Conheça a árvore de livros, o “Netflix” literário da escola (por Hanna Gledyz/via Carta Capital)

Leitor digital na plataforma. “É assim que seu aluno vai ler na Árvore. Seja no tablet, no celular ou no computador.”

Por Hanna Gledyz – 5/9/2017 – via Carta Capital.

A plataforma transforma a educação com mais de 10 mil eBooks, assessoria pedagógica e ações de promoção à leitura.

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http://biblioo.cartacapital.com.br/netflix-dos-livros-da-escola

 

Educação e saberes sistêmicos

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Muitos educadores já se perguntaram sobre o papel das relações pessoais e familiares nos ambientes educacionais, principalmente pelo seu impacto nos processos de ensino-aprendizagem e de interação social. Porém, muitas vezes essa percepção é difusa e compartimentada. O grupo Educação e Saberes Sistêmicos, conduzido pelos facilitadores Letícia Torres da Silva e Vinicius Bertoncini Vicenzi busca, através do olhar sistêmico e de exercícios vivenciais, oferecer recursos que possibilitem uma visão ampliada dessas questões. Informe-se e venha fazer parte!

Boaventura: a esquerda sem imaginação (por Boaventura de Sousa Santos/via Outras Palavras)

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Por Boaventura de Sousa Santos – 24/8/2017 – via Outras Palavras. Imagem: Edward Hooper, Pessoas ao sol (1963).

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Por não ousar novas formas de Democracia, Estado e Economia; e por não enfrentar articuladamente as três faces da dominação, ela tem sido incapaz de deter a ofensiva brutal do sistema.

http://outraspalavras.net/capa/boaventura-a-esquerda-sem-imaginacao

Edgar Morin: “É preciso ensinar a compreensão humana” (por Revista Prosa Verso e Arte/via Programa Milênio/Fronteiras do Pensamento)

Por Revista Prosa Verso e Arte/via Programa Milênio/Fronteiras do Pensamento.

Com mais de 90 anos, o francês Edgar Morin, nascido e criado Edgar Nahoum no início do século 20, é um dos mais respeitados pensadores do nosso tempo. Com uma gigantesca produção literária, pedagógica e filosófica. Em tempos de radicalismos, Morin é herdeiro do melhor do humanismo francês. Em entrevista ao programa Milênio, Edgar Morin fala sobre o extremismo e o significado da educação na contemporaneidade.

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http://www.revistaprosaversoearte.com/e-preciso-ensinar-compreensao-humana-edgar-morin

‘Jamais fizemos da educação o serviço fundamental da República’ (por Anísio Teixeira/via Revista

Por Revista Prosa, Verso e Arte – agosto/2017.

Excerto da fala do professor Anísio Teixeira na Assembléia Constituinte do Estado da Bahia (1947), sessão em que foi debatido o capítulo sobre Educação e Cultura, na qualidade de Secretário de Educação do Estado, onde o educador expõe e analisa aspectos fundamentais da educação no País.

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http://www.revistaprosaversoearte.com/jamais-fizemos-da-educacao-o-servico-fundamental-da-republica-anisio-teixeira

De Darcy Ribeiro para a Diva da Flip (por Fernando Brito/via Tijolaço)

divaflip

Por Fernando Brito – 30/7/2017 – via Tijolaço.

Querida Diva,

As coisas demoram a chegar aqui, nesta aldeia cósmica onde eu vim passar a tal da curta eternidade, mas hoje cedo me trouxeram o vídeo onde você falou lá em Parati.

Pela primeira vez tive vontade de voltar praí, pra te dar um abraço bem apertado e te sapecar um beijo estalado.

(…) Todos nós, brasileiros, “somos carne da carne daqueles pretos e índios supliciados.Todos nós brasileiros somos, por igual, a mão possessa que os supliciou. A doçura mais terna e a crueldade mais atroz aqui se conjugaram para fazer de nós a gente sentida e sofrida que somos e a gente insensível e brutal, que também somos. Descendentes de escravos e de senhores de escravos seremos sempre servos da malignidade destilada e instalada em nós, tanto pelo sentimento da dor intencionalmente produzida para doer mais, quanto pelo exercício da brutalidade sobre homens, sobre mulheres, sobre crianças convertidas em pasto de nossa fúria”.

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http://www.tijolaco.com.br/blog/de-darcy-ribeiro-para-diva-da-flip

22 livros que são diamantes para o cérebro (por Euler de França Belém/via Revista Bula)

Paradiso

Por Euler de França Belém – julho/2017 – via Revista Bula.

Livros, bons livros, são verdadeiros diamantes para o cérebro ou, se se quiser, para a alma. Aliás, até maus livros, se bem lidos, se tornam pelo menos uma vistosa bijuteria. Nesta lista, idiossincrática como qualquer outra, menciono livros que, em geral, foram editados no Brasil há alguns anos. Mas poucos estão fora de catálogo. Os que estão podem ser encontrados em sebos — caso da obra-prima “Paradiso”, romance do Lezama Lima.

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http://www.revistabula.com/1752-22-livros-que-sao-diamantes-para-o-cerebro

 

A desigualdade “racial” nas eleições brasileiras (por José Tadeu Arantes/via Agência Fapesp)

A desigualdade “racial” nas eleições brasileiras

Em 2014, enquanto a parcela autoclassificada como “negra” somava mais de 53% da população, os “negros” constituíram menos de 25% dos políticos eleitos. Foto: Wikimedia Commons.

Por José Tadeu Arantes – via Agência Fapesp.

Mesmo em sistemas eleitorais competitivos e relativamente inclusivos, nos quais a clivagem do eleitorado no que se refere a “raça” não é tão forte, a democracia formal pode conviver com desigualdades persistentes em termos de representação política, privilegiando candidatos “brancos” em detrimento de “não brancos”, e configurando aquilo que, em sociologia, recebeu o nome de “pigmentocracia”.

Esta foi a conclusão de um estudo conduzido pelos cientistas políticos Natália Salgado Bueno e Thad Dunning e apresentado na “Escola São Paulo de Ciência Avançada em Metodologia em Ciências Humanas”, realizada na Universidade Estadual de Campinas, com apoio da Fapesp.

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http://agencia.fapesp.br/a_desigualdade_racial_nas_eleicoes_brasileiras/25735