Livro gratuito reúne detalhes de quase 400 espécies de plantas medicinais (por Redação CicloVivo)

Livro gratuito reúne detalhes de quase 400 espécies de plantas medicinais

Foram necessários 3 anos de coleta para que os artistas pudessem desenhar todas as espécies. | Foto: Reprodução.

Por Redação CicloVivo – 7/11/2016.

O “Tratado das Plantas Medicinais” é fruto do trabalho de mais de 40 anos de pesquisas e vivências da farmacêutica e professora Telma Sueli Mesquita Grandi. A obra, disponível para download gratuito, reúne 383 espécies com poder medicinal.

Leia mais:

http://ciclovivo.com.br/noticia/livro-gratuito-reune-detalhe-de-quase-400-especies-de-plantas-medicinais

Cotidiano de exceção (por Eliane Brum/via El País)

Cartaz da edição brasileira do livro 'Sobre a tirania' feito por Alceu Chierosin Nunes

Cartaz da edição brasileira do livro ‘Sobre a tirania’ feito por Alceu Chierosin Nunes. Imagem: Divulgação.

Por Eliane Brum – 29/5/2017 – via El País.

Resistir neste momento é também deixar de reagir por reflexo – e passar a reagir a partir da reflexão. Quando tudo parece caótico, quando tudo fica meio misturado e parecido, é preciso olhar para os fatos. Olhar para os fatos com toda a atenção. São eles que nos apontam onde estão as verdades e nos ajudam a enxergar onde está a manipulação, assim como a falsificação. O pensamento é ainda a melhor forma de resistência.

Leia mais:

http://brasil.elpais.com/brasil/2017/05/29/opinion/1496068623_644264.html

Jornalismo, propaganda e cinismo (por Francisco José Castilhos Karam/via ObjETHOS)

Por Francisco José Castilhos Karam – 17/4/2017 – via ObjETHOS.

Há 34 anos, em 1983, na Alemanha, Peter Sloterdijk lançava seu clássico Crítica da Razão Cínica, mais tarde publicado em outros países, tornando-se também uma referência para entender o comportamento humano, representado por várias instituições, ao final do século 20. Ele já percebia cinismo crescente à época em diversas atividades, como na religiosa, nas forças armadas, na política parlamentar, no Estado…

Também não deixa de falar sobre o jornalismo. O autor alemão considerava que o jornalismo estava se tornando um terreno mais fértil para a legitimação pública de ideias do que os próprios institutos de relações públicas, as agências de publicidade, os estúdios de propaganda e congêneres. Verificava tal tendência. Era mais conveniente e crível que o jornalismo continuasse a se chamar jornalismo, mas vivesse de estratégias como a da propaganda.

Leia mais:

https://objethos.wordpress.com/2017/04/17/comentario-da-semana-jornalismo-propaganda-e-cinismo

 

Acesse e baixe o livro Feminicídio #InvisibilidadeMata na íntegra

O Instituto Patrícia Galvão e a Fundação Rosa Luxemburgo lançam o livro Feminicídio #InvisibilidadeMata (saiba como foi o evento de lançamento). A obra debate as características dos feminicídios, denuncia sua perpetuação no Brasil – o quinto país com a maior taxa de assassinatos femininos no mundo – e destaca ainda a urgência do enfrentamento às violências contra as mulheres.

Buscando ampliar este debate urgente e necessário, o livro está disponível também para consultas, compartilhamentos e download na íntegra no link (gratuito):

Livro Feminicídio #InvisibilidadeMata (em pdf)

Leia mais:

http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/livrofeminicidio

Os gatos, por Sonia Hirsch

Gatos
Do livro “Os Gatos de Sonia Hirsch”, editora Hirsch & Mauad.

