Foucault é notável, mas se nos contentarmos com esse aspecto, somente, fica muito limitada a realidade do poder. E por quê? Porque não se leva em conta o aspecto da micropolítica. Se tomarmos a história do capitalismo se torna impossível separar a promoção da vida e a promoção da sua destruição. Lembremos, ainda, que o pensamento de Foucault é centrado na Europa e, apesar de apresentar percepções magníficas, possui inúmeros limites. “Ele fala duas ou três vezes da colonização, apenas, e de forma bastante breve. A colonização é a forma de organizar a destruição.”

As afirmações foram feitas por Lazzarato no contexto de sua conferência A era do homem endividado, em 17-09-2017, na programação do IX Colóquio Internacional IHU – A Biopolítica como teorema da Bioética. O evento é uma realização do Instituto Humanitas Unisinos – IHU.

Leia mais (e assista à conferência na íntegra):

http://www.ihu.unisinos.br/572884-a-era-do-homem-endividado-e-a-financeirizacao-como-forma-de-guerra

Saudades do velho e bom repórter…

Por Celso Vicenzi – 24/10/2017.

Confesso que sou um jornalista desatualizado com tantas novidades na área. Estava tentando, até agora, deglutir o “produtor ou produtora de conteúdo” quando eis que deparo com mais uma nova função. Agora já temos, também, o “infuenciador ou influenciadora digital”.
 
Será que alguém, um dia, sentirá falta de um repórter, de um jornalista?
 
Cartas à redação.

Como me tornei historiadora e a vida entre livros, arquivos e salas de aula

Foto: Robson Maia.

Por Nexo Jornal – 16/10/2017 – via #Colabora.

A professora de história da UFRJ Giovana Xavier fala sobre sua trajetória como intelectual negra no Brasil.

Leia mais:

https://www.nexojornal.com.br/profissoes/2017/10/16/Como-me-tornei-historiadora-e-a-vida-entre-livros-arquivos-e-salas-de-aula?utm_source=Colabora&utm_campaign=c4a04abe1f-EMAIL_CAMPAIGN_2017_10_20&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-c4a04abe1f-417482585