A democracia sob ameaça – por Nicolas Gael/via blog do Miro

Por Nicolas Gael – 26/9/2018 – via blog do Miro.

Será um erro eleger para a presidência do Brasil um candidato com tão pouco apreço pelo regime democrático. É mais que um voto, é um cheque em branco, um passaporte para o perigo. Uma enorme ameaça à democracia, que pode ser eliminada, ironicamente, com o voto de milhões de brasileiros, abrindo caminho para um golpe dentro do golpe.

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https://altamiroborges.blogspot.com/2018/09/a-democracia-sob-ameaca.html

 

Brasil é semifinalista na ‘Copa da Desigualdade’, por José Eustáquio Diniz Alves/via Projeto Colabora

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Assim como futebol, país tem histórico de destaque no ranking da concentração de renda.

Por José Eustáquio Diniz Alves – via Projeto Colabora – 21/6/2018

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https://projetocolabora.com.br/cidadania/brasil-e-semifinalista-na-copa-da-desigualdade/?utm_source=Colabora&utm_campaign=97304b6467-EMAIL_CAMPAIGN_2018_09_20_12_09&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-97304b6467-417482585

A sobrevivência dos mais ricos e como tramam abandonar o barco, por Douglas Rushkoff, via IHU

Por Douglas Rushkoff – via IHU – 7/8/2018

Para os multimilionários, o futuro da tecnologia consiste em sua capacidade de fuga. O objetivo é transcender a condição humana e se proteger da mudança climática, os grandes fluxos migratórios, as pandemias globais…

O artigo é de Douglas Rushkoff, escritor, documentarista e palestrante estadunidense, cujo trabalho se concentra na autonomia humana na era digital, em artigo publicado por Ctxt, 01-08-2018. A tradução é do Cepat.

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http://www.ihu.unisinos.br/581551-a-sobrevivencia-dos-mais-ricos-e-como-tramam-abandonar-o-barco

Mundo tem recorde de pessoas deslocadas

Membros da minoria muçulmana rohingya fogem de Myanmar em direção a Bangladesh

Membros da minoria muçulmana rohingya fogem de Myanmar em direção a Bangladesh. Foto: M. Mostqfigur Raman/Deutsche Welle.

Por BBC Brasil – 20/6/2018.

Em 2017, 68,5 milhões estavam longe de suas regiões de origem, fugindo de conflitos, crise, violência ou perseguição. Número, que inclui deslocados internos e refugiados, é o maior registrado em sete décadas.

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http://www.dw.com/pt-br/mundo-tem-recorde-de-pessoas-deslocadas/a-44286125?utm_source=Colabora&utm_campaign=c98e3e596e-EMAIL_CAMPAIGN_2018_06_20_05_22&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-c98e3e596e-417482585

A comovente gravação que mostra o sofrimento das crianças separadas da família pela Imigração nos EUA

 Gravação mostra sofrimento das crianças separadas da família na fronteira dos EUA.
Gravação mostra sofrimento das crianças separadas da família na fronteira dos EUA

São quase oito minutos de áudio com choro e súplicas de crianças.

Por BBC Brasil – 19/6/2018.

São quase oito minutos de áudio com choro e súplicas de crianças.

O site Propublica divulgou uma gravação em que é possível ouvir o sofrimento de meninos e meninas imigrantes da América Central, separados de seus pais após tentarem entrar ilegalmente nos Estados Unidos.

A gravação foi feita em um centro de detenção da Patrulha de Fronteira americana, na fronteira do país com o México.

Leia mais:

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-44532068?utm_source=Colabora&utm_campaign=c98e3e596e-EMAIL_CAMPAIGN_2018_06_20_05_22&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-c98e3e596e-417482585

Elza Soares canta esperança e liberdade no país do desalento (por Mário Magalhães/The Intercept Brasil)

Elza Soares lança novo disco, Deus é mulher

Capa do novo álbum “Deus é mulher”, de Elza Soares.

Por Mário Magalhães – 24/5/2018 – via The Intercept Brasil.

O novo álbum de Elza Soares, “Deus é mulher”, é fecundo em criações que cantam e contam o Brasil de cinquenta anos depois do toque de Gal. Contém onze faixas, com rap, canção, samba, frevo. Chegou às plataformas digitais na quinta-feira. Será vendido em CD e, ói nóis aqui traveiz, vinil e cassete.

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https://theintercept.com/2018/05/23/elza-soares-novo-album/?utm_source=Colabora&utm_campaign=70b4c5d7ee-EMAIL_CAMPAIGN_2018_05_23&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-70b4c5d7ee-417482585

Uma outra história: a iconografia de um país nada cordial

Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964

Casa bombardeada em São Paulo, em 1924, uma das imagens da exposição ‘Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964’. COLEÇÃO MONSENHOR JAMIL ABIB.

