Pesquisas recentes comprovam o poder das PANC na prevenção de doenças (por Juliana Carreiro/via O Estado de S. Paulo)

Por Juliana Carreiro – 4/12/2017 – via O Estado de S. Paulo.

No início de 2016 publiquei aqui um post sobre as PANC, Plantas Alimentícias Não-Convencionais. Para se ter uma ideia, aqui no Brasil existem cerca de 10 mil espécies de plantas alimentícias e só utilizamos cerca de 300. Isso diminui a regionalidade alimentar e é mais uma prova do aumento da globalização dos nossos hábitos alimentares. As PANC normalmente são vistas como mato, ervas daninhas ou  invasoras das plantações, isso porque elas nascem e crescem sozinhas, sem precisar de nenhum tipo de manejo. O que a maioria das pessoas não sabe é que elas possuem mais nutrientes, fibras, proteínas e compostos bioativos do que as convencionais, principalmente as que são cultivadas em larga escala, com agrotóxicos e solo pobre. Na culinária, as PANC são saborosas e versáteis. E o aumento do seu consumo pode ajudar a combater a fome, a melhorar a renda de pequenos agricultores locais e a preservar o meio ambiente, pois não o agride na sua produção.

Leia mais:

http://emais.estadao.com.br/blogs/comida-de-verdade/pesquisas-recentes-comprovam-o-poder-das-panc-na-prevencao-de-doencas

Manual une conhecimento indígena e científico sobre os usos de plantas amazônicas (via Instituto Socioambiental)

Via Instituto Socioambiental – 5/10/2017.

Manual de Etnobotânica será lançado pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro, pelo Instituto Socioambiental (ISA) e demais parceiros do Brasil e da Inglaterra. Publicação é fruto de pesquisa e intercâmbio de conhecimentos com povos indígenas da região do Alto Rio Negro, noroeste amazônico.

Leia mais:

https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/manual-une-conhecimento-indigena-e-cientifico-sobre-os-usos-de-plantas-amazonicas?utm_medium=email&utm_source=transactional&utm_campaign=manchetes%40socioambiental.org

Humanidade já gerou 8,3 bilhões de toneladas de plástico (por Miguel Ángel Criado/via El País)

Em muitas regiões do planeta a reciclagem de plásticos ainda é manual, garrafa a garrafa, tampinha a tampinha

Em muitas regiões do planeta a reciclagem de plásticos ainda é manual, garrafa a garrafa, tampinha a tampinha. Foto: Jenna Jambeck/Universidad de Georgia.

Por Miguel Ángel Criado – 20/7/2017 – via El País.

Desde que começou a produção em massa de plásticos, nos anos cinquenta, os humanos geraram 8,3 bilhões de toneladas métricas do material. Dessa quantidade enorme, apenas 9% são reciclados. A grande maioria acaba sem tratamento nos aterros sanitários ou no meio ambiente.Segundo um novo estudo sobre a produção desse material sintético, seu uso e destino final, se continuarmos nesse ritmo, em 2050 haverá mais de 12 bilhões de toneladas de resíduos plásticos.

Leia mais:

https://brasil.elpais.com/brasil/2017/07/19/ciencia/1500451864_107312.html

Catástrofe climática: a Terra inóspita e inabitável

Por Instituto Humanitas Unisinos – 20/7/2017.

A revista New York Magazine (NYMag) publicou, no dia 09-07-2017, uma matéria denominada “The Uninhabitable Earth” – pintando no pior cenário, um Armagedon climático – que se tornou viral e foi comentada amplamente em diversos países e passou a ser o artigo mais lido da revista. Infelizmente, pouco se falou sobre o assunto no Brasil. A matéria, com chamada de capa, feita a partir de entrevistas com cientistas renomados, traz uma visão catastrófica do efeito do crescimento das atividades antrópicas sobre os ecossistemas e as mudanças climáticas. A repercussão foi enorme. Houve muita comoção pelo tom apocalíptico, reproduzido por uma grande revista que tem respeitabilidade e repercussão imediata.

