26 vídeos, filmes e documentários para você repensar a sua relação com comida (por Ana Beatriz Rosa/via HuffPost Brasil)

Rawpixel Via Getty Images. Você sabe o que está comendo?

Por Ana Beatriz Rosa – 9/5/2017 – via HuffPost Brasil.

Existem vilões? E os ‘super foods’? Comida é remédio? Açúcar é droga? Preciso de dieta? Como alcançar o equílibrio?

Leia mais:

http://www.huffpostbrasil.com/2017/05/09/26-videos-filmes-e-documentarios-para-voce-repensar-a-sua-relac_a_22076172/?ncid=fcbklnkbrhpmg00000004

Antropólogos lançam estudo sobre índios gays no Brasil (por Elenice Dueñas/via Jornal Já)

Por Elenice Dueñas – 5/6/2017 – via Jornal Já.

Revelador, pioneiro e reflexivo, “Gay Indians in Brazil: Untold Stories of the Colonization of Indigenous Sexualities” (Índios Gays no Brasil: As Histórias Não Contadas da Colonização das Sexualidades Indígenas) é o novo título que chegou ao mercado editorial internacional neste ano como um convite ao debate sobre alguns tabus.

Livro de autores brasileiros, lançado pela editora suíça Springer International Publishing, uma das maiores editoras científicas do mundo, tem como base a pesquisa para a tese de doutorado em antropologia do professor e pesquisador Estevão Rafael Fernandes, da Universidade Federal de Rondônia. A publicação traz a parceria da antropóloga gaúcha Barbara Maisonnave Arisi, atualmente pesquisadora visitante na Vrije Universiteit Amsterdam e professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

http://www.jornalja.com.br/indios-gays-no-brasil-historias-nao-contadas-sobre-a-colonizacao-das-sexualidades-indigenas

Para historiador da Unicamp e de Harvard, a Universidade está preparada para as cotas étnico-raciais (por Manuel Alves Filho/via Jornal da Unicamp)

Foto: Antonio Scarpinetti

O historiador Sidney Chalhoub: “As razões históricas, sociais e filosóficas em favor das cotas justificam plenamente a medida. Não há futuro possível com esse perfil de desigualdade se reproduzindo ao longo do tempo. É uma missão de todos superar essa desigualdade”.

Por Manuel Alves Filho – 7/6/2017 – via Jornal da Unicamp. Foto: Antonio Scarpinetti. Edição de imagem: Luis Paulo Silva.

Ao aprovar o princípio das cotas étnico-raciais, a Unicamp se alinhou às grandes universidades do mundo, como Harvard, Yale e Columbia, que adotam a diversidade como critério para o ingresso de seus estudantes. O pressuposto dessas instituições é que a diversidade melhora a qualidade. A afirmação é do historiador Sidney Chalhoub, professor titular colaborador do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp e docente do Departamento de História da Universidade de Harvard (EUA). Na entrevista que segue, concedida ao Jornal da Unicamp, Chalhoub salienta a importância das ações afirmativas como mecanismo de reparação e promoção de justiça social e contesta argumentos utilizados pelos críticos das cotas, como a necessidade de preservar a meritocracia. “A meritocracia como valor universal, fora das condições sociais e históricas que marcam a sociedade brasileira, é um mito que serve à reprodução eterna das desigualdades sociais e raciais que caracterizam a nossa sociedade. Portanto, a meritocracia é um mito que precisa ser combatido tanto na teoria quanto na prática. Não existe nada que justifique essa meritocracia darwinista, que é a lei da sobrevivência do mais forte e que promove constantemente a exclusão de setores da sociedade brasileira. Isso não pode continuar”, defende.

Leia mais:

http://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/06/07/meritocracia-e-um-mito-que-alimenta-desigualdades-diz-sidney-chalhoub

As coisas que quase ninguém vê na “cracolândia”

Circula no Facebook – junho/2017.

Em 2014, o médico Drauzio Varella entrevistou Carl Hart, primeiro professor titular de neurociência negro da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, que desafia o senso comum e oferece um novo olhar sobre as drogas.

Assista ao trecho em que ele fala sobre a “cracolândia”.

Em 2014, Dr. Drauzio Varella entrevistou dr. Carl Hart, primeiro professor titular de neurociência negro da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, que desafia o senso comum e oferece um novo olhar sobre as drogas.Assista ao trecho em que ele fala sobre a "cracolândia".

Publicado por Dr. Drauzio Varella em Quarta, 31 de maio de 2017

A ideia de que ‘prender todo mundo’ acaba com a corrupção é ingênua, diz cientista político (por Renata Mendonça/BBC Brasil)

Eduardo Cunha

Por Renata Mendonça – 27/5/2017 – via BBC Brasil. Foto: Heuler Andrey.

Em meio àqueles que comemoram as mais recentes denúncias e prisões da operação Lava Jato, muitos veem nelas um motivo adicional para uma descrença total nos políticos brasileiros.

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http://www.bbc.com/portuguese/brasil-39997569?SThisFB

Como as telenovelas brasileiras representam as mulheres (por Camilla Rodrigues Netto da Costa Rocha/via Nexo)

 

Por Camilla Rodrigues Netto da Costa Rocha – 23/2/2017 – via Nexo.

Este estudo reflete sobre a representação da figura feminina nos meios de comunicação, especificamente por meio das telenovelas brasileiras. Segundo a autora, muitas vezes elas constroem personagens femininas estereotipadas que reforçam a dominação masculina, mas existem brechas significativas para abordar temáticas contra-hegemônicas. Esse é o caso da personagem Clara da novela “Em Família”, analisado no estudo, que abre espaço para discutir as relações lésbicas.

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https://www.nexojornal.com.br/academico/2017/02/23/Como-as-telenovelas-brasileiras-representam-as-mulheres