Para tramar um feminismo descolonizado e não-burguês (por Serpente Coletiva/via Outras Palavras)

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Por Serpente Coletiva – 28/9/2017 – via Outras Palavras.

Ciclo de encontros com a boliviana Julieta Paredes debate a hipótese de um Feminismo Comunitário, capaz de superar o individualismo e de compreender que o patriarcado oprime também os homens e a natureza.

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http://outraspalavras.net/blog/2017/09/28/para-tramar-um-feminismo-descolonizado-e-nao-burgues

Jessé Souza: “O ódio ao pobre é o problema central do Brasil” (por Brasil247)

Ag. Senado | Ricardo Stuckert | USP Imagens

Por Brasil247 – 29/9/2017.

O sociólogo e professor Jessé Souza acredita que “o ódio ao pobre é o problema central do Brasil”. Em seu novo livro, “A elite do atraso – da escravidão à Lava Jato”, ele apresenta a tese sobre como é legitimada a desigualdade social no Brasil e como a elite do dinheiro é a principal influenciadora das ideias e projetos do País, comprando todas as outras elites.

Leia mais:

https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/319945/Jess%C3%A9-Souza-%E2%80%9CO-%C3%B3dio-ao-pobre-%C3%A9-o-problema-central-do-Brasil%E2%80%9D.htm

“Uma aula é tanto emoção quanto inteligência”, afirma Deleuze (por Revista Pazes)

Por Revista Pazes – 21/1/2016.

Gilles Deleuze nasceu na França e viveu de 1925 a 1995. Notável filósofo e professor de Filosofia em diversas Faculdades, publicou estudos sobre pensadores como Nietzsche, Kant e Spinoza, sendo apontado como um dos responsáveis pelo crescente interesse pela obra de Nietzsche.

Recatado, pouco dado a entrevistas e a qualquer sorte de exposição pública, é sempre um achado encontrar, na rede, alguma de suas falas.

No link abaixo, o vídeo em que ele diz sobre o seu encantamento pelo ato de ensinar.

http://www.revistapazes.com/deleuze

Conheça a árvore de livros, o “Netflix” literário da escola (por Hanna Gledyz/via Carta Capital)

Leitor digital na plataforma. “É assim que seu aluno vai ler na Árvore. Seja no tablet, no celular ou no computador.”

Por Hanna Gledyz – 5/9/2017 – via Carta Capital.

A plataforma transforma a educação com mais de 10 mil eBooks, assessoria pedagógica e ações de promoção à leitura.

Leia mais:

http://biblioo.cartacapital.com.br/netflix-dos-livros-da-escola

 

Educação e saberes sistêmicos

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Muitos educadores já se perguntaram sobre o papel das relações pessoais e familiares nos ambientes educacionais, principalmente pelo seu impacto nos processos de ensino-aprendizagem e de interação social. Porém, muitas vezes essa percepção é difusa e compartimentada. O grupo Educação e Saberes Sistêmicos, conduzido pelos facilitadores Letícia Torres da Silva e Vinicius Bertoncini Vicenzi busca, através do olhar sistêmico e de exercícios vivenciais, oferecer recursos que possibilitem uma visão ampliada dessas questões. Informe-se e venha fazer parte!

Boaventura: a esquerda sem imaginação (por Boaventura de Sousa Santos/via Outras Palavras)

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Por Boaventura de Sousa Santos – 24/8/2017 – via Outras Palavras. Imagem: Edward Hooper, Pessoas ao sol (1963).

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Por não ousar novas formas de Democracia, Estado e Economia; e por não enfrentar articuladamente as três faces da dominação, ela tem sido incapaz de deter a ofensiva brutal do sistema.

http://outraspalavras.net/capa/boaventura-a-esquerda-sem-imaginacao

Edgar Morin: “É preciso ensinar a compreensão humana” (por Revista Prosa Verso e Arte/via Programa Milênio/Fronteiras do Pensamento)

Por Revista Prosa Verso e Arte/via Programa Milênio/Fronteiras do Pensamento.

Com mais de 90 anos, o francês Edgar Morin, nascido e criado Edgar Nahoum no início do século 20, é um dos mais respeitados pensadores do nosso tempo. Com uma gigantesca produção literária, pedagógica e filosófica. Em tempos de radicalismos, Morin é herdeiro do melhor do humanismo francês. Em entrevista ao programa Milênio, Edgar Morin fala sobre o extremismo e o significado da educação na contemporaneidade.

Leia mais:

http://www.revistaprosaversoearte.com/e-preciso-ensinar-compreensao-humana-edgar-morin

‘Jamais fizemos da educação o serviço fundamental da República’ (por Anísio Teixeira/via Revista

Por Revista Prosa, Verso e Arte – agosto/2017.

Excerto da fala do professor Anísio Teixeira na Assembléia Constituinte do Estado da Bahia (1947), sessão em que foi debatido o capítulo sobre Educação e Cultura, na qualidade de Secretário de Educação do Estado, onde o educador expõe e analisa aspectos fundamentais da educação no País.

Leia mais:

http://www.revistaprosaversoearte.com/jamais-fizemos-da-educacao-o-servico-fundamental-da-republica-anisio-teixeira

De Darcy Ribeiro para a Diva da Flip (por Fernando Brito/via Tijolaço)

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Por Fernando Brito – 30/7/2017 – via Tijolaço.

Querida Diva,

As coisas demoram a chegar aqui, nesta aldeia cósmica onde eu vim passar a tal da curta eternidade, mas hoje cedo me trouxeram o vídeo onde você falou lá em Parati.

Pela primeira vez tive vontade de voltar praí, pra te dar um abraço bem apertado e te sapecar um beijo estalado.

(…) Todos nós, brasileiros, “somos carne da carne daqueles pretos e índios supliciados.Todos nós brasileiros somos, por igual, a mão possessa que os supliciou. A doçura mais terna e a crueldade mais atroz aqui se conjugaram para fazer de nós a gente sentida e sofrida que somos e a gente insensível e brutal, que também somos. Descendentes de escravos e de senhores de escravos seremos sempre servos da malignidade destilada e instalada em nós, tanto pelo sentimento da dor intencionalmente produzida para doer mais, quanto pelo exercício da brutalidade sobre homens, sobre mulheres, sobre crianças convertidas em pasto de nossa fúria”.

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http://www.tijolaco.com.br/blog/de-darcy-ribeiro-para-diva-da-flip

22 livros que são diamantes para o cérebro (por Euler de França Belém/via Revista Bula)

Paradiso

Por Euler de França Belém – julho/2017 – via Revista Bula.

Livros, bons livros, são verdadeiros diamantes para o cérebro ou, se se quiser, para a alma. Aliás, até maus livros, se bem lidos, se tornam pelo menos uma vistosa bijuteria. Nesta lista, idiossincrática como qualquer outra, menciono livros que, em geral, foram editados no Brasil há alguns anos. Mas poucos estão fora de catálogo. Os que estão podem ser encontrados em sebos — caso da obra-prima “Paradiso”, romance do Lezama Lima.

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http://www.revistabula.com/1752-22-livros-que-sao-diamantes-para-o-cerebro