Como o derretimento de geleiras está levando ao ressurgimento de doenças ‘adormecidas’ (por BBC Brasil)

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As mudanças climáticas podem trazer de volta à vida antigos vírus e bactérias que já não existiam mais. Foto: Staffan Widstrand/Naturelpl.com

Por BBC Brasil – 15/5/2017.

O que aconteceria se nós, de repente, ficássemos expostos a bactérias e vírus mortais que ficaram ausentes por milhares de anos – ou então que nunca vimos antes?

É possível que estejamos perto de descobrir que aconteceria. As mudanças climáticas estão derretendo o solo da região do ártico que existiram ali por milhares de anos e, conforme o solo derrete, ele vai liberando antigos vírus e bactérias que, depois de ficarem tanto tempo “dormentes”, voltam à vida.

Leia mais:

http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-39905298

Documentário Deserto Verde estreia no Canal Brasil

Hoje à noite, estreia no Canal Brasil o nosso documentário "Deserto Verde", que só foi exibido oficialmente – uma única…

Publicado por Juliana Kroeger em Segunda, 24 de abril de 2017

‘É como dar cheque em branco’: privatizar estatal de água para sanar rombo no Rio é medida ‘imediatista’, diz relator da ONU (por Júlia Dias Carneiro/via BBC Brasil)

Protesto contra privatização da Cedae

Por Júlia Dias Carneiro – 23/2/2017 – via BBC Brasil.

Aprovar a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) do Rio para sanar a crise financeira do governo atual é uma medida que foi tomada de maneira “açodada”, sem base em evidências, sem as salvaguardas necessárias e sem considerar a função social dos serviços de saneamento, afirma Léo Heller, relator especial da ONU para o direito à água e ao saneamento e pesquisador da Fiocruz de Minas.

Leia mais:

http://www.bbc.com/portuguese/brasil-39048419

10 coisas que você precisa saber antes de começar uma horta (por Djalma Nery/via blog Plantar o Futuro)

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Por Djalma Nery – 15/2/2017 – via blog Plantando o Futuro.

Ao longo desses quase 10 anos trabalhando com agricultura urbana, conheci pessoas que traziam as mais variadas motivações para se cultivar uma horta: saúde, ecologia, organização comunitária, razões políticas, econômicas, ambientais, e um grande etcétera.

E realmente: horta é tudo isso e um pouco mais. Desconheço outras práticas que sejam tão agregadoras, plurais e transversais como a agricultura, principalmente a urbana, orgânica e em grupo.

Felizmente, cada vez mais pessoas tem nos procurado pedindo orientações de como começar uma horta nas mais distintas condições. Por conta disso, resolvi fazer esse pequeno texto com orientações básicas e iniciais para quem se interessar pelo assunto. Obviamente não se trata de um manual, mas de questões a serem consideradas e indicações de aprofundamento.

Leia mais:

http://outraspalavras.net/djalmanery/2017/02/15/10-coisas-que-voce-precisa-saber-antes-de-comecar-uma-horta

Ipea aponta elitização e masculinização em PEC da reforma da Previdência (por Vitor Nuzzi/via Rede Brasil Atual)

Joana Mostafa

Joana, do Ipea: desigualdade entre homens e mulheres no Brasil não permite eliminar diferenças para efeito de aposentadoria.

Por Vitor Nuzzi – 8/2/2017 – via Rede Brasil Atual.

Segundo pesquisadores, mudanças nas regras farão com que quase metade das mulheres contribuintes não consiga se aposentar, especialmente as de piores condições de trabalho.

Leia mais:

http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2017/02/estudo-do-ipea-aponta-elitizacao-e-masculinizacao-na-pec-287

Mais médicos, menos monstros (por Alex Solnik/via Brasil247)

Por Alex Solnik – 4/2/2017 – via Brasil247.

Ao demitir o neurocirurgião Richam Faissal Ellakis, que apontou em rede social o procedimento que deveria ser feito pelos médicos para a ex-primeira dama Marisa Letícia “abraçar o capeta”, a Unimed deu o primeiro passo, mas não o único que se espera em situações como essa, sem similar no país. Não me lembro de outro caso em que uma pessoa doente tenha sido tão vilipendiada e a Medicina tão desonrada.

Leia mais:

http://www.brasil247.com/pt/blog/alex_solnik/278577/Mais-m%C3%A9dicos-menos-monstros.htm

Morrendo com objeto (por Eliane Brum/via El País)

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Por Eliane Brum –  23/1/2017 – via El País.

Somos seres que morrem, isso não podemos evitar. Somos seres que perdem aqueles que amam, e isso também não podemos evitar. Mas há algo aterrador que persiste, e isso podemos evitar. E, mais do que evitar, combater. É preciso que os mortos por causas não violentas cessem de morrer violentamente dentro dos hospitais.

Aqueles que amamos se tornam vítimas de violência no espaço onde deveria existir cuidado. E nós, que os perdemos, também nos tornamos vítimas. Quando tudo acaba, não somos apenas pessoas que precisam elaborar o luto de algo doloroso, mas natural. O sistema médico-hospitalar faz de nós violentados. Não há apenas luto, mas trauma. E é preciso que comecem a responder por isso – ou a rotina de violências não cessará.

Leia mais:

http://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/23/opinion/1485169382_907896.html