Nota pública – Ato Fora Temer, 2 de setembro de 2016 (via Contrataque)

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Foto de Eduardo Valente (todos os direitos reservados).

Nota Pública – Ato Fora Temer – 2/9/2016 – via Contrataque.

“Durante o ato, dialogamos sobre a atual situação do país, com alegria, música, gritos de ordem, bandeiras e faixas. Até onde os manifestantes conduziram o ritmo e o trajeto, tudo ocorreu com tranquilidade. Porém, o comando da polícia militar subitamente decidiu fechar o diálogo com os manifestantes, impedindo a continuação da caminhada.”

Leia mais:

http://www.contrataque.libertar.org/2016/09/03/notapublicaatoforatemer02desetembro

O povo não cabe no orçamento do governo provisório (por CPT, Cimi, CPP e SPM/via Comissão Pastoral da Terra)

Por Comissão Pastoral da Terra – CPT; Conselho Indigenista Missionário – Cimi; Conselho Pastoral dos Pescadores – CPP; Serviço Pastoral dos Migrantes – SPM / 7/6/2016.

“As Pastorais do Campo denunciam a violência em curso e somam suas vozes à de muitas igrejas cristãs e não cristãs, à dos movimentos sociais, à dos jovens que ocupam escolas na defesa dos direitos a condições melhores de educação, a milhares de famílias silenciosas que vêem suas parcas conquistas escorrerem de suas mãos, para que um estrondoso grito de justiça ecoe em todos os cantos deste imenso Brasil.”

Leia mais:

http://www.cptnacional.org.br/index.php/publicacoes/noticias/acoes-dos-movimentos/3257-nota-publica-o-povo-nao-cabe-no-orcamento-do-governo-provisorio

Ricardo Melo e Conselho Diretor da EBC se manifestam sobre decisão de Toffoli (por Luis Nassif/via GGN)

Comentário do Vinicius B. Vicenzi:

Uma pequena vitória em meio a muitas derrotas. Que seja a primeira do recontrole do “público” sobre o “privado” que marca esse nosso momento histórico. Não é sobre um governo, é sobre um projeto de país: entreguista ou soberano? E não deixa de ser uma vitória simbólica: não importa quanto tempo o Golpe dure, a volta da democracia, de fato, no país passa pela redemocratização dos meios de comunicação, de termos uma mídia pública, que não significa “governista”, no nível de países como Inglaterra, Portugal, França, etc. Vida longa ao projeto da EBC! Que um dia possamos ouvir EBC como ouvimos BBC.

Por Luis Nassif – 2/6/2016 – via GGN.

http://jornalggn.com.br/noticia/ricardo-melo-e-conselho-diretor-da-ebc-se-manifestam-sobre-decisao-de-toffoli

Resposta do ex-presidente Lula ao Jornal Nacional

http://www.ceilandiaemalerta.com.br/resposta-do-ex-presidente-lula-ao-jornal-nacional-2

16102346“Eu, Luiz Inácio Lula da Silva, e minha mulher, Marisa Letícia, não somos e nunca fomos donos de nenhum apartamento tríplex no Guarujá nem em qualquer outro lugar do litoral brasileiro.

Meu patrimônio imobiliário hoje é exatamente o mesmo que eu tinha ao assumir a presidência da República, em janeiro de 2003:

O apartamento onde moro com Marisa, e onde já morávamos antes do governo, e o rancho “Los Fubangos”, um pesqueiro na represa Billings. Ambos adquiridos a prestações. Também temos dois apartamentos de 70 metros quadrados que Marisa recebeu em permuta por um lote que ela herdou da mãe.

Tudo em São Bernardo do Campo. Tudo registrado em nosso nome no cartório e na declaração anual de bens.

Esta é a verdade dos fatos, em sua simplicidade: entrei e saí da Presidência da República com os mesmos imóveis que adquiri ao longo da vida, trabalhando desde criança, como sabem os brasileiros.

Não comprei nem ganhei apartamento, mansão, sítio, fazenda, casa de praia, no Brasil ou no exterior.

Jamais ocultei patrimônio nem registrei propriedade particular em nome de outras pessoas.

Nunca registrei nada em nome de empresas fictícias com sede em paraísos fiscais, artifício utilizado por algumas das mais ricas famílias deste País para fugir ao pagamento de impostos.

As informações sobre o patrimônio do Lula – verdadeiras, fidedignas, documentadas – sempre estiveram à disposição do Ministério Público e da imprensa, inclusive da Rede Globo.

Estas informações foram deliberadamente ocultadas do público na reportagem do Jornal Nacional que apresentou as acusações do Ministério Público de São Paulo.

Eu não fui procurado pela Globo para apresentar meu ponto de vista. Ninguém da minha assessoria foi procurado. O direito ao contraditório foi sonegado. Alguém se apropriou indevidamente do meu direito de defesa.

Não é a primeira vez que isso acontece e certamente não será a última.

Mas eu fiquei indignado ao ver minha mulher e meu filho sendo retratados na televisão como se fossem criminosos.

Mesmo na mais acirrada disputa política – e o jornalismo não está acima dessas disputas – nada justifica envolver a família, a mulher, os filhos, como ocorreu nesse caso.

Fiquei indignado porque, ao longo de 9 minutos, o apresentador William Bonner e o repórter José Roberto Burnier me acusaram 18 vezes de ter cometido 10 crimes diferentes; sem nenhuma prova, endossando as leviandades de três membros do Ministério Púbico de São Paulo.

