Este blog reúne mais de 150 livros de fotografia sobre a África (por Juliana Domingos de Lima/via Nexojornal)

Foto: Reprodução/Africa in the Photobook. Fotografias do livro “Les Hommes de la Danse” (Os homens da dança), de 1954, do fotógrafo Michel Huet. 

Por Juliana Domingos de Lima – 29/5/2017 – via Nexojornal.

Site ‘Africa in the Photobook’ mostra mudanças na forma como o continente é retratado ao longo de quase um século.

Leia mais:

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/05/29/Este-blog-re%C3%BAne-mais-de-150-livros-de-fotografia-sobre-a-%C3%81frica

Megaliquidação de livros na FAF

MEGALIQUIDAÇÃO DE LIVROS

Estarei neste sábado, dia 8, na FAF, no Centro de Florianópolis (Praça XV), com uma megaliquidação de livros (mudei para um apartamento e não tenho mais espaço). Qualquer livro por apenas R$ 5,00 (cinco reais!). Todos novos ou em bom estado.

IMPORTANTE: Só se não chover, porque estarei na calçada. Mas as outras atrações da FAF estão garantidas, mesmo com chuva.

Livros como:
– O erotismo, Georges Bataille.
– O nada e mais alguma coisa, Woody Allen.
– Ecologizar – pensando o ambiente humano, Maurício Andrés Ribeiro.
– A escola das facas, João Cabral de Melo Neto.
– Sobre ética e imprensa, Eugênio Bucci.
– Movimento sindical: passado, presente, futuro – Antônio Augusto de Queiroz.
– A linguagem das roupas, Alison Lurie.
– Gostar de arte – verbetes sobre arte e cultura, Graziella Rollemberg.
– Mulheres audaciosas da Antiguidade, Vicki León.
– Infância – a idade sagrada, Evânia Reichert.
– Chorinho brejeiro, Dalton Trevisan.
– Televisão e psicanálise, Muniz Sodré.
– Catarinenses, gênese e história – João Carlos Mosimann.
– A construção do olhar estético-crítico do educador, Neide Pelaez de Campos.
– Chabadabadá, Xico Sá.
– Pequeno dicionário das utopias da educação, João Pacheco.
– Bailanta do Taurino, cartuns de Santiago.
– O tamanho da coisa, cartuns do Laerte.
Vários livros de Literatura Comentada dos principais escritores brasileiros, como Clarice Lispector, Augusto dos Anjos, Graciliano Ramos, Cruz e Sousa, Ferreira Gullar, Machado de Assis, Oswald de Andrade, Jorge Amado, Monteiro Lobato, Manuel Bandeira, Sérgio Porto e Manuel Bandeira.
E muito, muito mais. Apareça lá!

Razões científicas para ler mais do que lemos (por Ignacio Morgado Bernal/via El País)

Uma mulher apanha um livro de uma prateleira.

Uma mulher apanha um livro de uma prateleira. Foto: Paco Puentes/El País.

Por Ignacio Morgado Bernal – 17/1/2017 – via El País.

A leitura, além de melhorar a empatia e o entendimento dos demais, é um dos melhores exercícios possíveis para manter em forma o cérebro e as capacidades mentais.

Leia mais:

http://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/11/cultura/1484155657_662258.html?id_externo_rsoc=FB_BR_CM&%3Fid_externo_rsoc=FBADS_BR

Fundação Perseu Abramo disponibiliza para download gratuito livros sobre América Latina

Via Ópera Mundi – 15/9/2016.

“Coleção analisa processo político dos países latino-americanos; quatro títulos já foram lançados, e outros três devem sair até o fim do ano.”

Leia mais:

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/45251/fundacao+perseu+abramo+disponibiliza+para+download+gratuito+livros+sobre+america+latina.shtml?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

O caráter da repressão (por Antônio Cândido/via Outras Palavras)

160908-repressao

Por Antônio Cândido ( (texto publicado em “Opinião”, em janeiro de 1972) – 8/9/2016 – via Outras Palavras.

Há quase cinquenta anos, grande crítico apoiava-se em Kafka, Dostoievski e no cinema para dizer: instituição policial “já não tem necessidade de motivos, mas apenas de estímulos”…

Leia mais:

http://outraspalavras.net/brasil/o-carater-da-repressao-segundo-antonio-candido

 

A gamificação e o futuro da leitura (por Lucio Carvalho/via Observatório da Imprensa)

Por Lucio Carvalho – 8/8/2016 – via Observatório da Imprensa.

“Daqui a uns anos mais, não me arrisco a dizer quantos, mas decisivamente não muitos, somente uns poucos curiosos ou uma ínfima elite cultural irá conseguir distinguir um mínimo da literatura do inesgotável repositório digital que é recriado diariamente na internet. Talvez fragmentos esparsos ou adaptações resumidas garantam uma fração para lá de imprecisa da permanência futura do cânone literário universal, nacional e regional, mas trata-se apenas de uma expectativa. Talvezmemes engenhosos salvem ainda um pouco menos que fragmentos. E frases completas e não deturpadas igualmente poderiam ser salvas da deslembrança completa da mesma maneira. Mas também é possível que, infelizmente, talvez nada mais consiga operar essa façanha e esse destino esteja desde já inapelavelmente selado.”

Leia mais:

http://observatoriodaimprensa.com.br/tendencias/gamificacao-e-o-futuro-da-leitura