Sobre a lógica do discurso de ódio, os robôs e o roubo (por Márcia Tiburi/via Revista Cult)

Sobre a lógica do discurso de ódio, os robôs e o roubo

Por Márcia Tiburi – 1/2/2018 – Via Revista Cult. Arte: Revista Cult.

Depois do evento em que me recusei a participar de um programa de rádio no qual, sem me avisar, convidaram um conhecido defensor do vazio do pensamento para falar, grupos de extrema direita têm se esforçado para atacar a minha imagem, recortando e editando entrevistas, vídeos e textos que circulam na internet.

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https://revistacult.uol.com.br/home/marcia-tiburi-odio-robos-e-roubo

Zizek: Amor e Sexo sob o gelo dos contratos (via Outras Palavras)

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Por Slavoj Žižek | Tradução: Ricardo Cavalcanti-Schiel | Imagens: René Magritte, Os Amantes (1928) e João Rabello (charge).

Ocecada em transformar a experiência erótica em algo previsível e controlado, onda moralista ameaça afogar o desejo e sufocar a liberdade sexual das mulheres.

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https://outraspalavras.net/destaques/zizek-amor-e-sexo-sob-o-gelo-dos-contratos

Stille Nacht/Noite Feliz – A acidentada trajetória de uma canção (por Edgar Welzel, de Stuttgart, Alemanha/via portal BrasilAlemanha)

Por Edgar Welzel, de Stuttgart, Alemanha – 17/12/2017 – via portal BrasilAlemanha.

A canção natalina “Noite Feliz”, com texto original em alemão, é hoje conhecida e cantada por mais de 2 bilhões de cristãos ao redor do mundo. É a mais conhecida melodia da cristandade e – como mais adiante veremos – não só da cristandade. Uma canção que nasceu quase ao acaso, uma melodia para duas vozes com acompanhamento de violão/guitarra, para substituir o órgão da igreja, que apresentava defeito.

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http://www.brasilalemanha.com.br/novo_site/noticia/stille-nacht-noite-feliz-a-acidentada-trajetoria-de-uma-cancao-por-edgar-welzel-de-stuttgart-alemanha/10045

Luta de classes na era do Uber (por Marco Antonio Gonsales de Oliveira, Rodrigo Bombonati de Souza Moraes e Rogério de Souza/via Outras Palavras)

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Por Marco Antonio Gonsales de Oliveira, Rodrigo Bombonati de Souza Moraes e Rogério de Souza – 13/12/2017 – via Outras Palavras. Imagem: Diego Rivera, Detroit Industry Murals (1933).

Distintos entre si, fordismo e toyotismo tinham algo em comum: a oferta, aos trabalhadores, de compensações parciais. O novo arranjo “produtivo” é retrocesso puro.

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http://outraspalavras.net/destaques/luta-de-classes-na-era-do-uber

Brasil, modus operandi

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Por Celso Vicenzi – 11/12/2017. Ilustração: Jean-Baptiste Debret (1768-1848)

O “modus operandi” do Brasil sem lei (lei só para enquadrar adversários do regime) já está decidido. A Polícia Federal monta um aparato de guerra gigantesco para prender e conduzir coercitivamente quem nunca se recusou a prestar depoimento sobre o que quer que seja. Faz a operação com base em meras suspeitas, pulando etapas do que deveria ser um processo formal na justiça, com direito à defesa antes de ser exposto à execração pública. O Judiciário faz de conta que não vê a exceção e o arbítrio contra o Estado Democrático de Direito. O Ministério Público, politizado e fascinado com os holofotes e a fogueira das vaidades, elenca um festival de “diz-que-diz” de pessoas nem sempre idôneas, chancela e assina embaixo, seletivamente, é claro, pois contra tucanos e outras aves de bico ou porte grande, não é besta de abrir o bico.

A mídia faz a cobertura sem nenhuma crítica a esses exageros e cria um clima de que o Brasil está sendo “passado a limpo”. Uma população é anestesiada por essa avalanche de acontecimentos e a tudo assiste passiva, sem entender que já está sendo traçado o pior dos destinos para o seu futuro – o futuro dos pobres e da classe trabalhadora do país. E tem ainda a classe média, aquela que bateu panelas e dançou com patos amarelos, que vai perdendo as calças, os anéis e os dedos, mas continua a fazer cara de “gente fina”, tentando ostentar o que não tem, uns poucos degraus acima da pobreza e a quilômetros de distância dos ricos em que se espelham com a ilusão de que um dia também farão parte da elite que a oprime.

Quando não for mais possível conter a revolta popular (fome, carestia, desemprego, humilhação, salários aviltantes, jornadas exaustivas, depressão, escravidão, corrupção etc), os golpistas vão pedir o apoio das Forças Armadas para “restabelecer a ordem”.

A ordem, no caso, é aquela que saqueou o país, entregou nossas riquezas, destruiu com a inteligência, botou a nação de joelhos diante dos interesses imperialistas e privilegiou corruptos e seus parceiros em um golpe contra a soberania e o futuro de um Brasil eternamente Colônia.

