Sugestões no combate à violência no Rio

Por Celso Vicenzi – 20/2/2018. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

Não sou especialista, mas será que para resolver a questão da violência no Rio de Janeiro e no Brasil não seria melhor:
Um exército de mão de obra pedagógica?
Uma brigada de médicos e enfermeiros?
Uma força expedicionária para atividades de lazer?
Um contingente de incentivadores do esporte?
Uma tropa de especialistas em distribuição de renda?
Uma milícia de técnicos para cuidar do saneamento?
Uma guarnição de peritos em infraestrutura?
Um batalhão de profissionais para um transporte público de qualidade?
Uma facção de ativistas da arte e da cultura?
Uma caravana de conhecedores de direitos humanos?
Uma divisão de combate à fome?
Uma miríade de fuzileiros no enfrentamento à falta de água?
Um comboio de manifestantes em favor de uma política habitacional?
Uma fileira de militantes sociais para oferecer alternativas aos jovens e evitar que ingressem no tráfico de drogas?
Uma patrulha permanente na limpeza do lixo?
Uma blitz contra a evasão escolar?
Uma barreira de escudos às balas perdidas?
Uma legião de combatentes contra o ódio de classes?
Um esquadrão mobilizado contra a violência e a criminalidade?
Uma força-tarefa para proporcionar empregos justos?
Uma trupe de guerreiros contra a corrupção?
Um regimento estratégico em favor da urbanização das favelas?
Grupos táticos para reivindicar mais creches?
Um comando de operações para acabar com o racismo?
Uma guerrilha sem tréguas contra as injustiças sociais?
Uma miríade de fuzileiros em favor da mobilidade social?
Um Estado-Maior de bem treinados servidores públicos a serviço da população que mais precisa?

Brasil tem o terceiro maior número de mortes violentas de mulheres no mundo (por Jamil Chade/O Estado de S

Por Jamil Chade/O Estado de S. Paulo – via Agência Patrícia Galvão – 7/12/2017. Colaborou Júlia Marque.

O Brasil teve, no ano passado, o maior número de mortes violentas do mundo. Foram 70,2 mil óbitos, o que equivale a 12,5% do total de registros em todo o planeta. O alerta faz parte de um informe divulgado pela entidade Small Arms Survey, referência mundial para a questão da violência armada. Em termos absolutos, a entidade aponta que a situação no Brasil supera a violência em Índia, Síria, Nigéria e Venezuela.

Leia mais:

http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/noticias-violencia/brasil-tem-o-terceiro-maior-numero-de-mortes-violentas-de-mulheres-no-mundo/?utm_term=Jovem+negra+tem+2+vezes+mais+chances+de+ser+morta+no+Brasil%2C+diz+relatorio&utm_campaign=Contatos+Geral&utm_source=e-goi&utm_medium=email

 

Pesquisas recentes comprovam o poder das PANC na prevenção de doenças (por Juliana Carreiro/via O Estado de S. Paulo)

Por Juliana Carreiro – 4/12/2017 – via O Estado de S. Paulo.

No início de 2016 publiquei aqui um post sobre as PANC, Plantas Alimentícias Não-Convencionais. Para se ter uma ideia, aqui no Brasil existem cerca de 10 mil espécies de plantas alimentícias e só utilizamos cerca de 300. Isso diminui a regionalidade alimentar e é mais uma prova do aumento da globalização dos nossos hábitos alimentares. As PANC normalmente são vistas como mato, ervas daninhas ou  invasoras das plantações, isso porque elas nascem e crescem sozinhas, sem precisar de nenhum tipo de manejo. O que a maioria das pessoas não sabe é que elas possuem mais nutrientes, fibras, proteínas e compostos bioativos do que as convencionais, principalmente as que são cultivadas em larga escala, com agrotóxicos e solo pobre. Na culinária, as PANC são saborosas e versáteis. E o aumento do seu consumo pode ajudar a combater a fome, a melhorar a renda de pequenos agricultores locais e a preservar o meio ambiente, pois não o agride na sua produção.

Leia mais:

http://emais.estadao.com.br/blogs/comida-de-verdade/pesquisas-recentes-comprovam-o-poder-das-panc-na-prevencao-de-doencas

Falhas em hospitais são a segunda causa de morte no país (por Décio Trujilo/via Huff Post Brasil)

Falhas banais como erros de dosagem ou de medicamento mataram 302.610 pessoas nos hospitais brasileiros em 2016, de acordo com o Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil. Foto: Stringer Brazil/Reuters.

Por Décio Trujilo – 22/11/2017 – via Huff Post Brasil.

Falhas banais como erros de dosagem ou de medicamento, uso incorreto de equipamentos e infecção hospitalar mataram 302.610 pessoas nos hospitais públicos e privados brasileiros em 2016. Foram, em média, 829 mortes por dia, uma a cada minuto e meio. Dentro das instituições de saúde, as chamadas mortes por “eventos adversos” ficam atrás daquelas provocadas por problemas no coração.

Leia mais:

http://www.huffpostbrasil.com/2017/11/22/falhas-em-hospitais-sao-a-segunda-causa-de-morte-no-pais_a_23285346/?utm_hp_ref=br-noticias

 

A ousadia de pensar o aborto: Uma questão bioético-política (por Fabio A.G. Oliveira, Letícia Gonçalves e Maria Clara Dias/via Revista Cult)

A ousadia de pensar o aborto: Uma questão bioético-política

Arte: Revista Cult.