Leia mais:

http://www.ihu.unisinos.br/569801-catastrofe-climatica-a-terra-inospita-e-inabitavel

Mundo vive sexta extinção em massa – e é pior do que parece (por Deutsche Welle)

Seca no Paraguai: pesquisadores observaram que as populações de vertebrados sofreram grandes perdas

Seca no Paraguai: pesquisadores observaram que as populações de vertebrados sofreram grandes perdas.

Por Deutsche Welle – 11/7/2017.

Estudo alerta que planeta atravessa uma aniquilação biológica de suas espécies animais, o que lança perspectiva sombria sobre o futuro da vida, inclusive humana. Um terço das espécies vive declínio populacional.

Leia mais:

http://www.dw.com/pt-br/mundo-vive-sexta-extin%C3%A7%C3%A3o-em-massa-e-%C3%A9-pior-do-que-parece/a-39636274

Nível do mar na costa brasileira tende a aumentar nas próximas décadas (por Elton Alisson/Agência Fapesp)

Nível do mar na costa brasileira tende a aumentar nas próximas décadas

País não possui estudo integrado da vulnerabilidade das cidades litorâneas ao fenômeno, aponta relatório especial do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas. Imagem: Ponta da Praia, em Santos/Leandro Negro/Agência Fapesp.

Por Elton Alisson – 5/6/2017 – Agência Fapesp.

O nível do mar na costa brasileira tende a aumentar nas próximas décadas. No Brasil, contudo, onde mais de 60% da população vive em cidades costeiras, não há um estudo integrado da vulnerabilidade dos municípios litorâneos a este e a outros impactos decorrentes das mudanças climáticas, como o aumento da frequência e da intensidade de chuvas. Um estudo desse gênero possibilitaria estimar os danos sociais, econômicos e ambientais e elaborar um plano de ação com o intuito de implementar medidas adaptativas.

Leia mais:

http://agencia.fapesp.br/nivel_do_mar_na_costa_brasileira_tende_a_aumentar_nas_proximas_decadas/25414

10 impactos causados pela redução de áreas naturais no Brasil (por Carlos Nobre, Carlos Eduardo Young, Fábio Olmos e Marcelo Dantas/via EcoDebate)

Por Carlos Nobre, Carlos Eduardo Young, Fábio Olmos e Marcelo Dantas/via EcoDebate – 24/5/2017.

Confira dez fatos e impactos que a redução de florestas causa para o meio ambiente e para a população:

https://www.ecodebate.com.br/2017/05/24/10-impactos-causados-pela-reducao-de-areas-naturais-no-brasil-por-carlos-nobre-carlos-eduardo-young-fabio-olmos-e-marcelo-dantas

Inundações costeiras podem dobrar em 2030 (por Observatório do Clima)

Turista fotografa ressaca no litoral do Rio de Janeiro. Inundações vão aumentar na região, revela estudo. Foto: Daniel Scelza

Turista fotografa ressaca no litoral do Rio de Janeiro. Inundações vão aumentar na região, revela estudo. Foto: Daniel Scelza.

Por Observatório do Clima – 19/5/2017.

Estudo mapeou o impacto do aumento do nível do mar em regiões litorâneas e fez um alerta: áreas tropicais, como Rio de Janeiro e Vitória, serão as mais atingidas pelos eventos climáticos extremos.

Leia mais:

http://www.observatoriodoclima.eco.br/inundacoes-costeiras-podem-dobrar-em-2030

Como o derretimento de geleiras está levando ao ressurgimento de doenças ‘adormecidas’ (por BBC Brasil)

geleiras

As mudanças climáticas podem trazer de volta à vida antigos vírus e bactérias que já não existiam mais. Foto: Staffan Widstrand/Naturelpl.com

Por BBC Brasil – 15/5/2017.

O que aconteceria se nós, de repente, ficássemos expostos a bactérias e vírus mortais que ficaram ausentes por milhares de anos – ou então que nunca vimos antes?

É possível que estejamos perto de descobrir que aconteceria. As mudanças climáticas estão derretendo o solo da região do ártico que existiram ali por milhares de anos e, conforme o solo derrete, ele vai liberando antigos vírus e bactérias que, depois de ficarem tanto tempo “dormentes”, voltam à vida.

Leia mais:

http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-39905298