Nossos “patriotas” são muito ferozes para combater e atacar aqueles que lutam por um Brasil para todos, mais justo e fraterno, orgulhoso de sua cultura, dono do seu destino no cenário internacional, mas são extremamente dóceis para com os donos do capital e seu universo de privilégios, cujo dinheiro nunca teve pátria. Sempre dispostos, aliás, a vender o país, falar mal dos brasileiros, e se mudar para Miami, Paris ou qualquer outro lugar longe daqui, onde possam gastar fortunas made in Brazil.

Eu, Dallagnol e o corporativismo do Ministério Público (por Eugênio Aragão/via DCM)

Por Eugênio Aragão – 3/12/2017 – via DCM.

É de interesse público que o ministério público se cale. Só fale nos autos. Suas manifestações têm enorme potencial de acirrar conflitos, mormente quando trata a ferro e fogo pessoas sobre as quais ainda prevalece a presunção de inocência. É de interesse público que o ministério publico se porte dentro dos estritos ditames da lei, respeitando os outros poderes e seus agentes, dentro do princípio de sua separação harmônica.

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http://www.diariodocentrodomundo.com.br/eu-dallagnol-e-o-corporativismo-do-ministerio-publico-por-eugenio-aragao

Pesquisas recentes comprovam o poder das PANC na prevenção de doenças (por Juliana Carreiro/via O Estado de S. Paulo)

Por Juliana Carreiro – 4/12/2017 – via O Estado de S. Paulo.

No início de 2016 publiquei aqui um post sobre as PANC, Plantas Alimentícias Não-Convencionais. Para se ter uma ideia, aqui no Brasil existem cerca de 10 mil espécies de plantas alimentícias e só utilizamos cerca de 300. Isso diminui a regionalidade alimentar e é mais uma prova do aumento da globalização dos nossos hábitos alimentares. As PANC normalmente são vistas como mato, ervas daninhas ou  invasoras das plantações, isso porque elas nascem e crescem sozinhas, sem precisar de nenhum tipo de manejo. O que a maioria das pessoas não sabe é que elas possuem mais nutrientes, fibras, proteínas e compostos bioativos do que as convencionais, principalmente as que são cultivadas em larga escala, com agrotóxicos e solo pobre. Na culinária, as PANC são saborosas e versáteis. E o aumento do seu consumo pode ajudar a combater a fome, a melhorar a renda de pequenos agricultores locais e a preservar o meio ambiente, pois não o agride na sua produção.

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http://emais.estadao.com.br/blogs/comida-de-verdade/pesquisas-recentes-comprovam-o-poder-das-panc-na-prevencao-de-doencas

Isenção trilionária é a cereja do bolo da entrega do pré-sal (por João Filho/via The Intercept Brasil)

Angra dos Reis - RJ, 03/06/2011. SCAVE - Local do evento da Cerimônia de batismo da Plataforma P - 56. Foto: Ichiro Guerra/PR.

Por João Filho – 3/12/2017 – via The Intercept Brasil. Foto: Ichiro Guerra/Agência Brasil.

Na última quarta-feira, Michel Temer e seus comparsas empreenderam mais um ataque contra os cofres públicos. A base governista aprovou uma MP que fará o país abrir mão de 1 trilhão em impostos em favor das petrolíferas estrangeiras que irão explorar o pré-sal brasileiro. Mas este é apenas um dos capítulos finais de um roteiro entreguista que começou a ser desenhado antes mesmo do golpe parlamentar.

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https://theintercept.com/2017/12/03/isencao-trilionaria-e-a-cereja-do-bolo-da-entrega-do-pre-sal

“O poder sem controle é a pior das maldições”: a aula pública sobre a tragédia do reitor da UFSC (por Celso Vicenzi/via DCM)

Aula Pública na Ufsc: Resistência ao abuso de poder e ao fascismo. Foto: Celso Vicenzi.

Por Celso Vicenzi – 29/11/2017 – via DCM.

Contra todos os abusos que se cometem no Brasil, sobretudo a partir da Lava Jato e do golpe contra a presidenta Dilma Roussef, oradores se revezaram na aula pública na UFSC, em defesa dos fundamentos do Estado Democrático de Direito e da Autonomia Universitária, e também pela apuração dos fatos e responsabilização dos agentes envolvidos na crise que vitimou a Ufsc e o ex-reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo.

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http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-poder-sem-controle-e-pior-das-maldicoes-aula-publica-sobre-tragedia-do-reitor-da-ufsc-por-celso-vicenzi

TV a serviço da tecnologia do racismo (por Joice Berth/via Fundação Mauricio Grabois)

Por Joice Berth – 24/11/2017 – via Fundação Mauricio Grabois.

Os serviçais negros, sempre pacíficos, embora ignorantes e desprovidos de cultura e bons modos brancos, são um exemplo comum dessa técnica de manutenção do lugar criado para o sujeito negro exercido pela televisão.

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http://fndc.org.br/clipping/tv-a-servico-da-tecnologia-do-racismo-954025