Reproduziram ofensas, muitas ofensas, a partir de uma denúncia que sequer foi aceita pela juíza. E ainda por cima, denúncia de um promotor que já foi advertido pelo Conselho Nacional do Ministério Público, porque atuou fora da lei neste caso.

A Rede Globo me conhece o suficiente para fazer uma avaliação equilibrada das acusações lançadas por aquele promotor, antes de reproduzi-las integralmente pelas vozes de William Bonner e Roberto Burnier.

A Rede Globo recebeu, desde 31 de janeiro, todas as informações referentes ao tríplex, com documentos que comprovam que nem eu nem Marisa nem nosso filho Fabio somos donos daquilo. É uma longa e detalhada nota, chamada “Os documentos do Guarujá: desmontando a farsa”.

Cheguei a abrir mão do meu sigilo fiscal e anexei a esta nota parte de minha declaração de bens.

Quando divulgamos este documento esclarecedor, o Jornal Nacional fez uma série de matérias tentando desqualificar o que estava dito lá. Duvidaram de cada detalhe, procuraram contradições, chegaram a distorcer uma entrevista do meu advogado.

Quanta diferença…

Na reportagem sobre a denúncia do procurador, nada foi questionado. Tudo foi endossado e ratificado como se fosse absoluta verdade.

A Rede Globo sempre poderá dizer que estava apenas “retratando os fatos”, “prestando informações à sociedade”, “cumprindo seu dever jornalístico”.

Só não vai conseguir explicar ao povo brasileiro a diferença gritante de tratamento: quando acusam o Lula, é tudo verdade; quando o Lula se defende, é tudo suspeito.

Em 40 anos de vida política, aprendi a lidar com o preconceito, com a inveja e até com o ódio político.

Mas não me conformo, como ex-presidente desse imenso país chamado Brasil, não posso me conformar de ser comparado a um traficante de drogas, como aconteceu no final da reportagem.

Essa comparação ofensiva, injuriosa, caluniosa, não está nos autos da denúncia do Ministério Público.

Não sei quem decidiu incluir isso na reportagem, mas posso avaliar seu caráter.

Se esta mensagem está sendo lida hoje na Rede Globo é por uma decisão da Justiça, com base na Lei do Direito de Resposta, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no final do ano passado.

Esta lei garante que a Liberdade de Imprensa seja realmente um direito de todos e não um privilégio daqueles que detém os meios de comunicação.

É ela que nos permite enfrentar a ocultação de informações, a sonegação do contraditório, a falsidade informativa, a lavagem da notícia.

Estes vícios foram sistematicamente praticados pelos grandes veículos de comunicação do Brasil durante a ditadura e fizeram tão mal ao País quanto a censura, que abolimos na Constituição de 1988.

A Rede Globo levou mais de 30 anos para pedir desculpas ao País por ter apoiado a ditadura, praticando um jornalismo de um lado só. Graças à lei do Direito de Resposta, não tenho de esperar tanto tempo para responder às ofensas dirigidas a mim e a minha família no Jornal Nacional.

Eu não estou usando este direito de resposta para me defender apenas, e a minha família. É para defender a democracia, o estado de direito e a própria liberdade de imprensa, que só é verdadeira quando admite o contraditório e respeita a verdade dos fatos.

Quando estes princípios são ignorados, em reportagens como aquela do Jornal Nacional, o maior prejudicado não é o Lula, é cada cidadão e a sociedade, é a democracia”.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Juristas Catarinenses pela Legalidade, Democracia e Justiça: Manifesto de repúdio ao apoio da OAB ao pedido de impeachment da presidenta da República

http://emporiododireito.com.br/juristas-catarinenses-pela-legalidade-democracia-e-justica-manifesto-de-repudio-ao-apoio-da-oab-ao-pedido-de-impeachment-da-presidenta-da-republica/

Empório do Direito – Por Redação – 30/03/2016

Em 17 de março de 2016, o Conselho Estadual da Seccional da OAB/SC, instado por seu presidente para a discussão do “cenário político nacional”, aprovou, por maioria, o encaminhamento ao Conselho Federal da OAB de pedido para abertura de pedido de impeachment da atual titular da Presidência da República Federativa do Brasil, Dilma Rousseff, eleita de forma direta e democrática por mais de 54 milhões de votos, além de outros requerimentos.

O presente manifesto de repúdio visa explicitar o inconformismo por parte de advogadas e advogados integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil catarinense, demais profissionais da área do Direito e membros da sociedade civil em geral, ao posicionamento oficialmente adotado pela OAB/SC e pelo Conselho Federal da OAB, pelos fundamentos a seguir apresentados.

É imperioso afirmar que as regras do processo democrático estão estabelecidas na Constituição Federal de 1988 e legislação aplicável. No caso específico do impeachment, somente é possível seu processamento com a caracterização de crime de responsabilidade. Um governo impopular, uma crise política ou mesmo uma crise econômica não estão previstos como fundamento para o impeachment. Logo, a prudência recomenda que, antes de manifestar apoio a um pedido de impeachment, a OAB pudesse demonstrar a existência de crime de responsabilidade, fundamento necessário para o pedido. Não foi o que aconteceu. A mera indicação de possibilidade de existência de crime é pouco para iniciar um processo tão grave e excepcional.

Tratando-se do exercício do Poder Executivo, nos termos do artigo 77 da Constituição Federal, a condição para a sua titularidade é a participação no processo eleitoral majoritário e a regra é o seu exercício pelo tempo do mandato, sendo a exceção a possibilidade de sua interrupção pelo processo de impeachment. Para isso, não pode haver qualquer dúvida sobre a existência de crime de responsabilidade. Não é o que parece e, por isso, o mínimo que se pode dizer do posicionamento da OAB é que foi “apressado”, mais ainda levando em consideração que a OAB sequer estimulou o debate entre os seus representados, encaminhando uma decisão tomada sem a legitimidade da participação dos milhares de advogadas e advogados espalhados pelo país. A posição tomada, portanto, é do Conselho Federal da OAB e não de toda a advocacia.

