Cai, não cai… mas, afinal, o que deve cair? (por Mauro Iasi/via blog da Boitempo)

Por Mauro Iasi – 23/5/2017 – via blog da Boitempo.

A presente crise não clama por mais democracia representativa, mas indica seu mais evidente limite, o que exige urgentemente uma nova forma política. Há uma alternativa que se abre na medida em que a crise política se converte em crise do Estado.

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https://blogdaboitempo.com.br/2017/05/23/cai-nao-cai-mas-afina-o-que-deve-cair

Safatle: “Nos resta a desobediência sistemática a todas as ações governamentais” (via blog da Boitempo)

Por Vladimir Safatle – 19/5/2017 – via blog da Boitempo.

“Uma das bases da democracia é não submeter a soberania popular nem a decisões equivocadas feitas no passado,nem a instituições aberrantes. O povo não é prisioneiro dos erros do passado, mas sua vontade é sempre atual e soberana. Ele pode desfazer as leis que ele mesmo fez e destituir instituições que se mostram corrompidas”.

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https://blogdaboitempo.com.br/2017/05/19/safatle-nos-resta-a-desobediencia-sistematica-a-todas-as-acoes-governamentais

O povo precisa tomar as ruas, antes que decidam no tapetão

Por Celso Vicenzi – 17/5/2017.

Se Temer cair, o correto seria convocar eleições diretas o mais rápido possível, única forma de voltarmos a uma democracia, derrubada com um golpe.
 
Mas tenho muitas desconfianças sobre essa bomba que atingiu Temer e Aécio, principalmente. Os interesses de quem deu o golpe não são os de correr riscos e entregar a alguém da esquerda, novamente, a presidência do país. Acho que buscam uma saída para estabilizar o golpe e consolidar a destruição dos direitos trabalhistas (que interessa à elite nacional) e a entrega das riquezas do país ao capital internacional, em parceria com a classe rica local.
 
Cresce a chance de os “donos do golpe” darem “um golpe dentro do golpe”, sem eleições em 2018. Pode vir aí desde propostas como Parlamentarismo até a ascensão de uma ditadura em nome da moralização do país.
 
Se não houver uma forte reação popular, tomando as ruas em todo o país, o jogo vai ser decidido no tapetão. E o Judiciário vai aparecer como o “salvador da pátria”, o “poder limpinho”, coisa que não é. Ficou ainda mais intrigante a reunião dos principais empresários do país com a ministra Carmen Lucia, recentemente. Talvez a pauta tenha ido um pouco além das questões trabalhistas, de interesse direto e imediato do patronato.
 
Enfim, nada acontece por acaso. Difícil prever os desdobramentos. Nos próximos dias, talvez fique mais claro.
 
O certo é que o povo precisa tomar as ruas, em massa, em todas as principais cidades, se ainda quiser decidir o seu futuro e garantir a democracia no país.

Material didático de combate ao racismo contra indígenas é disponibilizado para download

Material didático de combate ao racismo contra indígenas é disponibilizado para download

Por Ministério Público Federal – 15/5/2017.

O Ministério Público Federal (MPF) publicou nesta segunda-feira (15) versão digital de material didático com informações para o combate às atitudes de preconceito, racismo e discriminação contra povos indígenas. O material está disponível para download.

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http://www.mpf.mp.br/pa/sala-de-imprensa/noticias-pa/material-didatico-de-combate-ao-racismo-contra-indigenas-e-disponibilizado-para-download

Celso Amorim: A suspensão do Instituto Lula lembra o que aconteceu na Alemanha nazista

Por Celso Amorim, em Nocaute, via Viomundo. – 16/5/2017.

Se nós olharmos o que aconteceu em outras situações ditatoriais, se olharmos o que aconteceu na Alemanha nazista, aquelas pequenas ações que eram tomadas, muitas delas eram até dentro da lei. Dentro da lei que havia no momento ou da interpretação que se dava à lei.

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http://www.viomundo.com.br/denuncias/celso-amorim-a-suspensao-do-instituto-lula-lembra-o-que-aconteceu-na-alemanha-nazista.html

Bauman e o momento político brasileiro (por Marcio Valley/via GGN)

Por Marcio Valley – 16/5/2017 – via GGN.

Quem é o autor e como se produz e reproduz o discurso ideológico hegemônico? A resposta é óbvia: siga o dinheiro, estúpido! A ideologia dominante deve produzir um mundo no qual a manutenção da ordem e a vontade de progresso sejam o padrão dominante de comportamento.

A manutenção da ordem deve ser entendida como a submissão ao ordenamento legal ainda que ao custo da fome e da própria vida. Rebeliões por insatisfação com a renda ou com as condições materiais de existência, mesmo as realizadas por populações incontroversamente miseráveis, deve ser vista pelo restante da população como coisa de baderneiros, terroristas e vândalos. Decisões públicas amargas, capazes de conduzir a miséria a níveis inimagináveis, devem ser percebidas pela maioria da população como dolorosas, porém inevitáveis.

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http://jornalggn.com.br/blog/marcio-valley/bauman-e-o-momento-politico-brasileiro-por-marcio-valley

Lula: a visão de uma anarquista (por Dora Incontri/via blog Dora Incontri)

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Por  Dora Incontri – 11/5/2017 – via blog Dora Incontri.

Nunca votei no Lula. Também não votei em Dilma. Nem em Fernando Henrique, nem em Collor. Não votei, porque sou anarquista. O que é ser anarquista? É ter consciência de que os sistemas de governo – todos, incluindo a democracia e incluindo os sistemas pretensamente socialistas que tivemos na história recente – estão sempre a serviço de alguma classe, de alguns privilegiados. O Estado é mantido pela violência militar e policial, que pode ser usada a qualquer momento contra o próprio povo ou contra outros povos. E sempre a serviço de interesses de grupos. No caso da democracia atual, ela está a serviço dos bancos, das corporações, dos lobbies, das elites locais e das elites internacionais. Em momentos menos ruins, sobram alguns direitos a mais para o povo. Em algumas tradições de construção estatal, com mais tempo sob influência de ideias sociais e igualitárias, como alguns países da Europa, houve maior oportunidade para o povo adquirir mais educação e um tanto mais de direitos – mas que agora estão sendo retirados em toda parte.

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https://doraincontri.com/2017/05/11/lula-a-visao-de-uma-anarquista

O drama do ‘armário duplo’: a violência ‘invisível’ entre casais do mesmo sexo (por Antia Castedo/via BBC Mundo)

Detalhes de mãos se defendendo

Por Antia Castedo – 5/5/2017 – via BBC Mundo.

Coletivos LGBTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) afirmam que a violência entre casais do mesmo sexo é mais comum do que se imagina. Eles denunciam que, apesar de acontecer com frequência, pouca atenção é dada a esse tipo de violência.

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http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39791785