Por André de Oliveira – 15/5/2018 – via El País.

Quando olha para as disputas, conflitos e violências atuais, o Brasil tem muitas vezes dificuldade em entender de onde partiu a centelha do conflito, exatamente. Afinal, o retrato do brasileiro como um povo cordial, pacífico e conciliador abunda tanto na historiografia, quanto na iconografia. As grandes imagens do Brasil falam, muitas vezes, de um país icônico: jangadas ao mar, religiões afro-brasileiras, novas cidades sendo erigidas em meio ao cerrado. Oferecer uma outra representação, que ilustre os conflitos e violências constantes que fizeram e fazem parte da história do país, é o que pretende a exposição Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964, que, depois de uma temporada no Rio de Janeiro, chega ao Instituto Moreira Salles (IMS) de São Paulo, terça-feira, dia 8.

Leia mais:

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/07/cultura/1525729238_420546.html?utm_source=Colabora&utm_campaign=30e5cf063c-EMAIL_CAMPAIGN_2018_05_08&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-30e5cf063c-417482585

Sugestões no combate à violência no Rio

Por Celso Vicenzi – 20/2/2018. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

Não sou especialista, mas será que para resolver a questão da violência no Rio de Janeiro e no Brasil não seria melhor:
Um exército de mão de obra pedagógica?
Uma brigada de médicos e enfermeiros?
Uma força expedicionária para atividades de lazer?
Um contingente de incentivadores do esporte?
Uma tropa de especialistas em distribuição de renda?
Uma milícia de técnicos para cuidar do saneamento?
Uma guarnição de peritos em infraestrutura?
Um batalhão de profissionais para um transporte público de qualidade?
Uma facção de ativistas da arte e da cultura?
Uma caravana de conhecedores de direitos humanos?
Uma divisão de combate à fome?
Uma miríade de fuzileiros no enfrentamento à falta de água?
Um comboio de manifestantes em favor de uma política habitacional?
Uma fileira de militantes sociais para oferecer alternativas aos jovens e evitar que ingressem no tráfico de drogas?
Uma patrulha permanente na limpeza do lixo?
Uma blitz contra a evasão escolar?
Uma barreira de escudos às balas perdidas?
Uma legião de combatentes contra o ódio de classes?
Um esquadrão mobilizado contra a violência e a criminalidade?
Uma força-tarefa para proporcionar empregos justos?
Uma trupe de guerreiros contra a corrupção?
Um regimento estratégico em favor da urbanização das favelas?
Grupos táticos para reivindicar mais creches?
Um comando de operações para acabar com o racismo?
Uma guerrilha sem tréguas contra as injustiças sociais?
Uma miríade de fuzileiros em favor da mobilidade social?
Um Estado-Maior de bem treinados servidores públicos a serviço da população que mais precisa?

“Podemos ter democracia desde que não se aplique aos interesses da população”: o economista Ladislau Dowbor fala ao DCM

Por Celso Vicenzi – 2/2/2012 – Via DCM.

Em seu mais recente livro, “A era do capital improdutivo – a nova arquitetura do poder” (editoras Outras Palavras e Autonomia Literária), o economista Ladislau Dowbor, professor titular de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, analisa três grandes temas da atualidade: a riqueza do mundo que é capturada pelos bancos e seus intermediários financeiros; o sequestro da democracia pelo capital improdutivo, e a ameaça da destruição do planeta. Consultor de agências das Nações Unidas, governos e municípios, além de várias organizações do sistema “S”, Ladislau é autor e co-autor de cerca de 40 livros. Toda a sua produção intelectual está disponível online na página dowbor.org.

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http://www.diariodocentrodomundo.com.br/podemos-ter-democracia-desde-que-nao-se-aplique-aos-interesses-da-populacao-o-economista-ladislau-dowbor-fala-ao-dcm

Sobre a lógica do discurso de ódio, os robôs e o roubo (por Márcia Tiburi/via Revista Cult)

Sobre a lógica do discurso de ódio, os robôs e o roubo

Por Márcia Tiburi – 1/2/2018 – Via Revista Cult. Arte: Revista Cult.

Depois do evento em que me recusei a participar de um programa de rádio no qual, sem me avisar, convidaram um conhecido defensor do vazio do pensamento para falar, grupos de extrema direita têm se esforçado para atacar a minha imagem, recortando e editando entrevistas, vídeos e textos que circulam na internet.

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https://revistacult.uol.com.br/home/marcia-tiburi-odio-robos-e-roubo