Alguns termos presentes na mídia comercial, e aparentemente incorporados pelo discurso jurídico de alguns, são de difícil aferição idônea. Expressões como “interesse da sociedade”, “clamor popular” e outros podem ser facilmente pronunciados em discursos políticos, mas não podem ser utilizadas para o afastamento das regras estabelecidas na Constituição Federal de 1988. O impeachment não é um julgamento exclusivamente político. Não havendo crime de responsabilidade devidamente comprovado, não há que se falar em impeachment.

Como representante da advocacia, a OAB deve zelar pela sua independência a pressões políticas momentâneas, respeitando também a independência dos seus membros que não reconhecem a existência de elementos para a abertura do processo de impeachment.

E se o princípio democrático ainda é um elemento de unidade entre os membros da advocacia, não é demais lembrar que não existe eleição direta para a Presidência do Conselho Federal da OAB, e que a apressada consulta feita às Seccionais não parece ter sido a forma mais eficaz de desenvolver um amplo e necessário debate sobre o tema entre as advogadas e advogados. Disso tudo, resulta inquestionável a fragilidade do argumento de que a posição da Presidência do Conselho Federal da OAB representa a todos(as), como demonstram as inúmeras manifestações de repúdio ocorridas nas últimas semanas pelo Brasil.

Nunca é demais lembrar, que entre as finalidades da OAB estão listadas a defesa da Constituição, da ordem jurídica do Estado democrático de direito, dos direitos humanos e da justiça social, além de pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida administração da justiça e pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas, nos termos do artigo 44, da Lei n. 8906/94 (Estatuto da Advocacia e da OAB). É isso que se espera da OAB, coragem de tomar posição em defesa da Constituição, ainda que possa ser taxada de impopular. É o que, da mesma forma, esperamos na defesa de nossas prerrogativas.

Nós, advogadas e advogados, lutamos diariamente para que direitos sejam reconhecidos, muitas vezes contra acusações desprovidas de fundamento. E um pedido de impeachment, elaborado pela OAB, sem a constatação inequívoca de crime de responsabilidade, assusta a advocacia.

Impeachment sem caracterização de crime de responsabilidade é absurdo, ilegal e antidemocrático. Nenhuma pessoa eleita pelo voto popular, em eleições livres e democráticas, pode ser vítima de pedido de impeachment sem que contundentes provas de crime de responsabilidade sejam apresentadas. E hoje não há provas sobre isso.

As operações investigatórias que estranhamente fazem sucesso na mídia comercial brasileira violam de forma explícita postulados básicos da defesa da intimidade dos cidadãos. Advogadas e advogados têm telefones “grampeados”, bem representando o absurdo dos procedimentos adotados por parte da polícia, judiciário e ministério público brasileiros. Tais ilegalidades trarão irreparáveis danos ao exercício da advocacia neste país nós próximos anos. E a lamentável postura do atual Presidente do Conselho Federal da OAB, ao requerer o impeachment da Presidenta da República sem fundamento jurídico relevante, infelizmente corrobora tais atitudes, ainda que indiretamente.

A corrupção deve ser combatida sistematicamente, com os rigores da lei, e com o mesmo rigor cabe a defesa dos direitos fundamentais pelas advogadas e advogados. É a nossa função. Não podemos admitir julgamentos públicos pela mídia comercial nacional, que vem mostrando sua habitual parcialidade, sem que os acusados possam exercer amplamente o seu direito de defesa. O combate à corrupção demanda um esforço institucional severo, sobretudo quando claras as demonstrações da urgente necessidade de reforma do sistema político brasileiro. Ainda assim, não se combate a corrupção rasgando a Constituição Federal.

A interrupção de mandatos deferidos pela soberania popular sem a observância estrita do devido processo legal, do direito ao contraditório e do direito à ampla defesa, não pode receber outro nome senão uma tentativa ilegítima de subversão do poder e a indicação clara da sua condição golpista. Logo, impeachment sem crime de responsabilidade tem outro nome: Golpe. E isso, nós advogadas e advogados não podemos admitir.

O momento político e econômico no país é grave. A Ordem dos Advogados do Brasil, a nossa Ordem, esteve nas últimas décadas representando de forma digna os anseios daqueles que lutam pelo pleno desenvolvimento do Estado democrático de direito (CF, art. 1o., cabeça). Apesar disso, é sempre importante lembrar que erramos miseravelmente em 1964, quando o Conselho Federal da OAB apoiou o golpe civil-militar. De lá pra cá, e talvez mesmo por conta disso, a OAB sempre esteve presente na luta pela ampliação de direitos e pela defesa intransigente da ordem constitucional, sem ceder ao populismo fácil ou oportunismo irresponsável.

Disso resulta o inconformismo das advogadas, advogados, juristas e membros da sociedade civil signatários deste documento, além de muitos outros. Se a defesa intransigente da ordem constitucional é o nosso lema, não podemos calar diante da grave ameaça ao Estado democrático de direito, nem com o apressado apoio da OAB a um pedido de impeachment da Presidenta da República, sem fundamento jurídico consistente.

E assim nos posicionamos, deixando para a história, sempre ela, o julgamento pelos atos praticados nesse momento de incertezas.

