Manual une conhecimento indígena e científico sobre os usos de plantas amazônicas (via Instituto Socioambiental)

Via Instituto Socioambiental – 5/10/2017.

Manual de Etnobotânica será lançado pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro, pelo Instituto Socioambiental (ISA) e demais parceiros do Brasil e da Inglaterra. Publicação é fruto de pesquisa e intercâmbio de conhecimentos com povos indígenas da região do Alto Rio Negro, noroeste amazônico.

Leia mais:

https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/manual-une-conhecimento-indigena-e-cientifico-sobre-os-usos-de-plantas-amazonicas?utm_medium=email&utm_source=transactional&utm_campaign=manchetes%40socioambiental.org

Livro gratuito reúne detalhes de quase 400 espécies de plantas medicinais

Livro gratuito reúne detalhes de quase 400 espécies de plantas medicinais

Foram necessários três anos de coleta para que os artistas pudessem desenhar todas as espécies. Foto: Reprodução.

Por CicloVivo – 7/11/2016.

O “Tratado das Plantas Medicinais” é fruto do trabalho de mais de 40 anos de pesquisas e vivências da farmacêutica e professora Telma Sueli Mesquita Grandi. A obra, disponível para download gratuito, reúne 383 espécies com poder medicinal.

Leia mais:

http://ciclovivo.com.br/noticia/livro-gratuito-reune-detalhe-de-quase-400-especies-de-plantas-medicinais

Para tramar um feminismo descolonizado e não-burguês (por Serpente Coletiva/via Outras Palavras)

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Por Serpente Coletiva – 28/9/2017 – via Outras Palavras.

Ciclo de encontros com a boliviana Julieta Paredes debate a hipótese de um Feminismo Comunitário, capaz de superar o individualismo e de compreender que o patriarcado oprime também os homens e a natureza.

Leia mais:

http://outraspalavras.net/blog/2017/09/28/para-tramar-um-feminismo-descolonizado-e-nao-burgues

Saudável é comer o que te faz feliz (por Maria Bitarello/via Outras Palavras)

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Imagem: Hieronymus Bosch, O Jardim das Delícias Terrenas, 1490-1510 (detalhe).

Por Maria Bitarello – 19/9/2017 – via Outras Palavras.

Desvie dos cálculos de nutrientes, do proselitismo alimentar. Dê à alma e ao corpo o que eles pedem. Confie no que te alegra – e mais na intuição que no intelecto.

Leia mais:

http://outraspalavras.net/destaques/saudavel-e-comer-o-que-te-faz-feliz

Jessé Souza: “O ódio ao pobre é o problema central do Brasil” (por Brasil247)

Ag. Senado | Ricardo Stuckert | USP Imagens

Por Brasil247 – 29/9/2017.

O sociólogo e professor Jessé Souza acredita que “o ódio ao pobre é o problema central do Brasil”. Em seu novo livro, “A elite do atraso – da escravidão à Lava Jato”, ele apresenta a tese sobre como é legitimada a desigualdade social no Brasil e como a elite do dinheiro é a principal influenciadora das ideias e projetos do País, comprando todas as outras elites.

Leia mais:

https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/319945/Jess%C3%A9-Souza-%E2%80%9CO-%C3%B3dio-ao-pobre-%C3%A9-o-problema-central-do-Brasil%E2%80%9D.htm

“Uma aula é tanto emoção quanto inteligência”, afirma Deleuze (por Revista Pazes)

Por Revista Pazes – 21/1/2016.

Gilles Deleuze nasceu na França e viveu de 1925 a 1995. Notável filósofo e professor de Filosofia em diversas Faculdades, publicou estudos sobre pensadores como Nietzsche, Kant e Spinoza, sendo apontado como um dos responsáveis pelo crescente interesse pela obra de Nietzsche.

Recatado, pouco dado a entrevistas e a qualquer sorte de exposição pública, é sempre um achado encontrar, na rede, alguma de suas falas.

No link abaixo, o vídeo em que ele diz sobre o seu encantamento pelo ato de ensinar.

http://www.revistapazes.com/deleuze

O inimigo não é quem pensa diferente de você, mas quem não pensa (por Leonardo Sakamoto/via blog do Sakamoto/UOL)

Por Leonardo Sakamoto – 11/9/2017 via blog do Sakamoto/UOL.

O inimigo não é quem pensa diferente de você, tem outra ideologia, outra identidade, outra vida. Mas quem não pensa e, a partir desse vazio, ataca a existência de tudo à sua volta que não lhe faz sentido. O seu inimigo não é seu adversário político ou econômico, mas quem repete mantras violentos que lê na internet, ouve em bares ou vê em certas igrejas e não para para pensar qual a origem daquilo e a quem interessa que esse discurso seja assim. É quem promove um nós contra eles cego, que utiliza técnica de desumanização, tornando o outro uma coisa sem sentimentos e, ao fim, pede sua extinção.

https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2017/09/11/o-inimigo-nao-e-quem-pensa-diferente-de-voce-mas-quem-nao-pensa