60% dos negros dizem ter sofrido racismo no trabalho, aponta pesquisa (por Luísa Melo/via G1)

Profissionais negros: mais da metade admite já ter alisado ou raspado o cabelo para ser aceito no trabalho (Foto: Divulgação/Etnus)

Profissionais negros: mais da metade admite já ter alisado ou raspado o cabelo para ser aceito no trabalho. Foto: Divulgação/Etnus.

Por Luísa Melo – 25/7/2017 – via G1.

Mais da metade dos profissionais negros admite já ter alisado ou raspado o cabelo para ser aceito no trabalho.

Leia mais:

http://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/60-dos-negros-dizem-ter-sofrido-racismo-no-trabalho-aponta-pesquisa.ghtml

A desigualdade “racial” nas eleições brasileiras (por José Tadeu Arantes/via Agência Fapesp)

A desigualdade “racial” nas eleições brasileiras

Em 2014, enquanto a parcela autoclassificada como “negra” somava mais de 53% da população, os “negros” constituíram menos de 25% dos políticos eleitos. Foto: Wikimedia Commons.

Por José Tadeu Arantes – via Agência Fapesp.

Mesmo em sistemas eleitorais competitivos e relativamente inclusivos, nos quais a clivagem do eleitorado no que se refere a “raça” não é tão forte, a democracia formal pode conviver com desigualdades persistentes em termos de representação política, privilegiando candidatos “brancos” em detrimento de “não brancos”, e configurando aquilo que, em sociologia, recebeu o nome de “pigmentocracia”.

Esta foi a conclusão de um estudo conduzido pelos cientistas políticos Natália Salgado Bueno e Thad Dunning e apresentado na “Escola São Paulo de Ciência Avançada em Metodologia em Ciências Humanas”, realizada na Universidade Estadual de Campinas, com apoio da Fapesp.

Leia mais:

http://agencia.fapesp.br/a_desigualdade_racial_nas_eleicoes_brasileiras/25735

Mais da metade das mulheres mortas pelas polícias entre 2005 e 2015 eram negras (por Brasil de Fato)

Assim como Cláudia Ferreira, morta pela polícia, em 2014, cerca de 52% de mulheres negras foram mortas pela polícia, apontam pesquisas - Créditos: Coletivo ñ

Assim como Cláudia Ferreira, morta pela polícia, em 2014, cerca de 52% de mulheres negras foram mortas pela polícia, apontam pesquisas.

Por Brasil de Fato – 7/7/2017.

A Agência Patrícia Galvão – vinculada ao Instituto de mesmo nome dedicado ao combate à violência contra a mulher –  compilou dados de pesquisas divulgadas até junho deste ano, que trazem números alarmantes e preocupantes a respeito da violência de gênero no Brasil, muitas vezes praticadas pelos agentes do Estado e que vitimam sobretudo mulheres negras, que representam 24,5% da população brasileira.

Leia mais:

https://www.brasildefato.com.br/2017/07/07/mais-da-metade-das-mulheres-mortas-pelas-policias-entre-2005-e-2015-eram-negras

Carta aberta aos negros e negras que lutam pelo fim da escravidão do pensamento (por Lucas Veiga/via Revista Fórum e Geledés)

Por Lucas Veiga – 4/7/2017 – via Revista Fórum e Geledés.

Não nos contaram nos bancos escolares, nem nas cadeiras da academia a história do nosso povo. O que contam do nosso povo é que fomos escravizados. E ao contar, contam com o olhar de quem se debruça na sacada da Casa Grande. Quando contam nossa história é de uma perspectiva embranquecida que nos mantem numa posição inferior. Até a vitória contra a escravidão retiraram de nós. Princesa Isabel recebe as glórias, mas quem as merecia era José do Patrocíneo, André Rebouças, Luiz Gama, Dandara, Luíza Mahin…

Leia mais:

https://www.geledes.org.br/carta-aberta-aos-negros-e-negras-que-lutam-pelo-fim-da-escravidao-do-pensamento/#gs.ZMmtLOA

Antropólogos lançam estudo sobre índios gays no Brasil (por Elenice Dueñas/via Jornal Já)

Por Elenice Dueñas – 5/6/2017 – via Jornal Já.