Em nome dos fundamentos democráticos, constitucionais e legais dispostos, é a presente para requerer:

a) Recebimento da presente Nota/Manifesto, acompanhada da lista de assinaturas anexa, mediante audiência pública designada pela Presidência da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional de Santa Catarina;
b) A publicação da presente Nota/Manifesto no site da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional de Santa Catarina;

Florianópolis, 27 de março de 2016

Assinam:

Andreza Prado de Oliveira, Advogada trabalhista do DECLATRA, OAB/SC 19.531B
Cariny Pereira, Advogada OAB/SC 41.089
Claudio Ladeira de Oliveira – professor de direiro constitucional/UFSC
Daniel Coelho Silveira Mello, Advogado OAB/SC 34.879
Daniela Cristina Rabaioli, Advogada OAB/SC 32.836
Daniela Felix, Advogada OAB/SC 19.094, Professora UFSC e CESUSC, Mestre em Direito UFSC, Membro do Coletivo Catarina de Advocacia Popular e Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares – RENAP
Elle Cristina Weissheimer, Advogada OAB/SC 11.293B
Fernanda Mambrini Rudolfo, Defensora Pública do Estado de Santa Catarina e Professora UFSC
Fernanda Martins, Advogada OAB/SC 31.093, professora da UNIVALI e UFSC
Geyson Gonçalves, Advogado OAB/SC 13.829
Gustavo de Carvalho Rocha, Advogado OAB/SC 35.981
Herlon Teixeira, Advogado OAB/SC 15.247
Jonas Machado Ramos, Advogado OAB/SC 24.625-B
Julia Moreira Schwantes Zavarize, Advogada OAB/SC 25.659
Larissa Tenfen Silva, Advogada OAB/SC 44.205-B
Leonardo Rossana Martins Chaves. Professor de direito constitucional do CESUSC/SC
Luzia Maria Cabreira, Advogada OAB/SC 11.258
Marcos Rogério Palmeira, OAB/SC 8.095
Marcelo Leão, Advogado OAB/SC 22.678
Matheus Felipe de Castro, professor de Direito Constitucional da UFSC e do mestrado em direitos findamentais da Unoesc, Advogado OAB/ SC 39.928
Prudente José Silveira Mello. Advogado do Declatra OAB/SC 4.673. Doutor em Direitos Humanos e Desenvolvimento pela Universidad Pablo de Olavide – Espanha. Professor da Faculdade Cesusc e Conselheiro da Comissão de Anistia.
Retijane Popelier, Advogada OAB/SC 5093, Conselheira Federal suplente
Roberto da Rocha Rodrigues, Advogado OAB/SC 23.611, Professor de Direito Penal do CESUSC
Roberto Ramos Schmidt, Advogado OAB/SC 7.449
Robson Dagrava, Advogado OAB/SC 32607-A
Rodrigo Mioto dos Santos, Advogado OAB/SC 25781
Rodrigo Sartoti, Advogado OAB/SC 38.349
Rogerio Duarte da Silva, Mestre em direito pela Ufsc, advogado OAB/SC 29954, professor de direito constitucional e direito eleitoral
Rossela Eliza Ceni, Advogada OAB/SC 14.331
Ruben Rockenbach Manente, Advogado OAB/SC 23.508-B
Samuel Martins dos Santos, Advogado OAB/SC 26.336
Sandro Sell, Advogado OAB/SC
Sergio Graziano, Advogado OAB/SC 8.042
Susan Mara Zilli, Advogada OAB/SC 5.517
Tarso Zilli Wahlheim, Advogado OAB/SC 32.888
Vinicius Guilherme Bion, Advogado OAB/SC 31.131
William Farias Rodrigues – Advogado OAB/SC
Aderbal Lacerda da Rosa, Advogado OAB/SC 10.399
Adriana Rosa, Advogada OAB/SC 15.759
Aldo Marcolin, Bacharel em Direito, RG 5007735458 SSI/RS, Itá/SC
Alexandre Santana, Advogada OAB/SC 14313
Ana Elsa Munarini, Advogada OAB/SC 35.507
Ana Martina Baron Engerroff, Advogada OAB/SC 25236
Analize Potrich Paggi, Advogada OAB/SC 27.314
André Ivan Tortato, advogado (licenciado), OAB/SC 14.812
Andreia Indalencio Rochi, Advogada OAB/PR 29.345 e OAB/SC 43.945A
António Alves Elias, Advogado OAB/SC 9083, assessor do Sindicato Dos Mineiros de Lauro Müller
Betania Pires Cassol, Advogada OAB/SC 39.004
Caroline Schwarz de Almeida, Advogada OAB/SC 31.444-B
Clarissa Sucupira Ferreira, Advogada OAB SC 42118
Cristina Lanzini, Advogada OAB/SC 16.474
Daniel Thiago Oterbach, Advogado OAB/SC 20.801
Daniela de Lima, Advogada OAB/SC 25.139
Danielle Maria Espezim dos Santos – Professora Direito Constitucional UNISUL e DISCENTE/PPGD/UFSC – 932690219-68
Dilvanio de Souza, Advogado OAB/SC 8.797
Emerson Henrique Morotti, Bacharel em Direito, CPF 065.426.639-59
Emiko Liz Pessoa Ferreira, Advogado OAB/SC 9.179
Evelyn Scapin, Advogada OAB/SC 35.924
Fernando Coelho Correia, Advogado OAB/SC 24.777
Fernando David Perazzoli, Professor Universitário e Advogado OAB/SC 34.712
Guilherme Rodrigues, Advogado OAB/SC 38.526
Gustavo Garbelini Wischneski, Advogado OAB/SC 30.206
Heloísa Gomes Medeiros, Advogada OAB/SC 27.265
Ig Henrique Queiroz Gonçalves, Advogado OAB/SC 22.423
Jairo Sidney da Cunha, Advogado OAB/SC 8.986
José Lucas Mussi, Advogado OAB/SC 42.936
Katiuska Raquieli Martins de Quadros, Advogada OAB/SC 19.521
Keline Renata Martins de Quadros, Advogada OAB/SC 39.481
Luziana Roesener, Advogada OAB/SC 28451
Matusalém dos Santos, Advogado OAB/SC 12.064
Rennan Cesar Scarpati, Advogado OAB/SC 33.645
Roberta Espindola Miranda, Advogada OAB/SC 26.422
Roberto Carvalho Fernandes, Advogado OAB /SC 20.080
Rodney do Rosário, Advogado OAB/SC 34.849
Gabriela Jacinto, Advogada OAB/SC 32.864
Rodrigo Machado Cardoso, Servidor Público Estadual, CPF 00537494995
Silvana de Paula Simas, Advogada OAB/SC 41.514, Pós-Graduanda em Processo Civil
Sindomar Ferreira Marques, Advogado OAB/SC 24.854
Vidal Vanhoni Filho, Advogado OAB/SC 13.725

