Elas imprimiram o clitóris em 3D (é maior do que você pensava) – por Nathalia Ziemkiewicz/via Yahoo Vida e Estilo

Julieta Jacob e Caroline Arcari com o modelo de clitóris em 3D, cuja comercialização é pioneira no Brasil (Divulgação/Clitóri-se).

Por Nathalia Ziemkiewicz – 14/6/2017 – via Yahoo Vida e Estilo.

Essa coisinha fofa que parece ter pescoço-braços-peitos é um clitóris. Nunca mais o subestime: é bem maior que uma ervilha, mais potente que qualquer pênis, responsável por todos os orgasmos femininos. Ao longo da História, ele foi ignorado pela medicina e condenado por religiões. Ainda hoje, segue desconhecido entre as pernas de algumas e minimizado pela vaidade de alguns.

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https://br.vida-estilo.yahoo.com/elas-imprimiram-o-clitoris-em-3d-e-maior-que-voce-pensava-212247051.html

Antropólogos lançam estudo sobre índios gays no Brasil (por Elenice Dueñas/via Jornal Já)

Por Elenice Dueñas – 5/6/2017 – via Jornal Já.

Revelador, pioneiro e reflexivo, “Gay Indians in Brazil: Untold Stories of the Colonization of Indigenous Sexualities” (Índios Gays no Brasil: As Histórias Não Contadas da Colonização das Sexualidades Indígenas) é o novo título que chegou ao mercado editorial internacional neste ano como um convite ao debate sobre alguns tabus.

Livro de autores brasileiros, lançado pela editora suíça Springer International Publishing, uma das maiores editoras científicas do mundo, tem como base a pesquisa para a tese de doutorado em antropologia do professor e pesquisador Estevão Rafael Fernandes, da Universidade Federal de Rondônia. A publicação traz a parceria da antropóloga gaúcha Barbara Maisonnave Arisi, atualmente pesquisadora visitante na Vrije Universiteit Amsterdam e professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

http://www.jornalja.com.br/indios-gays-no-brasil-historias-nao-contadas-sobre-a-colonizacao-das-sexualidades-indigenas

FAO lança concurso de relatos e fotografias sobre mulheres rurais na América Latina e no Caribe

FAO lança concurso de relatos e fotografias sobre mulheres rurais na América Latina e no Caribe. Foto: EBC

FAO lança concurso de relatos e fotografias sobre mulheres rurais na América Latina e no Caribe. Foto: EBC.

Por ONU Brasil – 5/6/2017.

Estão abertas inscrições para concurso de relatos e fotografias sobre experiências de vida de mulheres rurais e suas organizações na América Latina e no Caribe, promovido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO); prazo é 31 de julho.

Os dois primeiros lugares ganharão passagens e estadia para acompanhar a 2ª Conferência de Mulheres Rurais da América Latina e do Caribe que será realizada em setembro no Paraguai.

Leia mais:

https://nacoesunidas.org/fao-lanca-concurso-de-relatos-e-fotografias-sobre-mulheres-rurais-na-america-latina-e-no-caribe

Danilo Gentili e o estupro remoto (por Flávia Azevedo/www.correio24horas.com.br)

Por Flávia Azevedo – 5/6/2017 – via www.correio24horas.com.br

A deputada não tem medo do seu pau. Nem a puta tem medo do seu pau. Pau não mete mais medo, pau não é mais poder. Somos putas, deputadas, mães, eletricistas, presidentas, pilotas de avião e continuaremos sendo a porra toda que a gente quiser. Não tem mais volta, não importa quantas melecas você coma atrás da porta do seu quarto. Não importa quantas unhas você destrua entre os dentes. Não importa quantas punhetas você bata pensando na mulher que você odeia. Não importa quantos quilos de papel você esfregue no seu pau, no seu saco, na sua impotência transformada em ódio. Acabou. A vergonha é sua que não consegue ser, sequer, um adversário à nossa altura. Como merecemos. Alguém que, minimamente, consiga se expressar usando o cérebro em vez do órgão genital.

