O Capital Improdutivo e a busca de um antídoto (por Marco Weissheimer, no Sul21/via Outras Mídias)

Por Marco Weissheimer, no Sul21 – 23/11/2017 -via Outras Mídias.

Em nova entrevista sobre seu livro, Ladislau Dowbor explica: nova dinâmica do sistema é sugar riqueza social sem produzir. Mas há saídas — como uma Reforma Tributária implacável.

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http://outraspalavras.net/outrasmidias/capa-outras-midias/o-capital-improdutivo-e-a-busca-de-um-antidoto

TV a serviço da tecnologia do racismo (por Joice Berth/via Fundação Mauricio Grabois)

Por Joice Berth – 24/11/2017 – via Fundação Mauricio Grabois.

Os serviçais negros, sempre pacíficos, embora ignorantes e desprovidos de cultura e bons modos brancos, são um exemplo comum dessa técnica de manutenção do lugar criado para o sujeito negro exercido pela televisão.

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http://fndc.org.br/clipping/tv-a-servico-da-tecnologia-do-racismo-954025

O jornalismo fake da Globo

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Foto: www12.senado.gov.br

Padrão Globo de Jornalismo é isso! Matéria longa no Globo Rural, hoje, sobre a transposição do rio São Francisco, com todas as coisas boas e outras nem tanto, mas com saldo muito positivo – não puderam omitir. Chegam a citar que desde Dom Pedro II havia a promessa da transposição, mas não dizem o nome de quem cumpriu a tarefa. Jornalismo fake é também assim: apaga da história personagem que a Globo só se interessa em expor no papel de vilão.

A ousadia de pensar o aborto: Uma questão bioético-política (por Fabio A.G. Oliveira, Letícia Gonçalves e Maria Clara Dias/via Revista Cult)

A ousadia de pensar o aborto: Uma questão bioético-política

Arte: Revista Cult.

Por Fabio A.G. Oliveira, Letícia Gonçalves e Maria Clara Dias – 13/11/2017 – via Revista Cult.

Segundo a Pesquisa Nacional do Aborto (PNA) realizada em 2016 e publicada em 2017, uma mulher por minuto pratica aborto no Brasil. Isso significa dizer que uma a cada cinco mulheres alfabetizadas entre 18 e 39 anos já fez um aborto. Ou seja: 4,7 milhões de mulheres já abortaram. Diante desses números, nos perguntamos: por qual razão pensar o aborto ainda gera tanto incômodo em uma parcela da população? E quais aspectos bioéticos e políticos precisamos destacar neste debate?

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https://revistacult.uol.com.br/home/ousadia-de-pensar-o-aborto-uma-questao-bioetico-politica/#.WgoU7IY9CJU.facebook

A vitória das ignorâncias (por Moisés Mendes/via Extra Classe/Sinpro-RS)

Por Moisés Mendes – 14/11/2017 – via Extra Classe/Sinpro-RS.

O avanço do golpe é produto da exploração das ignorâncias mais profundas que a própria direita produz. A direita percebeu que o desconhecimento da realidade política contaminou a classe média e que isso ajuda a produzir inércia. A direita descobriu agora o potencial das ignorâncias como nunca havia percebido antes.

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http://www.extraclasse.org.br/exclusivoweb/2017/11/a-vitoria-das-ignorancias

Com mostra do MBL, a UFSC do reitor Cancellier vira cobaia de modelo de agitação de direita (por Celso Vicenzi/via DCM)

Os kataguiris na UFSC.

Por Celso Vicenzi – 9/11/2017 – via DCM.

O suicídio do reitor pode não ter sido um ato isolado, pois os ataques à universidade prosseguem. E as motivações, aparentemente, são maiores do que aquelas a que as notícias se referem, afinal, em todo o país, as instituições públicas estão sendo sucateadas, denunciadas e vendidas ao setor privado. Quem acompanha o meticuloso xadrez do golpe sabe que nenhum lance é ingênuo e boa parte da mídia tem exercido o papel de esconder e supervalorizar fatos, e também legitimar atos induzidos como se produzidos espontaneamente.

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http://www.diariodocentrodomundo.com.br/com-mostra-do-mbl-a-ufsc-do-reitor-cancellier-vira-cobaia-de-modelo-de-agitacao-de-direita-por-celso-vicenzi

A representação do negro no livro didático (por José Tadeu Arantes/via Fapesp)

A representação do negro no livro didático

Pesquisa investiga como a atuação dos ex-escravos no contexto pós-abolição é apresentada nas obras destinadas ao ensino fundamental e médio. (Foto: Ângelo Reinheimer/Fundação Ernesto Frederico Scheffel).

Por José Tadeu Arantes – 9/11/2017 – via Fapesp.

O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) transformou o Estado brasileiro em um dos maiores compradores de livros do mundo. Quando as editoras inscrevem suas obras para concorrer à aquisição, uma série de requisitos devem ser cumpridos. E o edital define as características que podem contribuir para a aprovação ou a reprovação dos livros.

Uma pesquisa, conduzida na Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Assis, investigou como um tema tão polêmico quanto a representação do negro nos livros didáticos de História do Brasil pode ter sido afetado pelo PNLD, criado em 1985, mas que teve seu primeiro edital para o ensino médio apenas em 2008.

O estudo, realizado pela doutora em história Mírian Cristina de Moura Garrido, foi publicado em Escravo, africano, negro e afrodescendente – A representação do negro no contexto pós-abolição e o mercado de materiais didáticos (1997-2012), com o apoio da Fapesp.

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http://agencia.fapesp.br/a_representacao_do_negro_no_livro_didatico/26602

Os muito ricos sonegam sem culpa (por Nick Hopkins, no Guardian/via Outras Palavras)

Henrique Meirelles, um dos envolvidos no vazamento da Appleby. Ministro da Fazenda usou argumento de praxe, lembrando que suas aplicações "offshore" são legais e foram declaradas à Receita. "O problema", diz o texto, "é que uma parte cada vez maior da opinião pública julga estas práticas ilegítimas"

Henrique Meirelles, envolvido no vazamento da Appleby. Ministro usou argumento de praxe, lembrando que suas aplicações “offshore” são legais e foram declaradas à Receita. “O problema”, diz o texto, “é que uma parte cada vez maior da opinião pública julga estas práticas ilegítimas”.

Por Nick Hopkins, no Guardian – 8/11/2017 – via Outras Palavras – Tradução Inês Castilho.

Novo vazamento sobre “paraísos fiscais” demonstra: para não pagar impostos, transnacionais e milionários escondem-se nos mesmos circuitos financeiros usados pelos corruptos e redes criminosas.

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http://outraspalavras.net/brasil/os-muito-ricos-sonegam-sem-culpa