Podres de ricos investem no desastre social (por Flavio Ilha, entrevista com Antonio David Cattani/via Extra Classe)

Podres de ricos investem no desastre social

Por  Flavio Ilha, entrevista com Antonio David Cattani – 14/8/2017 – via Extra Classe.

Economista, professor e um dos mais respeitados pesquisadores sobre a concentração de riqueza no mundo, Antonio David Cattani está lançando um novo livro. Em Ricos, podres de rico (Tomo Editorial, 64 páginas), disseca de forma didática e acessível – “sem economês”, salienta – como o aumento da riqueza nas mãos de poucas empresas ou pessoas é um risco à democracia, além de uma ameaça ao próprio capitalismo. “A crise de 1929 foi provocada pelo mesmo fenômeno que estamos observando agora. Em um, dois anos, vamos ultrapassar aquele patamar de concentração. É a crônica de um desastre anunciado”, diz nesta entrevista ao Extra Classe.

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http://www.extraclasse.org.br/edicoes/2017/08/podres-de-ricos-investem-no-desastre-social

Edgar Morin: “É preciso ensinar a compreensão humana” (por Revista Prosa Verso e Arte/via Programa Milênio/Fronteiras do Pensamento)

Por Revista Prosa Verso e Arte/via Programa Milênio/Fronteiras do Pensamento.

Com mais de 90 anos, o francês Edgar Morin, nascido e criado Edgar Nahoum no início do século 20, é um dos mais respeitados pensadores do nosso tempo. Com uma gigantesca produção literária, pedagógica e filosófica. Em tempos de radicalismos, Morin é herdeiro do melhor do humanismo francês. Em entrevista ao programa Milênio, Edgar Morin fala sobre o extremismo e o significado da educação na contemporaneidade.

Leia mais:

http://www.revistaprosaversoearte.com/e-preciso-ensinar-compreensao-humana-edgar-morin

Lourdes Barreto: 30 anos na luta por identidade das prostitutas e contra violências (por Paula Guimarães/via portal Catarinas)

Lourdes Barreto atua há mais de 30 anos no movimento das prostitutas/Foto: Paula Guimarães.

Por Paula Guimarães – 29/11/2016 – via Portal Catarinas.

Lourdes Barreto, 75 anos, assim como sua colega Gabriela Leite, não tem medo das palavras. Pelo contrário, sempre lutou pelo direito de afirmar-se como trabalhadora do sexo: “sou puta”. É por entender que o estigma da palavra “puta” só se fortalece no anonimato e silêncio que a prostituta aposentada milita há 35 anos por identidade, melhores condições de trabalho e contra violências sofridas pelas profissionais do sexo.

Leia mais:

http://catarinas.info/lourdes-barreto-30-anos-na-luta-por-identidade-das-prostitutas-e-contra-violencias

26 vídeos, filmes e documentários para você repensar a sua relação com comida (por Ana Beatriz Rosa/via HuffPost Brasil)

Rawpixel Via Getty Images. Você sabe o que está comendo?

Por Ana Beatriz Rosa – 9/5/2017 – via HuffPost Brasil.

Existem vilões? E os ‘super foods’? Comida é remédio? Açúcar é droga? Preciso de dieta? Como alcançar o equílibrio?

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http://www.huffpostbrasil.com/2017/05/09/26-videos-filmes-e-documentarios-para-voce-repensar-a-sua-relac_a_22076172/?ncid=fcbklnkbrhpmg00000004

Antropólogos lançam estudo sobre índios gays no Brasil (por Elenice Dueñas/via Jornal Já)

Por Elenice Dueñas – 5/6/2017 – via Jornal Já.

Revelador, pioneiro e reflexivo, “Gay Indians in Brazil: Untold Stories of the Colonization of Indigenous Sexualities” (Índios Gays no Brasil: As Histórias Não Contadas da Colonização das Sexualidades Indígenas) é o novo título que chegou ao mercado editorial internacional neste ano como um convite ao debate sobre alguns tabus.

