Elza Soares canta esperança e liberdade no país do desalento (por Mário Magalhães/The Intercept Brasil)

Elza Soares lança novo disco, Deus é mulher

Capa do novo álbum “Deus é mulher”, de Elza Soares.

Por Mário Magalhães – 24/5/2018 – via The Intercept Brasil.

O novo álbum de Elza Soares, “Deus é mulher”, é fecundo em criações que cantam e contam o Brasil de cinquenta anos depois do toque de Gal. Contém onze faixas, com rap, canção, samba, frevo. Chegou às plataformas digitais na quinta-feira. Será vendido em CD e, ói nóis aqui traveiz, vinil e cassete.

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https://theintercept.com/2018/05/23/elza-soares-novo-album/?utm_source=Colabora&utm_campaign=70b4c5d7ee-EMAIL_CAMPAIGN_2018_05_23&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-70b4c5d7ee-417482585

Uma outra história: a iconografia de um país nada cordial

Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964

Casa bombardeada em São Paulo, em 1924, uma das imagens da exposição ‘Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964’. COLEÇÃO MONSENHOR JAMIL ABIB.

Por André de Oliveira – 15/5/2018 – via El País.

Quando olha para as disputas, conflitos e violências atuais, o Brasil tem muitas vezes dificuldade em entender de onde partiu a centelha do conflito, exatamente. Afinal, o retrato do brasileiro como um povo cordial, pacífico e conciliador abunda tanto na historiografia, quanto na iconografia. As grandes imagens do Brasil falam, muitas vezes, de um país icônico: jangadas ao mar, religiões afro-brasileiras, novas cidades sendo erigidas em meio ao cerrado. Oferecer uma outra representação, que ilustre os conflitos e violências constantes que fizeram e fazem parte da história do país, é o que pretende a exposição Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964, que, depois de uma temporada no Rio de Janeiro, chega ao Instituto Moreira Salles (IMS) de São Paulo, terça-feira, dia 8.

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https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/07/cultura/1525729238_420546.html?utm_source=Colabora&utm_campaign=30e5cf063c-EMAIL_CAMPAIGN_2018_05_08&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-30e5cf063c-417482585

Fotógrafo espera pacientemente para registrar pessoas combinando com quadros no museu (por Awebic)

Pessoas combinam quadro museu (1)

Por Awebic – 19/10/2017.

Stefan Draschan é um fotógrafo que costuma encontrar maneiras de melhorar sua experiência em galerias de arte criando seus próprios projetos de arte. Em seu último trabalho, “People Matching Artworks” (algo como “Pessoas combinando com obras de arte” em tradução livre), o fotógrafo desenvolveu um trabalho impressionante de muita paciência.

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https://awebic.com/cultura/pessoas-combinando-quadros

 

A realidade do orgasmo feminino não tem nada a ver com a de filmes pornô (por Huffpostbrasil)

Por Huffpostbrasil – 18/10/2017.

O fotógrafo brasileiro Marcos Alberti registrou reações faciais de mulheres antes, durante e depois do orgasmo para explorar a verdadeira expressão de prazer ligada à sexualidade feminina. Segundo ele, a ideia é mostrar que o verdadeiro orgasmo feminino não é nada como o que é vendido pela pornografia.

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http://www.huffpostbrasil.com/2017/10/18/a-realidade-do-orgasmo-feminino-nao-tem-nada-a-ver-com-o-de-filmes-porno_a_23247892

As esculturas de renda de Agnes Herczeg

Por Divaholic – 18/8/2017.

Formada em conservação têxtil pela Universidade Húngara de Belas Artes, a artista Agnes Herczeg mistura diversas técnicas de renda e bordado para criar as suas obras, sempre integradas a elementos naturais – como pedaços de madeira, cascas de coco, entre outros materiais descartados e encontrados pela artista. Referência criativa indispensável, vale a pena conferir.

Leia mais:

http://divaholic.com.br/arte/as-esculturas-de-renda-de-agnes-herczeg

Lima Barreto, 32 obras em pdf para download (por Farofa Filosófica)

Por Farofa Filosófica – julho/2017.

Afonso Henriques de Lima Barreto nasceu no Rio de Janeiro em 1881, sete anos antes da assinatura da Lei Áurea. Trabalhando como jornalista, valeu-se de uma linguagem objetiva e informal, mais tarde valorizada por seus contemporâneos e pelos modernistas, para relatar o cotidiano dos bairros pobres do Rio de Janeiro como poucos…

Definida pelo próprio autor como “militante”, sua produção literária está quase inteiramente voltada para a investigação das desigualdades sociais. Em muitas obras, como no seu célebre romance Triste Fim de Policarpo Quaresma e no conto O Homem que Sabia Javanês, o método escolhido por Lima Barreto para tratar desse tema é o da sátira, cheia de ironia, humor e sarcasmo.

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https://farofafilosofica.com/2017/08/01/lima-barreto-32-obras-em-pdf-para-download

Poema de José Luís Peixoto, poeta português

 

Circula no FB – julho/2017.

na hora de pôr a mesa, éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
e eu. depois, a minha irmã mais velha
casou-se. depois, a minha irmã mais nova
casou-se. depois, o meu pai morreu. hoje,
na hora de pôr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viúva. cada um
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sozinho. mas irão estar sempre aqui.
na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco.
enquanto um de nós estiver vivo, seremos
sempre cinco.