Revelador, pioneiro e reflexivo, “Gay Indians in Brazil: Untold Stories of the Colonization of Indigenous Sexualities” (Índios Gays no Brasil: As Histórias Não Contadas da Colonização das Sexualidades Indígenas) é o novo título que chegou ao mercado editorial internacional neste ano como um convite ao debate sobre alguns tabus.

Livro de autores brasileiros, lançado pela editora suíça Springer International Publishing, uma das maiores editoras científicas do mundo, tem como base a pesquisa para a tese de doutorado em antropologia do professor e pesquisador Estevão Rafael Fernandes, da Universidade Federal de Rondônia. A publicação traz a parceria da antropóloga gaúcha Barbara Maisonnave Arisi, atualmente pesquisadora visitante na Vrije Universiteit Amsterdam e professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

http://www.jornalja.com.br/indios-gays-no-brasil-historias-nao-contadas-sobre-a-colonizacao-das-sexualidades-indigenas

Em 10 anos houve aumento de 22% na morte de mulheres negras, diz estudo

Por Secretaria Especial de Políticas para Mulheres – 6/6/2017

O Atlas da Violência 2017, apresentado nessa segunda-feira (5) pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), revela uma triste realidade: o aumento de 22% da morte de mulheres negras, no período de 2005 a 2015. Nessa população, o índice de mortes chega a 5,2 mortes para cada 100 mil mulheres negras. Quando o estudo compara as mulheres não negras, no mesmo período, houve redução de 7,4%, com uma taxa de 3,1% mortes para cada 100 mil mulheres não negras.

Leia mais:

http://www.spm.gov.br/noticias/em-10-anos-houve-aumento-de-22-na-morte-de-mulheres-negras-diz-estudo

Este blog reúne mais de 150 livros de fotografia sobre a África (por Juliana Domingos de Lima/via Nexojornal)

Foto: Reprodução/Africa in the Photobook. Fotografias do livro “Les Hommes de la Danse” (Os homens da dança), de 1954, do fotógrafo Michel Huet. 

Por Juliana Domingos de Lima – 29/5/2017 – via Nexojornal.

Site ‘Africa in the Photobook’ mostra mudanças na forma como o continente é retratado ao longo de quase um século.

Leia mais:

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/05/29/Este-blog-re%C3%BAne-mais-de-150-livros-de-fotografia-sobre-a-%C3%81frica

Material didático de combate ao racismo contra indígenas é disponibilizado para download

Material didático de combate ao racismo contra indígenas é disponibilizado para download

Por Ministério Público Federal – 15/5/2017.

O Ministério Público Federal (MPF) publicou nesta segunda-feira (15) versão digital de material didático com informações para o combate às atitudes de preconceito, racismo e discriminação contra povos indígenas. O material está disponível para download.

Leia mais:

http://www.mpf.mp.br/pa/sala-de-imprensa/noticias-pa/material-didatico-de-combate-ao-racismo-contra-indigenas-e-disponibilizado-para-download

Quase 75 mil refugiados e migrantes correm risco de transtorno mental na Europa; 24 mil são crianças

Menina síria de oito anos, refugiada com sua família no abrigo da sociedade civil – o Pikpa –, um campo aberto de refugiados administrado por voluntários perto de Mitilene, na ilha grega de Lesvos, na Grécia. Foto: UNICEF/Gilbertson

Menina síria de oito anos, refugiada com sua família no abrigo da sociedade civil – o Pikpa –, um campo aberto de refugiados administrado por voluntários perto de Mitilene, na ilha grega de Lesvos, na Grécia. Foto: Unicef/Gilbertson.

Por ONU Brasil – 10/5/2017.

Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alertou que 75 mil refugiados e migrantes, incluindo 24,6 mil crianças, estão em risco de transtornos mentais na Grécia, na Bulgária, na Hungria e nos Bálcãs ocidentais. Segundo agência da ONU, os migrantes vivem em um estado prolongado de “limbo”.

Leia mais:

https://nacoesunidas.org/quase-75-mil-refugiados-e-migrantes-correm-risco-de-transtorno-mental-na-europa-24-mil-sao-criancas