Silêncio que fala

Por Celso Vicenzi – 5/10/2017.

O silêncio eterno a que autoimpô-se Luiz Carlos Cancellier de Olivo, reitor da UFSC, falará para todo o sempre das injustiças e denunciará o modelo ditatorial implantado no Brasil, em pleno século 21: judicial-policial-midiático, igualmente perverso, intolerante, arbitrário, inquisidor, perseguidor, seletivo, cruel, classista, elitista, excludente, desumano.

O estupro como metáfora do golpe: a mídia punitiva, a esquerda positivista e as paixões humanas (por Sylvia Debossan Moretzsohn/via ObjETHOS/Ufsc)

Por Sylvia Debossan Moretzsohn – 4/9/2017 – via ObjETHOS/Ufsc.

A coincidência entre o aniversário do golpe e a repercussão do casodo sujeito preso em flagrante por ejacular em cima de uma mulher num ônibus mas libertado no dia seguinte transformou a imagem do estupro numa perfeita metáfora do país.

De fato, estamos sendo estuprados desde a fatídica sessão da Câmara do dia 17 de abril do ano passado, em que, entre gargalhadas e rojões de papel metalizado, aquela multidão de deputados fantasiada de verde e amarelo expôs ao mundo a qualidade de nossa representação parlamentar. A falta de decoro não se limitou aos exageros de comportamento: chegou ao cúmulo de uma declaração de voto que elogiava o torturador-símbolo do período da ditadura.

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https://objethos.wordpress.com/2017/09/04/o-estupro-como-metafora-do-golpe-a-midia-punitiva-a-esquerda-positivista-e-as-paixoes-humanas

A destruição do Brasil, o jornalismo e o crime de lesa-pátria (por Francisco José Castilhos Karam/via ObjETHOS)

Por Francisco José Castilhos Karam – 28/8/2017 – via ObjETHOS/Ufsc.

A destruição do Brasil por Michel Temer e seu governo, com o apoio das empresas jornalísticas, do Judiciário, do Parlamento e das empresas privadas brasileiras, entre elas bancos, empresas rurais, igrejas evangélicas e outras picaretagens, baseadas no poderio econômico-político dos conglomerados e que tem o maior volume de capital e patrimônio – mas também o menor, e muito menor, volume de população – representa miséria e declínio social para grande parte do povo brasileiro até o limite do aniquilamento.

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https://objethos.wordpress.com/2017/08/28/a-destruicao-do-brasil-o-jornalismo-e-o-crime-de-lesa-patria

Boaventura: a esquerda sem imaginação (por Boaventura de Sousa Santos/via Outras Palavras)

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Por Boaventura de Sousa Santos – 24/8/2017 – via Outras Palavras. Imagem: Edward Hooper, Pessoas ao sol (1963).

Leia mais:

Por não ousar novas formas de Democracia, Estado e Economia; e por não enfrentar articuladamente as três faces da dominação, ela tem sido incapaz de deter a ofensiva brutal do sistema.

http://outraspalavras.net/capa/boaventura-a-esquerda-sem-imaginacao

Nilson Lage, sobre a imprensa e o golpe: pior que em 64. (por Fernando Brito, com Celso Vicenzi/via Tijolaço)

Por Fernando Brito, com Celso Vicenzi – 20/8/2017 – via Tijolaço.

O colega e amigo  Celso Vicenzi envia , de Florianópolis, algumas notas sobre a palestra de Nílson Lage, jornalista veterano e professor (meu, inclusive) de muitas gerações de profissionais nas Universidades Federais do Rio de Janeiro e, depois, na de Santa Catarina, na palestra feita sexta-feira sobre “a palestra “A mídia e os golpes de Estado”, na Faculdade de Educação da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

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http://www.tijolaco.com.br/blog/nilson-lage-sobre-imprensa-e-o-golpe-pior-que-em-64-com-celso-vicenzi

Lava Jato e a marca da infâmia (por Luís Nassif/via GGN)

Por Luis Nassif – 14/8/2017 – via GGN.

A cada dia perpetra-se um estupro contra a Constituição, contra a civilização, contra os direitos sociais e individuais e até contra aspectos mais prosaicos de manifestação, o pudor público. Perdeu-se não apenas o respeito às leis como o próprio pudor e, com ele, o respeito mínimo pelo país.

Até onde irá essa selvageria? Quando começou essa ópera dantesca? Foram anos e anos de exercício diuturno do ódio por parte de uma imprensa tipicamente venezuelana.

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http://jornalggn.com.br/noticia/lava-jato-e-a-marca-da-infamia-por-luis-nassif

Mais que desânimo, é desabafo

Por Celso Vicenzi – 3/8/2017.

Concordando com uma amiga. Não dá para falar em povo e se posicionar à parte. Todos somos povo, sim, inclusive essa turma de ladrões. Acho que o desânimo de alguns (mas também é só desabafo, fiquemos tranquilos!) é saber que os mais prejudicados ainda não entenderam que estão sendo ferrados, massacrados e continuam iludidos pelas antenas de TV. Penso que é mais por aí, mas tenho certeza que a hora chegará em que todos que não forem canalhas ou covardes estarão (estaremos) juntos para retomar o país que boa parte da mídia, empresariado, parlamentares, juízes, igrejas, procuradores, policiais federais e “outros que tais” estão fazendo de tudo para destruir.

A vida da mulher que substituiu o marido na Chape após a tragédia (por Thais Carvalho Diniz/via UOL)

Arquivo pessoal

Imagem: Arquivo Pessoal.

Por  Thais Carvalho Diniz – 19/7/2017 – via UOL.

Cleberson Silva era o assessor de imprensa da Chapecoense. Aos 39 anos, ele morreu no acidente aéreo de novembro de 2016, que fez 71 vítimas. Desde então, quando o clube catarinense ficou sem presidente, comissão técnica e maioria dos jogadores, Sirli Freitas, 33, assumiu o posto que pertencia ao marido na Chape.

Leia mais:

https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/07/19/a-vida-da-mulher-que-substituiu-o-marido-apos-tragedia-da-chape.htm

13 pontos para embasar qualquer análise de conjuntura (por Maurício Abdalla/via Le Monde Diplomatique Brasil)

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Por  Maurício Abdalla – 24/5/2017 – via Le Monde Diplomatique Brasil.

O complexo financeiro-empresarial não tem opção partidária, não veste nenhuma camisa na política, nem defende pessoas. Sua intenção é tornar as leis e a administração do país totalmente favoráveis para suas metas de maximização dos lucros.

Leia mais:

http://diplomatique.org.br/13-pontos-para-embasar-qualquer-analise-de-conjuntura