Stille Nacht/Noite Feliz – A acidentada trajetória de uma canção (por Edgar Welzel, de Stuttgart, Alemanha/via portal BrasilAlemanha)

Por Edgar Welzel, de Stuttgart, Alemanha – 17/12/2017 – via portal BrasilAlemanha.

A canção natalina “Noite Feliz”, com texto original em alemão, é hoje conhecida e cantada por mais de 2 bilhões de cristãos ao redor do mundo. É a mais conhecida melodia da cristandade e – como mais adiante veremos – não só da cristandade. Uma canção que nasceu quase ao acaso, uma melodia para duas vozes com acompanhamento de violão/guitarra, para substituir o órgão da igreja, que apresentava defeito.

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http://www.brasilalemanha.com.br/novo_site/noticia/stille-nacht-noite-feliz-a-acidentada-trajetoria-de-uma-cancao-por-edgar-welzel-de-stuttgart-alemanha/10045

Os amigos do golpe não têm amigos

Por Celso Vicenzi – 20/12/2017.

Notícia sem contexto é desinformação ou informação pela metade. O Bom Dia Brasil, da Globo, hoje, informou que o deputado federal Wladimir Costa (SD-PA) foi condenado por unanimidade, no Tribunal Regional Eleitoral do Pará por abuso de poder econômico e gastos ilícitos nas eleições de 2014. E ilustra a notícia com cenas dele votando pelo impeachment da Dilma. Mas, detalhe: em nenhum momento da reportagem menciona isso. Muito menos que ele havia tatuado a palavra “Temer” no ombro direito. Ou seja, quando esse pessoal é pego de calça curta, nunca tem amigos.

Luta de classes na era do Uber (por Marco Antonio Gonsales de Oliveira, Rodrigo Bombonati de Souza Moraes e Rogério de Souza/via Outras Palavras)

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Por Marco Antonio Gonsales de Oliveira, Rodrigo Bombonati de Souza Moraes e Rogério de Souza – 13/12/2017 – via Outras Palavras. Imagem: Diego Rivera, Detroit Industry Murals (1933).

Distintos entre si, fordismo e toyotismo tinham algo em comum: a oferta, aos trabalhadores, de compensações parciais. O novo arranjo “produtivo” é retrocesso puro.

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http://outraspalavras.net/destaques/luta-de-classes-na-era-do-uber

Brasil tem o terceiro maior número de mortes violentas de mulheres no mundo (por Jamil Chade/O Estado de S

Por Jamil Chade/O Estado de S. Paulo – via Agência Patrícia Galvão – 7/12/2017. Colaborou Júlia Marque.

O Brasil teve, no ano passado, o maior número de mortes violentas do mundo. Foram 70,2 mil óbitos, o que equivale a 12,5% do total de registros em todo o planeta. O alerta faz parte de um informe divulgado pela entidade Small Arms Survey, referência mundial para a questão da violência armada. Em termos absolutos, a entidade aponta que a situação no Brasil supera a violência em Índia, Síria, Nigéria e Venezuela.

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http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/noticias-violencia/brasil-tem-o-terceiro-maior-numero-de-mortes-violentas-de-mulheres-no-mundo/?utm_term=Jovem+negra+tem+2+vezes+mais+chances+de+ser+morta+no+Brasil%2C+diz+relatorio&utm_campaign=Contatos+Geral&utm_source=e-goi&utm_medium=email

 

Brasil, modus operandi

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Por Celso Vicenzi – 11/12/2017. Ilustração: Jean-Baptiste Debret (1768-1848)

O “modus operandi” do Brasil sem lei (lei só para enquadrar adversários do regime) já está decidido. A Polícia Federal monta um aparato de guerra gigantesco para prender e conduzir coercitivamente quem nunca se recusou a prestar depoimento sobre o que quer que seja. Faz a operação com base em meras suspeitas, pulando etapas do que deveria ser um processo formal na justiça, com direito à defesa antes de ser exposto à execração pública. O Judiciário faz de conta que não vê a exceção e o arbítrio contra o Estado Democrático de Direito. O Ministério Público, politizado e fascinado com os holofotes e a fogueira das vaidades, elenca um festival de “diz-que-diz” de pessoas nem sempre idôneas, chancela e assina embaixo, seletivamente, é claro, pois contra tucanos e outras aves de bico ou porte grande, não é besta de abrir o bico.

A mídia faz a cobertura sem nenhuma crítica a esses exageros e cria um clima de que o Brasil está sendo “passado a limpo”. Uma população é anestesiada por essa avalanche de acontecimentos e a tudo assiste passiva, sem entender que já está sendo traçado o pior dos destinos para o seu futuro – o futuro dos pobres e da classe trabalhadora do país. E tem ainda a classe média, aquela que bateu panelas e dançou com patos amarelos, que vai perdendo as calças, os anéis e os dedos, mas continua a fazer cara de “gente fina”, tentando ostentar o que não tem, uns poucos degraus acima da pobreza e a quilômetros de distância dos ricos em que se espelham com a ilusão de que um dia também farão parte da elite que a oprime.

Quando não for mais possível conter a revolta popular (fome, carestia, desemprego, humilhação, salários aviltantes, jornadas exaustivas, depressão, escravidão, corrupção etc), os golpistas vão pedir o apoio das Forças Armadas para “restabelecer a ordem”.

A ordem, no caso, é aquela que saqueou o país, entregou nossas riquezas, destruiu com a inteligência, botou a nação de joelhos diante dos interesses imperialistas e privilegiou corruptos e seus parceiros em um golpe contra a soberania e o futuro de um Brasil eternamente Colônia.

Nossos “patriotas” são muito ferozes para combater e atacar aqueles que lutam por um Brasil para todos, mais justo e fraterno, orgulhoso de sua cultura, dono do seu destino no cenário internacional, mas são extremamente dóceis para com os donos do capital e seu universo de privilégios, cujo dinheiro nunca teve pátria. Sempre dispostos, aliás, a vender o país, falar mal dos brasileiros, e se mudar para Miami, Paris ou qualquer outro lugar longe daqui, onde possam gastar fortunas made in Brazil.

Brasileiros contra o Brasil

Por Celso Vicenzi – 7/12/2017.

Uma boa parcela do Judiciário, do MP, da PF, da mídia, empresariado e outros setores que deram o golpe e o tutelam, nem parece que são brasileiros. Agem contra os interesses nacionais. Afinal, o que pretendem com a destruição do país, seus ativos de inteligência, sua soberania?

A violência contra as mulheres no mundo em quatro mapas (por Elisa Castillo/via El País)

Por Elisa Castillo – 24/11/2017 – via El País.

A Hungria é o único país da UE que não pune o assédio sexual. A Rússia descriminalizou a violência de gênero. Tunísia, Jordânia e Líbano proibiram o perdão aos estupradores que se casavam com suas vítimas.

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https://brasil.elpais.com/brasil/2017/11/22/internacional/1511362733_867518.html