Dentro adoram, pode ser gaveta, armário, cesta, saco de compras e principalmente caixa de papelão; dentro redondo, então, é irresistível, mesmo que seja pirex ou embalagem de sushi

fora para tomar sol, paquerar passarinho, sentir o vento passar no nariz trazendo histórias nos cheiros

em cima dos guarda-roupas, das prateleiras de louça, da televisão com o rabo bem no meio da tela, do monitor do micro, dos livros ou do jornal que a gente está lendo: dormem e fazem charme

embaixo de cama, poltrona, sofá, colcha, tapete, para dar o bote quando a gente passa; e do lençol, quando a gente quer arrumar a cama

junto conosco na cozinha em qualquer circunstância

longe do aspirador, do liquidificador, de qualquer coisa que faça barulho e do veterinário, que também termina em dor

perto de parapeitos, beirais, janelas e outros lugares que deixam a gente de coração na mão

de papo pro ar, quando faz calor, patinhas largadas ao léu

na gente de noite, quando faz frio: por cima e por baixo das cobertas, no meio das pernas, no meio das costas, em cima da barriga, do lado do corpo, ninguém consegue mais se mexer: humanos cercados de gatos por todos os lados

tomando banho em grupo, todo mundo lambendo todo mundo, com muita saliva, muito som, as orelhinhas ficam encharcadas

no chuveiro vendo aquelas milhares de coisinhas brilhantes(1) se mexerem(2) fazendo barulho(3): três coisas que gato ama

no bidê bebendo água corrente com a língua a mil por hora

em cima da cristaleira paquerando a mesa do almoço, de barriguinha cheia e morrendo de sono, mas Quem sabe tem uma coisinha ali pra mim?

mordendo as perninhas traseiras da gata: o gato, quando quer que ela desocupe o lugar

correndo a mil pela casa, Tom e Jerry ao vivo e a cores, e ai dos vasos

comendo com os olhos os pombos que passeiam displicentemente debaixo do nariz deles pelo lado de fora da rede

caçando passarinhos no oitavo andar, vitória que só um gato muito contemplativo, calmo, concentrado e sortudo como Bigode consegue obter sem despencar lá embaixo

fascinados por baratas: uma delas rende duas horas e meia para três gatos. O jogo é uma espécie de futebol em que a bola está viva. Termina quando acabam as pernas. Da barata.

A Cerimônia do Adeus e o luto de Lula (por Sérgio Medeiros/via Luis Nassif/GGN)

Por Sérgio Medeiros – 7/2/2017 – via Luis Nassif/GGN.

A Cerimônia do Adeus não se resume a um ato que se dá em meio a um silêncio entrecortado por rezas, ela serve para engrandecer a imagem e a trajetória dos indivíduos em sua despedida do convívio dos homens. Quem tem algo a dizer e sabe a melhor forma de fazê-lo, perpetua a figura pranteada não somente na memória dos presentes, mas na história, esta imensa memória coletiva.

Leia mais:

http://jornalggn.com.br/fora-pauta/a-cerimonia-do-adeus-e-o-luto-de-lula-por-sergio-medeiros

O papel da imprensa na manutenção do tráfico escravista (por José Tadeu Arantes/via Agência Fapesp)

Por José Tadeu Arantes – 13/1/2017 – via Agência Fapesp.

O livro de Alain El Youssef, resultou de pesquisa também apoiada pela Fapesp, na qual ele consultou todos os jornais publicados no Rio de Janeiro entre 1822, data da Independência, e 1850, data final do tráfico negreiro transatlântico, para verificar qual o papel exercido pela imprensa, tanto na crítica quanto na defesa da importação de africanos. “Constatei uma estreita relação entre os artigos publicados na imprensa e os debates realizados no parlamento imperial. Ao mesmo tempo em que defendiam o tráfico no parlamento, os conservadores utilizavam os jornais para justificar o contrabando de escravos e combater aqueles que o criticavam”, afirmou.

Leia mais:

http://agencia.fapesp.br/o_papel_da_imprensa_na_manutencao_do_trafico_escravista/24615

 

Cem Melhores Crônicas, de Mario Prata

mario_cronicas
Acabo de ler “Cem Melhores Crônicas”, de Mario Prata, editora Planeta. Leitura deliciosa, recomendo. Como diz Luis Fernando Verissimo no prefácio, “Mario Prata é um dos melhores prospectadores de graça do país”.
 
Pra quem quer um tira-gosto, segue a crônica “Na padaria inglesa”, direto do site do autor, que atualmente reside em Florianópolis.
 
https://marioprata.net/cronicas/na-padaria-inglesa