Hora de examinar o poder dos super ricos (por Antonio Cattani, entrevistado no IHU/via Outras Palavras)

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Por  Antonio Cattani, entrevistado no IHU – 27/11/2017 – via Outras Palavras.

Mídia e academia quase não estudam o rentismo, sistema de privilégios que permite a uma pequena elite concentrar cada vez mais riquezas. Por isso, ainda acredita-se na meritocracia…

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http://outraspalavras.net/outrasmidias/capa-outras-midias/hora-de-examinar-o-poder-dos-super-ricos

O ativismo identitário e o debate público: entrevista com Francisco Bosco (por Paula Miraglia e Ricardo Monteiro/via Nexo)

Por Paula Miraglia e Ricardo Monteiro – 24/11/2017 – Via Nexo.

“A vítima tem sempre razão?” é o título do novo livro do autor, que analisa a atuação dos movimentos feminista, negro e LGBTs no Brasil hoje.

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https://www.nexojornal.com.br/video/video/O-ativismo-identit%C3%A1rio-e-o-debate-p%C3%BAblico-entrevista-com-Francisco-Bosco

O Capital Improdutivo e a busca de um antídoto (por Marco Weissheimer, no Sul21/via Outras Mídias)

Por Marco Weissheimer, no Sul21 – 23/11/2017 -via Outras Mídias.

Em nova entrevista sobre seu livro, Ladislau Dowbor explica: nova dinâmica do sistema é sugar riqueza social sem produzir. Mas há saídas — como uma Reforma Tributária implacável.

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http://outraspalavras.net/outrasmidias/capa-outras-midias/o-capital-improdutivo-e-a-busca-de-um-antidoto

Aragão: “Toda vez que se deposita alguma esperança no STF, a gente só pode rir no cantinho da boca”

Por Celso Vicenzi – 31/10/2017.

O ex-ministro da Justiça no governo Dilma e ex-procurador do Ministério Público Federal, Eugênio Aragão, proferiu palestra no Seminário estadual sobre “A conjuntura nacional, a reforma política e os possíveis conflitos de jurisprudência”, promovido pela CUT/SC no dia 26 de outubro, na Federação dos Comerciários de Santa Catarina (Fecesc), em Florianópolis.

Uma aula sobre quem são e como atuam os agentes e os órgãos do Ministério Público e do Judiciário, e sobre as ilusões dos governos populares de Lula e Dilma, que esqueceram a luta de classes.

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http://www.diariodocentrodomundo.com.br/aragao-toda-vez-que-se-deposita-alguma-esperanca-no-stf-a-gente-so-pode-rir-no-cantinho-da-boca

Como me tornei historiadora e a vida entre livros, arquivos e salas de aula

Foto: Robson Maia.

Por Nexo Jornal – 16/10/2017 – via #Colabora.

A professora de história da UFRJ Giovana Xavier fala sobre sua trajetória como intelectual negra no Brasil.

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Por que o Brasil precisa de mais impostos (por Patrícia Fachin, no IHU Online/via Outras Palavras)

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Por Patrícia Fachin, no IHU Online – 18/10/2017 – via Outras Palavras.

Coordenador de campanhas da Oxfam desafia o senso comum e dispara: num país marcado pela desigualdade, é preciso tributar os ricos e aumentar fortemente o gasto social. Rafael Georges, entrevistado.

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Jessé Souza: “O ódio ao pobre é o problema central do Brasil” (por Brasil247)

Ag. Senado | Ricardo Stuckert | USP Imagens

Por Brasil247 – 29/9/2017.

O sociólogo e professor Jessé Souza acredita que “o ódio ao pobre é o problema central do Brasil”. Em seu novo livro, “A elite do atraso – da escravidão à Lava Jato”, ele apresenta a tese sobre como é legitimada a desigualdade social no Brasil e como a elite do dinheiro é a principal influenciadora das ideias e projetos do País, comprando todas as outras elites.

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https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/319945/Jess%C3%A9-Souza-%E2%80%9CO-%C3%B3dio-ao-pobre-%C3%A9-o-problema-central-do-Brasil%E2%80%9D.htm

“Uma aula é tanto emoção quanto inteligência”, afirma Deleuze (por Revista Pazes)

Por Revista Pazes – 21/1/2016.

Gilles Deleuze nasceu na França e viveu de 1925 a 1995. Notável filósofo e professor de Filosofia em diversas Faculdades, publicou estudos sobre pensadores como Nietzsche, Kant e Spinoza, sendo apontado como um dos responsáveis pelo crescente interesse pela obra de Nietzsche.

Recatado, pouco dado a entrevistas e a qualquer sorte de exposição pública, é sempre um achado encontrar, na rede, alguma de suas falas.

No link abaixo, o vídeo em que ele diz sobre o seu encantamento pelo ato de ensinar.

http://www.revistapazes.com/deleuze

E se os bancos servissem à sociedade? (por Amyra el Khalili, entrevistada por Patrícia Fachin, na IHU Online/via Outras Palavras)

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Sururu, moeda solidária utilizada pelo Banco Solidário Quilombola do Iguape (BA) como dinheiro comunitário local no Recôncavo Baiano.

Por  Amyra el Khalili, entrevistada por Patrícia Fachin, na IHU Online – 18/9/2017 – via Outras Palavras.

Apoiada em Ladislau Dowbor e Yann Leboutang, economista sustenta: em vez de limitar-se a criticar os bancos, esquerda deve propor sua transformação radical.

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http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=515641