A presente NOTA está disponível para assinaturas no endereço:

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR89556

Se puderem aderir e divulgar para alcançarmos o maior número de pessoas, agradecemos muito.


Imagem Ilustrativa do Post: The fist // Foto de: Pabak Sarkar // Sem alterações

Disponível em: https://www.flickr.com/photos/pabak/14496866427

Licença de uso: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/legalcode

Periferia é contra o golpe (via Frente Brasil Popular e CUT)

http://frentebrasilpopular.org.br/noticias/periferia-e-contra-o-golpe-81a4

Escrito por: CUT – 28/3/2016

120 coletivos periféricos de São Paulo divulgam manifesto em defesa da democracia. “Nós, que conquistamos só uma parte do que sonhamos e temos direito, não admitimos retrocesso”, afirma o documento

Crédito: Reprodução

120 movimentos das periferias de São Paulo assinam um manifesto contra o golpe articulado pela direita contra a presidenta Dilma Rousseff (PT). O documento foi divulgado nessa terça-feira (22) no perfil oficial do coletivo.

“Nós, que conquistamos só uma parte do que sonhamos e temos direito, não admitimos retrocesso. Reivindicamos o respeito à soberania das urnas e a manutenção do Estado Democrático de Direito”, afirma o documento.

Confira a íntegra do Manifesto abaixo:

“Periferias, vielas, cortiços… Você deve estar pensando o que você tem a ver com isso”

Nós, moradoras e moradoras das periferias, que nunca dormimos enquanto o gigante acordava, estamos aqui pra mandar um salve bem sonoro aos fascistas: somos contra mais um golpe que está em curso e que nos atinge diretamente!

Nós, que não defendemos e continuamos apontando as contradições do governo petista, que nos concedeu apenas migalhas enquanto se aliou com quem nos explora. Nós, que também nos negamos a caminhar lado a lado de quem representa a Casa Grande.

Nós, periféricas e periféricos, que estamos na luta não é de hoje. Nós, que somos descendentes de Dandara e Zumbi, sobreviventes do massacre de nossos antepassados negros e indígenas, filhas e filhos do Nordeste, das mãos que construíram as grandes metrópoles e criaram os filhos dos senhores.

Nós, que estamos à margem da margem dos direitos sociais: educação, moradia, cultura, saúde.

Nós, que integramos movimentos sociais antes mesmo do nascimento de qualquer partido político na luta pelo básico: luz instalada, água encanada, rua asfaltada e criança matriculada na escola.

Nós, que enchemos laje em mutirão pra garantir nosso teto e conquistar um pedaço de chão, sem acesso à terra tomada por latifundiários e especuladores, que impedem nosso direito à moradia e destroem o meio ambiente e recursos naturais com objetivo de lucro.

Nós, que sacolejamos por três, quatro horas por dia, espremidos no vagão, busão, lotação, enfrentando grandes distâncias entre nossas casas aos centros econômicos, aos centros de lazer, aos centros do mundo.

Nós, que resistimos a cada dia com a arte da gambiarra – criatividade e solidariedade. Nós, que fazemos teatro na represa, cinema na garagem e poesia no ponto de ônibus.

Nós, que adoecemos e padecemos nos prontos-socorros e hospitais sem maca, médico, nem remédio.

Nós, que fortalecemos nossa fé em dias melhores com os irmãos na missa, no culto, no terreiro, com ou sem deus no coração, coerentes na nossa caminhança.

Nós, domésticas, agora com carteira assinada. Nós, camelôs e marreteiros, que trabalhamos sol a sol para tirar nosso sustento. Nós, trabalhadoras e trabalhadores, que continuamos com os mais baixos salários e sentimos na pele a crise econômica, o desemprego e a inflação.

Nós, que entramos nas universidades nos últimos anos, com pé na porta, cabeça erguida, orgulho no peito e perspectivas no horizonte.

Nós, que ocupamos nossas escolas sem merenda nem estrutura para ensinar e aprender. Nós, professoras e professores, que acreditamos na educação pública e não nos calamos e falamos sim de gênero, sexualidade, história africana e história indígena – ainda que tentem nos impedir.

Nós, que somos apontados como problema da sociedade, presas e presos aos 18, 16, 12 anos, como querem os deputados.

