O drama do ‘armário duplo’: a violência ‘invisível’ entre casais do mesmo sexo (por Antia Castedo/via BBC Mundo)

Detalhes de mãos se defendendo

Por Antia Castedo – 5/5/2017 – via BBC Mundo.

Coletivos LGBTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) afirmam que a violência entre casais do mesmo sexo é mais comum do que se imagina. Eles denunciam que, apesar de acontecer com frequência, pouca atenção é dada a esse tipo de violência.

Leia mais:

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39791785

Quebrando tabu na Maratona de Boston

 

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Publicado por Quebrando o Tabu em Sexta, 21 de abril de 2017

Via FB – abril/2017.

Em 1967, Kathrine Switzer se tornou a primeira mulher a correr a Maratona de Boston, apesar da proibição para mulheres. Se inscreveu como K.V. Switzer e quando o co-diretor da maratona Jock Semple percebeu que havia uma mulher correndo, tentou segurá-la e tirá-la da prova. Cinquenta anos depois, aos 70 anos, ela correu novamente a maratona com mais 13 mil mulheres.

23 formas de uma mulher empoderar a outra indicadas por ONGs e coletivos feministas (por Susana Cristalli/via Buzzfeed)

Arte: Larissa Ribeiro para revista AzMina / Via instagram.com

Por por Susana Cristalli – 21/3/2017 – via Buzzfeed.

Atitudes e ações práticas para que empoderamento seja mais do que uma palavra da moda.

Leia mais:

https://www.buzzfeed.com/susanacristalli/dicas-de-ongs-e-coletivos-feministas-para-uma-mulher?utm_term=.rrabOwr3O6#.vmPXP9kOPY

Aplicativo aciona contatos de confiança de mulheres em situação de violência (por Rica Retamal/via Brasil de Fato)

Aplicativo Braços dados

Por Rica Retaman – 8/4/2017 – via Brasil de Fato.

Diferentes pesquisas de opinião e sobre violência apontam que o uso de espaços públicos ainda é um grande problema para as mulheres. Atividades simples do dia a dia, como andar de transporte público ou caminhar pela rua ainda são os locais com grande risco de assédio ou violência sexual. Para lutar contra essa triste realidade, a iniciativa independente de jornalismo “Gênero e Número” lançou recentemente um aplicativo.

Leia mais:

http://nucleopiratininga.org.br/aplicativo-aciona-contatos-de-confianca-de-mulheres-em-situacao-de-violencia-2

Dia Internacional da Mulher: à luta por um mundo melhor

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas no palco, multidão e atividades ao ar livre

Foto: Rovena Rosa/Arquivo/Agência Brasil.

Por Celso Vicenzi – 8 de Março – Dia Internacional da Mulher.

Minha homenagem a vocês, que são todas, são muitas, são únicas. Tudo que se possa dizer é insuficiente para descrevê-las em tantas especificidades e multiplicidades.

Meu reconhecimento às mulheres por tudo que fizeram e fazem para tornar o mundo um lugar melhor para se viver. O Dia Internacional da Mulher é um dia de luta. Portanto, à luta por um mundo com direitos iguais, de combate ao machismo, à sociedade patriarcal, à exclusão, à exploração, à discriminação, ao preconceito e todas as formas de violência.

Sem abdicar da singularidade da luta feminista, a conscientização de mulheres e homens por uma sociedade mais justa e solidária, deve ser a luta de toda(o)s.

Ipea aponta elitização e masculinização em PEC da reforma da Previdência (por Vitor Nuzzi/via Rede Brasil Atual)

Joana Mostafa

Joana, do Ipea: desigualdade entre homens e mulheres no Brasil não permite eliminar diferenças para efeito de aposentadoria.

Por Vitor Nuzzi – 8/2/2017 – via Rede Brasil Atual.

Segundo pesquisadores, mudanças nas regras farão com que quase metade das mulheres contribuintes não consiga se aposentar, especialmente as de piores condições de trabalho.

Leia mais:

http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2017/02/estudo-do-ipea-aponta-elitizacao-e-masculinizacao-na-pec-287