Por Fabio A.G. Oliveira, Letícia Gonçalves e Maria Clara Dias – 13/11/2017 – via Revista Cult.

Segundo a Pesquisa Nacional do Aborto (PNA) realizada em 2016 e publicada em 2017, uma mulher por minuto pratica aborto no Brasil. Isso significa dizer que uma a cada cinco mulheres alfabetizadas entre 18 e 39 anos já fez um aborto. Ou seja: 4,7 milhões de mulheres já abortaram. Diante desses números, nos perguntamos: por qual razão pensar o aborto ainda gera tanto incômodo em uma parcela da população? E quais aspectos bioéticos e políticos precisamos destacar neste debate?

Leia mais:

https://revistacult.uol.com.br/home/ousadia-de-pensar-o-aborto-uma-questao-bioetico-politica/#.WgoU7IY9CJU.facebook

Atenção dos pais pode reduzir risco de abuso de drogas na adolescência (por Karina Toledo/via Agência Fapesp)

Atenção dos pais pode reduzir risco de abuso de drogas na adolescência

Estudo feito com mais de 6 mil jovens reforça a função protetora do estímulo ao cumprimento de regras. Pesquisa também indica que ricos bebem mais. Foto: Rebcenter/Wikimedia.

Por Karina Toledo – 7/11/2017 – via Agência Fapesp.

Pais que exigem o cumprimento de regras e que monitoram constantemente as atividades dos filhos – buscando saber onde estão, com quem e o que fazem – correm menor risco de enfrentar problemas relacionados ao abuso de álcool e de outras drogas quando as crianças entram na adolescência.

A probabilidade torna-se ainda menor quando, além de monitorar e cobrar, os pais também abrem espaço para o diálogo, explicam o motivo das regras e se mostram presentes no dia a dia dos filhos, dispostos a acolher suas dificuldades – característica parental que especialistas chamam de “responsividade”.

A conclusão é de uma pesquisa realizada na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) com 6.381 jovens de seis cidades brasileiras. Os resultados acabam de ser publicados na revista Drug and Alcohol Dependence.

Leia mais:

http://agencia.fapesp.br/atencao_dos_pais_pode_reduzir_risco_de_abuso_de_drogas_na_adolescencia/26569

Manual une conhecimento indígena e científico sobre os usos de plantas amazônicas (via Instituto Socioambiental)

Via Instituto Socioambiental – 5/10/2017.

Manual de Etnobotânica será lançado pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro, pelo Instituto Socioambiental (ISA) e demais parceiros do Brasil e da Inglaterra. Publicação é fruto de pesquisa e intercâmbio de conhecimentos com povos indígenas da região do Alto Rio Negro, noroeste amazônico.

Leia mais:

https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/manual-une-conhecimento-indigena-e-cientifico-sobre-os-usos-de-plantas-amazonicas?utm_medium=email&utm_source=transactional&utm_campaign=manchetes%40socioambiental.org

Livro gratuito reúne detalhes de quase 400 espécies de plantas medicinais

Livro gratuito reúne detalhes de quase 400 espécies de plantas medicinais

Foram necessários três anos de coleta para que os artistas pudessem desenhar todas as espécies. Foto: Reprodução.

Por CicloVivo – 7/11/2016.

O “Tratado das Plantas Medicinais” é fruto do trabalho de mais de 40 anos de pesquisas e vivências da farmacêutica e professora Telma Sueli Mesquita Grandi. A obra, disponível para download gratuito, reúne 383 espécies com poder medicinal.

Leia mais:

http://ciclovivo.com.br/noticia/livro-gratuito-reune-detalhe-de-quase-400-especies-de-plantas-medicinais

Saudável é comer o que te faz feliz (por Maria Bitarello/via Outras Palavras)

170919-Bosch

Imagem: Hieronymus Bosch, O Jardim das Delícias Terrenas, 1490-1510 (detalhe).

Por Maria Bitarello – 19/9/2017 – via Outras Palavras.

Desvie dos cálculos de nutrientes, do proselitismo alimentar. Dê à alma e ao corpo o que eles pedem. Confie no que te alegra – e mais na intuição que no intelecto.

Leia mais:

http://outraspalavras.net/destaques/saudavel-e-comer-o-que-te-faz-feliz

Metade de vítimas de estupro tem até 14 anos e foi violada por parente (por Isabela Cavalcante/via Metrópoles)

iStock

Por Isabela Cavalcante – 13/9/2017 – via Metrópoles. Foto IStock.

Quando a maioria das pessoas pensa em estupro, talvez a cena a seguir é a mais comum que vem à cabeça: uma garota de roupas curtas e apertadas vagando sozinha pelas ruas escuras da cidade. Ao cruzar um beco, é surpreendida por um homem encapuzado. Ele, um completo desconhecido, decide violar essa bela moça em um lugar público, acobertado e escondido no meio da noite.

Essa descrição não poderia estar mais distante da realidade. A 12ª edição do Dossiê Mulher, lançada em agosto de 2017, reporta as violências ocorridas no Rio de Janeiro. Apesar de estudar apenas um estado, ele revela tendências que ocorrem no país inteiro. Os dados de estupro são assustadores: 55% das mulheres estupradas têm menos de 14 anos, o que é caracterizado como estupro de vulnerável, e em quase 40% dos casos o agressor é alguém que a vítima conhece.

Leia mais:

https://www.metropoles.com/brasil/direitos-humanos-br/metade-de-vitimas-de-estupro-tem-ate-14-anos-e-foi-violada-por-parente