Nós, cujos direitos continuam sendo violados pelo Estado, levamos tapa do bandeirante fardado, condenados sem ser julgados, encarcerados, esquecidos, quando não assassinados – e ainda dizem: “menos um bandido”.

Nós, mulheres pretas da mais barata carne do mercado, que sofremos a violência doméstica, trabalhista, obstétrica e judicial, e choramos por filhos e filhas tombados pelo agente do Estado.

Nós, gays, lésbicas, bissexuais, travestis, homens e mulheres trans, que enfrentamos a a violência e invisibilidade, e não aceitamos que nos coloquem de volta no armário.

Nós, que não aceitamos nossa história contada por uma mídia que não nos representa e lutamos pelo direito à comunicação. Nós, que estamos construindo, com nossa voz, as próprias narrativas: poesia falada, cantada, escrita.

Nós, que sempre estivemos nas ruas, nas redes, nas Câmaras, na cola dos politiqueiros de plantão e que agora somos taxados de terroristas por causa de nossas lutas. Nós, que aprendemos a fazer até leis para continuar lutando por nossos direitos. Nós, que garantimos a duras penas o mínimo de escuta em espaços de poder, não aceitamos dar nem um passo atrás.

Nós, que somos de várias periferias, nos manifestamos contra o golpe contra o atual governo federal promovido por políticos conservadores, empresários sem compromisso com o povo e uma mídia manipuladora.

Não compactuamos com quem vai às ruas de camisa amarela com um discurso de ódio, fascista, argumentando o justo “combate à corrupção” mas motivado por interesses privados. Não compactuamos com quem defende a quebra da legalidade para beneficiar a parcela abonada da população, em troca do enfraquecimento do Estado Democrático de Direito pelo qual nós dos movimentos sociais periféricos lutamos ontem, hoje e continuaremos lutando amanhã.

Nós, que sabemos que a democracia real será efetiva apenas com a ampliação de direitos e conquistas de nosso povo preto, periférico e pobre, a partir da esquerda e de baixo pra cima.

Nós, que conquistamos só uma parte do que sonhamos e temos direito, não admitimos retrocesso. Reivindicar o respeito à soberania das urnas e a manutenção do Estado Democrático de Direito. Reivindicamos as ruas enquanto espaço de diálogo, debate e fazer político, mas nunca como território do ódio. Reivindicamos nossa liberdade de expressão, seja ela ideológica, política ou religiosa. Reivindicamos a desmilitarização das polícias, da política e da vida social. Reivindicamos o avanço das políticas públicas, dos direitos civis e sociais.

Não vai ter golpe. Não vai ter luto. Haverá luta!

Assinam este manifesto os grupos, coletivos, organizações e movimentos da sociedade civil, além de cidadãos em geral que subscreveram individualmente:

Abayomi Ateliê
Ação Educativa
Agência Mural de Jornalismo das Periferias
Agencia Popular Solano Trindade Banco Comunitario Uniao Sampaio Observatorio Popular de Direitos
Agenda Preta
Aláfia
Algodão de Fogo
Ninguém Lê
Sessão de Fatos
Aliança Negra Posse
Anomia Coletivo
Associação cultural História em Construção
Associação Cultural Literatura no Brasil
Associação de Arte e Cultura Periferia Invisível
Associação de povos e comunidades Tradicionais de matrizes africanas e Afro brasileira Katina da Silva
Associação dos Moradores do Caranguejo –
Associação Franciscana DDFP
Audácia – Q.I. Alforria
Baobá Arte e Educação
Bloco do Beco
Blog Combate Racismo Ambiental
Blog Inspiração Sustentável
Blog NegroBelchior
Bocada Forte
Brechoteca Biblioteca Popular
Casa do Menor Trabalhador-RJ
Casa Popular de Cultura de M’Boi Mirim
Cia Humbalada de Teatro
Cia Janela do Coletivo
CicloZN
CineBecos
Claudias,Eu?Negra!
Comitê Juventude e Resistência Z/S – SP
Coletivo Brincantes Urbanos
Coletivo Candeia
Coletivo Cultural Marginaliaria
Coletivo Cultural Pic Favela
Coletivo Cultural Sankofa
Coletivo de fotógrafos Lente Quente/Jornalismo UEPG
Coletivo de Negras e Negros EACH
Coletivo Eletro Tintas
Coletivo em Silêncio, Reage Artista
Coletivo Encontro de Utopias
Coletivo FABCINE
Coletivo Juventude Ativa
Coletivo literario Sarau Elo da Corrente
Coletivo Mjiba
Coletivo Muros que Gritam…
Coletivo Perifatividade
Coletivo Pretas Peri
Coletivo R.U.A.
Coletivo Tenda Literária
Coletivo Verde América
Coletivo Voz da Leste
ColetivoFilhas da Luta
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Religiosos contra o golpe (do Brasil 247/via Luis Nassif)

http://jornalggn.com.br/noticia/religiosos-contra-o-golpe

Do Brasil 247

Religiosos de diferentes credos unidos contra o golpe

Uns vão à missa, outros ao terreiro, outros ao culto e a outros ritos. Em comum, a defesa de valores que dignificam o homem, e entre eles a democracia.  Contrários à utilização do impeachment para legitimar o afastamento da presidente Dilma, violando a vontade popular, religiosos de diferentes credos realizam um ato amanhã, quarta-feira, às 18h, no Auditório Nereu Ramos na Câmara dos Deputados, em defesa da democracia. Dele vão participar povos indígenas, povos de terreiros, budistas, espíritas, cristãos católicos e protestantes, evangélicos pentecostais, entre outros.
A iniciativa é do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC, Comissão Brasileira Justiça e Paz da CNBB e Comitê pró-democracia no Congresso Nacional.

