O golpe, um ano depois

Circula no FB – maio/2017

O DIA DA VERGONHA

Um ano atrás, um golpe maquinado para tirar do poder a primeira mulher eleita para governar o Brasil teve início. Ela acabou deposta. O principal mentor do golpe está preso. O principal beneficiário, acuado por graves denúncias. E, desde então, o país só anda pra trás. E a democracia não foi restaurada.

#ForaTemer #Democracia #Impeachment #DiadaVergonha

O DIA DA VERGONHAUm ano atrás, um golpe maquinado para tirar do poder a primeira mulher eleita para governar o Brasil teve início. Ela acabou deposta. O principal mentor do golpe está preso. O principal beneficiário, acuado por graves denúncias. E, desde então, o país só anda pra trás. E a democracia não foi restaurada.#ForaTemer #Democracia #Impeachment #DiadaVergonha

Publicado por Humberto Costa em Segunda, 17 de abril de 2017

Material didático de combate ao racismo contra indígenas é disponibilizado para download

Material didático de combate ao racismo contra indígenas é disponibilizado para download

Por Ministério Público Federal – 15/5/2017.

O Ministério Público Federal (MPF) publicou nesta segunda-feira (15) versão digital de material didático com informações para o combate às atitudes de preconceito, racismo e discriminação contra povos indígenas. O material está disponível para download.

Leia mais:

http://www.mpf.mp.br/pa/sala-de-imprensa/noticias-pa/material-didatico-de-combate-ao-racismo-contra-indigenas-e-disponibilizado-para-download

Celso Amorim: A suspensão do Instituto Lula lembra o que aconteceu na Alemanha nazista

Por Celso Amorim, em Nocaute, via Viomundo. – 16/5/2017.

Se nós olharmos o que aconteceu em outras situações ditatoriais, se olharmos o que aconteceu na Alemanha nazista, aquelas pequenas ações que eram tomadas, muitas delas eram até dentro da lei. Dentro da lei que havia no momento ou da interpretação que se dava à lei.

Leia mais:

http://www.viomundo.com.br/denuncias/celso-amorim-a-suspensao-do-instituto-lula-lembra-o-que-aconteceu-na-alemanha-nazista.html

Bauman e o momento político brasileiro (por Marcio Valley/via GGN)

Por Marcio Valley – 16/5/2017 – via GGN.

Quem é o autor e como se produz e reproduz o discurso ideológico hegemônico? A resposta é óbvia: siga o dinheiro, estúpido! A ideologia dominante deve produzir um mundo no qual a manutenção da ordem e a vontade de progresso sejam o padrão dominante de comportamento.

A manutenção da ordem deve ser entendida como a submissão ao ordenamento legal ainda que ao custo da fome e da própria vida. Rebeliões por insatisfação com a renda ou com as condições materiais de existência, mesmo as realizadas por populações incontroversamente miseráveis, deve ser vista pelo restante da população como coisa de baderneiros, terroristas e vândalos. Decisões públicas amargas, capazes de conduzir a miséria a níveis inimagináveis, devem ser percebidas pela maioria da população como dolorosas, porém inevitáveis.

Leia mais:

http://jornalggn.com.br/blog/marcio-valley/bauman-e-o-momento-politico-brasileiro-por-marcio-valley

E segue o jornalismo de ocasião…

Num dos telejornais matutinos locais, o comentarista, ao abordar as “pedaladas fiscais” do governador Raimundo Colombo, minimizou o problema e previu que tudo deve terminar, provavelmente, com a aprovação das contas com ressalvas, por parte do Tribunal de Contas do Estado.

Em nenhum momento o jornalista contextualizou a questão com o mesmo “crime” que tirou uma presidenta da República do poder. “Pedaladas” que, aliás, outros 17 governadores também fizeram e terminarão impunes. Depois que o golpe ficou explícito, ninguém mais quer falar disso. E assim segue o jornalismo de ocasião, sem contextualizar os fatos, tratando problemas iguais de forma diferente.

Lula: a visão de uma anarquista (por Dora Incontri/via blog Dora Incontri)

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Por  Dora Incontri – 11/5/2017 – via blog Dora Incontri.

Nunca votei no Lula. Também não votei em Dilma. Nem em Fernando Henrique, nem em Collor. Não votei, porque sou anarquista. O que é ser anarquista? É ter consciência de que os sistemas de governo – todos, incluindo a democracia e incluindo os sistemas pretensamente socialistas que tivemos na história recente – estão sempre a serviço de alguma classe, de alguns privilegiados. O Estado é mantido pela violência militar e policial, que pode ser usada a qualquer momento contra o próprio povo ou contra outros povos. E sempre a serviço de interesses de grupos. No caso da democracia atual, ela está a serviço dos bancos, das corporações, dos lobbies, das elites locais e das elites internacionais. Em momentos menos ruins, sobram alguns direitos a mais para o povo. Em algumas tradições de construção estatal, com mais tempo sob influência de ideias sociais e igualitárias, como alguns países da Europa, houve maior oportunidade para o povo adquirir mais educação e um tanto mais de direitos – mas que agora estão sendo retirados em toda parte.

Leia mais:

https://doraincontri.com/2017/05/11/lula-a-visao-de-uma-anarquista