Silêncio que fala

Por Celso Vicenzi – 5/10/2017.

O silêncio eterno a que autoimpô-se Luiz Carlos Cancellier de Olivo, reitor da UFSC, falará para todo o sempre das injustiças e denunciará o modelo ditatorial implantado no Brasil, em pleno século 21: judicial-policial-midiático, igualmente perverso, intolerante, arbitrário, inquisidor, perseguidor, seletivo, cruel, classista, elitista, excludente, desumano.

silêncio dos moralistas: “por fora, e daí?” (por Fernando Brito/via Tijolaço)

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Por Fernando Brito – 4/9/2017 – via Tijolaço.

Rubens Valente, na Folha, vai na canela dos “campeões da moralidade”.

Três entre quatro ministros dos tribunais superiores (STF, STJ, TSE, TST) e do Tribunal de Contas da União recusaram-se a dizer se receberam valores por palestras ou participações em eventos.

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http://www.tijolaco.com.br/blog/o-silencio-dos-moralistas-por-fora-e-dai

Boaventura: a esquerda sem imaginação (por Boaventura de Sousa Santos/via Outras Palavras)

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Por Boaventura de Sousa Santos – 24/8/2017 – via Outras Palavras. Imagem: Edward Hooper, Pessoas ao sol (1963).

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Por não ousar novas formas de Democracia, Estado e Economia; e por não enfrentar articuladamente as três faces da dominação, ela tem sido incapaz de deter a ofensiva brutal do sistema.

http://outraspalavras.net/capa/boaventura-a-esquerda-sem-imaginacao

Jovem agredida por ex-namorado abandona Florianópolis por falta de segurança (por Sérgio Rubim/via Canga blog)

Por Celso Vicenzi

É mais comum do que se imagina, infelizmente. E é muito difícil saber antecipadamente, porque por trás de um homem que parece educado, gentil, às vezes se esconde um agressor, alguém brutal, extremamente machista. Egocêntricos e covardes, incapazes de aceitar um “não” sem apelar para a violência.
Parabenizo por denunciar publicamente. E que consiga vencer este trauma, punir este canalha e refazer a sua vida, com amor, paz e liberdade. Esta é uma luta de toda(o)s.

Via Canga blog – 21/8/2017.

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http://cangarubim.blogspot.com.br/2017/08/jovem-agredida-por-ex-namorado-abandona.html

Lava Jato e a marca da infâmia (por Luís Nassif/via GGN)

Por Luis Nassif – 14/8/2017 – via GGN.

A cada dia perpetra-se um estupro contra a Constituição, contra a civilização, contra os direitos sociais e individuais e até contra aspectos mais prosaicos de manifestação, o pudor público. Perdeu-se não apenas o respeito às leis como o próprio pudor e, com ele, o respeito mínimo pelo país.

Até onde irá essa selvageria? Quando começou essa ópera dantesca? Foram anos e anos de exercício diuturno do ódio por parte de uma imprensa tipicamente venezuelana.

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http://jornalggn.com.br/noticia/lava-jato-e-a-marca-da-infamia-por-luis-nassif

Lourdes Barreto: 30 anos na luta por identidade das prostitutas e contra violências (por Paula Guimarães/via portal Catarinas)

Lourdes Barreto atua há mais de 30 anos no movimento das prostitutas/Foto: Paula Guimarães.

Por Paula Guimarães – 29/11/2016 – via Portal Catarinas.

Lourdes Barreto, 75 anos, assim como sua colega Gabriela Leite, não tem medo das palavras. Pelo contrário, sempre lutou pelo direito de afirmar-se como trabalhadora do sexo: “sou puta”. É por entender que o estigma da palavra “puta” só se fortalece no anonimato e silêncio que a prostituta aposentada milita há 35 anos por identidade, melhores condições de trabalho e contra violências sofridas pelas profissionais do sexo.

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http://catarinas.info/lourdes-barreto-30-anos-na-luta-por-identidade-das-prostitutas-e-contra-violencias

As inconstitucionalidades da reforma trabalhista e as principais mudanças na vida do(a) trabalhador(a) (por Johann Schuck/via SLPG)

Por Johann Schuck – 17/7/2017 – via SLPG.

A nova Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017, denominada de Reforma Trabalhista, viola cabalmente diversos dispositivos da Constituição Federal. Mais do que isso, as novas modificações implementadas representam a verdadeira precarização das relações de trabalho, sob o pretexto de modernização da Justiça do Trabalho.

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http://slpgadvogados.adv.br/noticias/inconstitucionalidades-da-reforma-trabalhista-e-principais-mudancas-na-vida-doa

De tudo um pouco, menos justiça (por Fernando Horta/GGN)

Por Fernando Horta – via Luis Nassif/GGN.

Não diferem, em essência, a epistemologia que norteia o trabalho do historiador daquela que deveria nortear um juiz. De fato, seus trabalhos são muito semelhantes. Ambos criam narrativas sobre o passado através de um corpo de provas previamente recolhido. Pesam-se as importâncias de cada narrativa, seus pontos de apoio, suas falhas, incongruências para, no fim, oferecer uma explicação sobre uma ausência que fazemos – à força – presente. É a vontade do historiador que traz o passado de volta. Isto já se tem muito claro na historiografia. O peso dos fatos históricos é dado por quem reconstrói a narrativa. Os juízes – alguns – ainda parecem viver no mundo da “verdade absoluta”, como se eles fossem observadores distantes e plenos de um passado perfeitamente apreensível. E sobre a narrativa deste passado, não exercessem qualquer deformação.

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http://jornalggn.com.br/blog/blogfernando/de-tudo-um-pouco-menos-justica-por-fernando-horta