Segue o manifesto.

Manifesto de Religiosas e Religiosos em Defesa da Democracia

“Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade”. Artigo 1ª da Declaração Universal de Direitos Humanos.

Pertencemos a várias tradições religiosas. Queremos, com o nosso testemunho, contribuir para o diálogo e para a superação da crise pela qual passam o Brasil e diversos países da América Latina. Em nossas tradições a justiça é sagrada e sustenta a vida em igualdade. Os princípios que nos orientam não admitem que a avaliação de um grupo social se sobreponha ao outro, determinando, a partir de seus critérios e interesses, se um governo é bom ou ruim. Todos somos filhas e filhos do Criador. Por isso, todas as pessoas são portadoras dos mesmos direitos de avaliação e as mesmas obrigações com o bem comum e o bem viver, buscando o fortalecimento para irmãs e irmãos, companheiras e companheiros que vivem o seu testemunho em coerência com o projeto de igualdade e justiça.

Colocamo-nos em comunhão com todas as pessoas perseguidas por causa do seu compromisso pela paz, pela justiça social e por um novo mundo possível.  Por isso, afirmamos ser como dores de parto, portadora de uma vida nova. Que essa experiência de dor nos ajude a rever os erros cometidos pelas instituições e poderes constituídos e por nós mesmos. Como pessoas de diferentes tradições religiosas, nem sempre cumprimos a missão de permanecer vigilantes para cuidar do exercício da Política e de seu papel de garantir direitos e promover o bem comum.

Que esse tempo nos encoraje para as autocríticas necessárias. Não nos deixemos tomar pelo desânimo e pessimismo. Repudiamos as manifestações de ódio, violência e intolerância que os meios de comunicação e a elite desse país têm insuflado a população. Não concordamos com a judicialização da política, com a partidarização da justiça e com a espetacularização de ações judiciais. Essas são práticas que  contribuem para o descrédito das instituições e o acirramento de posições polarizadas, o que leva a população brasileira a desacreditar na justiça. Optamos por manter o respeito a quem pensa diferente. Defendemos o direito ao pluralismo democrático e ao contraditório. Sejamos fiéis ao diálogo sincero, mesmo com quem tem posições políticas contrárias às nossas.

Lembramos que a corrupção, infelizmente, é antiga. Ela é inerente ao espírito do capitalismo, competitivo e individualista.espírito do capitalismo, competitivo e individualista. Devemos nos empenhar para a superação dessa prática, nas esferas pública, empresarial e pessoal. Mas o combate à corrupção não pode ser um pretexto, como em diversas vezes na história do Brasil, para legitimar golpes de Estado que acarretaram perseguições e sofrimento para o povo.

Reconhecemos que, além das causas decorrentes de situações que são da realidade nacional, há sinais claros de interferências e patrocínios, oriundos de interesses internacionais. Esses interesses visam desestabilizar nossos países, quando nossas nações buscam independência política e econômica. Portanto, o que está acontecendo no Brasil não pode ser desvinculado das intervenções golpistas como as que aconteceram em Honduras e no Paraguai. Na Argentina, decisões judiciais a serviço  dos interesses de corporações internacionais acarretaram prejuízos graves para aquele país. Vemos também a realidade brasileira ligada às tentativas de desestabilizar os governos da Bolívia, Venezuela, Equador e outros do continente.

Expressamos  o  nosso  compromisso  com  as  pessoas em situações de vulnerabilidade: quilombolas, ciganos, matriz africana, seringueiros, castanheiros, quebradeiras de coco-de-babaçu, comunidades de fundo de pasto, faxinalenses, pescadores artesanais, marisqueiras, ribeirinhos, varjeiros, caiçaras, praieiros, sertanejos, jangadeiros, açorianos, campeiros, varzanteiros, pantaneiros, caatingueiros, negras e negros, povos indígenas, mulheres,  juventude da periferia, trabalhadores e trabalhadoras da cidade e do campo,  LGBTTs, população idosa, pessoas com deficiência, entre outros que poderão ser  profundamente impactados com os ajustes econômicos e com a ruptura da ordem democrática e do Estado de Direito.

A democracia é essencial para a convivência e a coexistência  entre diferentes religiões, grupos e pessoas não religiosos. Por isso, permaneceremos vigilantes. É com a democracia que aprendemos a ser tolerantes com o outro. No entanto, nossas experiências de fé nos desafiam a irmos para além. Devemos caminhar em direção ao reconhecimento do direito do outro à existência .

Vamos fortalecer o diálogo e anunciar a paz!

24 de março de 2016. Dia Internacional para o Direito à Verdade e 36° ano do martírio de  Oscar Romero.