Leia mais:

http://www.correio24horas.com.br/detalhe/artigo/noticia/flavia-azevedo-danilo-gentili-e-o-estupro-remoto/?cHash=bab5ef29da0599470905e339e4e02e09

Estupro é caracterizado como tortura em condenação do Brasil pela Corte da OEA (por Portal Catarinas)

Por Portal Catarinas –

“Está boa para ser comida”, disse o policial militar após apalpar o corpo de C.S.S, de 15 anos, e fazê-la tirar a blusa. Depois de olhar os seios da jovem, outro policial a forçou a fazer sexo anal com ele. Enquanto isso, um terceiro policial obrigava L.R.J, 19 anos, a praticar sexo oral, segurando-a pelo cabelo. A violência começou com a invasão da casa, onde as jovens estavam, por dez policiais que chegaram atirando à procura de um traficante. Durante a abordagem, eles ainda desferiram socos e chutes e bateram com um pedaço de madeira em partes dos corpos das vítimas. O caso aconteceu em 12 de novembro de 1994 e só agora será investigado graças a uma decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Pela primeira vez em uma ação contra o Estado brasileiro, a CIDH caracterizou o crime de estupro como uma forma de tortura. Trata-se também da primeira condenação do Brasil pela corte de casos envolvendo violência policial.

Leia mais:

http://catarinas.info/estupro-e-caracterizado-como-tortura-em-condenacao-do-brasil-pela-corte-da-oea

 

Quadrinhos explicam por que as mulheres se sentem tão cansadas (por Redação Hypeness)

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Por Redação Hypeness – maio/2017.

Todas as ilustrações © Emma/Tradução para o português: Bandeira Negra.

Já reparou como as mulheres parecem estar sempre mais cansadas do que seus companheiros? Muitas vezes é comum ouvir os homens reclamarem que elas “nunca relaxam” e até mesmo defini-las como “controladoras”. Mas será que elas gostam mesmo de assumir tantas responsabilidades?

Leia mais:

http://www.hypeness.com.br/2017/05/quadrinho-explica-porque-as-mulheres-se-sentem-tao-cansadas

O drama do ‘armário duplo’: a violência ‘invisível’ entre casais do mesmo sexo (por Antia Castedo/via BBC Mundo)

Detalhes de mãos se defendendo

Por Antia Castedo – 5/5/2017 – via BBC Mundo.

Coletivos LGBTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) afirmam que a violência entre casais do mesmo sexo é mais comum do que se imagina. Eles denunciam que, apesar de acontecer com frequência, pouca atenção é dada a esse tipo de violência.

Leia mais:

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39791785

Quebrando tabu na Maratona de Boston

 

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Publicado por Quebrando o Tabu em Sexta, 21 de abril de 2017

Via FB – abril/2017.

Em 1967, Kathrine Switzer se tornou a primeira mulher a correr a Maratona de Boston, apesar da proibição para mulheres. Se inscreveu como K.V. Switzer e quando o co-diretor da maratona Jock Semple percebeu que havia uma mulher correndo, tentou segurá-la e tirá-la da prova. Cinquenta anos depois, aos 70 anos, ela correu novamente a maratona com mais 13 mil mulheres.

23 formas de uma mulher empoderar a outra indicadas por ONGs e coletivos feministas (por Susana Cristalli/via Buzzfeed)

Arte: Larissa Ribeiro para revista AzMina / Via instagram.com

Por por Susana Cristalli – 21/3/2017 – via Buzzfeed.

Atitudes e ações práticas para que empoderamento seja mais do que uma palavra da moda.

Leia mais:

https://www.buzzfeed.com/susanacristalli/dicas-de-ongs-e-coletivos-feministas-para-uma-mulher?utm_term=.rrabOwr3O6#.vmPXP9kOPY