Livro de autores brasileiros, lançado pela editora suíça Springer International Publishing, uma das maiores editoras científicas do mundo, tem como base a pesquisa para a tese de doutorado em antropologia do professor e pesquisador Estevão Rafael Fernandes, da Universidade Federal de Rondônia. A publicação traz a parceria da antropóloga gaúcha Barbara Maisonnave Arisi, atualmente pesquisadora visitante na Vrije Universiteit Amsterdam e professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

http://www.jornalja.com.br/indios-gays-no-brasil-historias-nao-contadas-sobre-a-colonizacao-das-sexualidades-indigenas

Para historiador da Unicamp e de Harvard, a Universidade está preparada para as cotas étnico-raciais (por Manuel Alves Filho/via Jornal da Unicamp)

Foto: Antonio Scarpinetti

O historiador Sidney Chalhoub: “As razões históricas, sociais e filosóficas em favor das cotas justificam plenamente a medida. Não há futuro possível com esse perfil de desigualdade se reproduzindo ao longo do tempo. É uma missão de todos superar essa desigualdade”.

Por Manuel Alves Filho – 7/6/2017 – via Jornal da Unicamp. Foto: Antonio Scarpinetti. Edição de imagem: Luis Paulo Silva.

Ao aprovar o princípio das cotas étnico-raciais, a Unicamp se alinhou às grandes universidades do mundo, como Harvard, Yale e Columbia, que adotam a diversidade como critério para o ingresso de seus estudantes. O pressuposto dessas instituições é que a diversidade melhora a qualidade. A afirmação é do historiador Sidney Chalhoub, professor titular colaborador do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp e docente do Departamento de História da Universidade de Harvard (EUA). Na entrevista que segue, concedida ao Jornal da Unicamp, Chalhoub salienta a importância das ações afirmativas como mecanismo de reparação e promoção de justiça social e contesta argumentos utilizados pelos críticos das cotas, como a necessidade de preservar a meritocracia. “A meritocracia como valor universal, fora das condições sociais e históricas que marcam a sociedade brasileira, é um mito que serve à reprodução eterna das desigualdades sociais e raciais que caracterizam a nossa sociedade. Portanto, a meritocracia é um mito que precisa ser combatido tanto na teoria quanto na prática. Não existe nada que justifique essa meritocracia darwinista, que é a lei da sobrevivência do mais forte e que promove constantemente a exclusão de setores da sociedade brasileira. Isso não pode continuar”, defende.

Leia mais:

http://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/06/07/meritocracia-e-um-mito-que-alimenta-desigualdades-diz-sidney-chalhoub

As coisas que quase ninguém vê na “cracolândia”

Circula no Facebook – junho/2017.

Em 2014, o médico Drauzio Varella entrevistou Carl Hart, primeiro professor titular de neurociência negro da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, que desafia o senso comum e oferece um novo olhar sobre as drogas.

Assista ao trecho em que ele fala sobre a “cracolândia”.

Em 2014, Dr. Drauzio Varella entrevistou dr. Carl Hart, primeiro professor titular de neurociência negro da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, que desafia o senso comum e oferece um novo olhar sobre as drogas.Assista ao trecho em que ele fala sobre a "cracolândia".

Publicado por Dr. Drauzio Varella em Quarta, 31 de maio de 2017

A ideia de que ‘prender todo mundo’ acaba com a corrupção é ingênua, diz cientista político (por Renata Mendonça/BBC Brasil)

Eduardo Cunha

Por Renata Mendonça – 27/5/2017 – via BBC Brasil. Foto: Heuler Andrey.

Em meio àqueles que comemoram as mais recentes denúncias e prisões da operação Lava Jato, muitos veem nelas um motivo adicional para uma descrença total nos políticos brasileiros.

Leia mais:

http://www.bbc.com/portuguese/brasil-39997569?SThisFB