1. Adriana Alves Lara – Católica;

2. Adecir Pozzer – sem religião;

3. Dom Adriano Ciocca Vasino – Bispo da Prelazia de São Félix do Araguaia – MT- Igreja Católica;

4. Aida Marise Cruz – Monja Kakuzen – discípula da Monja Coen Roshi – Comunidade Zen Budista filiada à Comunidade Zen do Brasil;

5. Ir. Aidete Vicensi – Irmãs Missionárias da Congregação de São Carlos Borromeu – Scalabrinianas/ ICAR;

6. Ir. Albina Bosio. Coordenadora de comunidade/ICAR;

7. Amanda Cristina Souto Pereira- Catequista – ICAR;

8. Amelia Ecco – ICAR;

9. Ana Isa dos Reis – Ministra religiosa – Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil;

10. Irmã Ana Helena Andreão – religiosas do Sagrado Coração de Maria;

11. Ir. Ariete D’Agostini – Irmãs Missionárias da Congregação de São Carlos Borromeu – Scalabrinianas/ ICAR;

12. Reverendo Arthur Cavalcante, clérigo da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

13. Ir. Albino Trevisan – Marista – Igreja Católica Apostólica Romana;

14. Alexandre L’OmiL’Odò – sacerdote da Jurema Sagrada e coordenador do Quilombo Cultural Malunguinho;

15. Alexandre Pupo Quintino, leigo, Igreja Metodista do Brasil;

16. Ana Maria Demo;

17. Antônio Adriano Almeida – Igreja Batista;

18. Alzira Munhoz – Grupo Francisclariano de Timóteo, Coronel Fabriciano e Ipatinga – MG vinculado à Congregação das Irmãs Catequistas Franciscanas;

19. Anderson Ferreira Teixeira Nunes – Sacerdote Umbandista;

20. André Sidnei Musskopf, Teólogo, Cristão Luterano – Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB);

21. Articulação Brasileira de Gays;

22. Aurenice Lins das Neves – Sacerdotisa – Tradição religiosa: Jurema;

23. Aydee Valério de Souza Albino – Assembleiana;

24. Irmã Béatrice Kruch – Divina Providência de Ribeauvillé – França;

25. Baba Diba de Iyemonja – Batuque do Rio Grande do Sul;

26. Beatriz Monteiro – Igreja Católica Apostólica Romana- ICAR;

27. Benedito Ferraro, Padre da Igreja Católica, católico;

28. Bernadete de Oxum, Ekedji da Nação Efon;

29. Dom Bernardo Johannes Bahlmann – Frei/OFM/ICAR;

30. Carlos André Cavalcanti – Líder do Grupo Videlicet Religiões da UFPB;

31. Carlo Bianchi –  Vigário Paroquial – Igreja Católica Apostólica Romana;

32. Reverenda Carmen Etel Alves Gomes – Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

33. Centro de Estudos Bíblicos – CEBI;

34. Caroline Santos Teixeira, CEBs, católica;

35. Cecília Sá Miranda – ICAR- Companhia das Filhas da Caridade de S. Vicente de Paulo;

36. Célia Gonçalves Souza – Makota Celinha–Candomblé – Coordenadora Nacional;

do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro Brasileiro+ CENARAB;

37. Cibele Kuss, Pastora luterana da IECLB;

38. Ir. Clarice Teresinha Heck – Irmã Franciscana da Penitência e Caridade Cristã Igreja Católica Apostólica Romana;

39. Claudete BeiseUlrich – Pastora/IECLB;

40. Rev. Cláudio das Chagas Soares – Pastor da Igreja Presbiteriana Unida (IPU);

41. Cláudio Giovani Becker- Ministério Catequético – Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil;

42. Cláudio Márcio Águeda Pinto – Igreja Católica Apostólica Romana- ICAR;

43. Cláudio de Oliveira Ribeiro – Pastor Metodista;

44. Clementina Paulina Schneider – CRB/ICAR;

45. Cristina Scherer, pastora, IECLB – Igreja Evangélica de confissão Luterana no Brasil;

46. Dagmar Henz – Espírita;

47. Delir Brunelli – Teóloga – Tradição Religiosa: Católica Apostólica Romana;

48. Delize Sfredo – ICAR;

49. Daniela Yabeta – Equede de Aira do Ilê Axé Onixegun;

50. Daniel Souza, leigo na Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

51. Padre Dário Bossi – Missionário Comboniano – Igreja Católica Apostólica Romana;

52. Irmã Dazir da Rocha Campos – Congregação das Irmãs Carmelitas da Divina Providência;

53. Dom Demétrio Valentini – Bispo Emérito da Diocese de Jales – Igreja Católica Apostólica Romana;

54. Edenir Biancato Alberton –  Irmã Católica;

55. Edilene Machado Pereira – Igreja Batista;

56. Edith Jeanne Chevalier Irmãzinha de Jesus – ICAR;

57. Eduardo Alves de Oliveira – Pastoral da Juventude – Igreja Católica Apostólica Romana;

58. Frei Eduardo Augusto Schiehl- OFM – Religioso Franciscano da Ordem dos Frades Menores;

59. Eduardo Brasileiro – leigo – Igreja Católica Apostólica Romana;

60. Elias de Yansan, Babalorixá do Ilê AshéEfon, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro;

61. Elianildo da Silva Nascimento – Iniciativa das Religiões Unidas;

62. Elide Lucinda Sfredo – ICAR;

63. Elioenai de Souza Ferreira, membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Rio Grande do Norte (IEADERN), filiada à CGADB;

64. Elvira Lurdes Cella – ICAR;

65. Emanoel de Xangô, Ogan do Ilê AshéEfon, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro;

66. Emilia Altini – Irmã Catequista Franciscana – Congregação das Irmãs Catequistas Franciscanas/ICAR;

67. Enedir Rosa Correa;

68. Erelides Scariot – ICAR;

69. Irmã Eugênia Maria do Nascimento/ICAR;

70. Irmã Eurides Alves de Oliveira – Religiosa da Congregação das irmãs do Imaculado Coração de Maria – Católica;

71. Fábio Py. Leigo, luterano-batista;

72. Fátima Míriam Brucznitski – Católica Apostólica Romana;

73. Dr. Felipe Gustavo Koch Buttelli, teólogo luterano;

74. Diác. Francisco Adilson da Silva – Diácono do Clero Diocesano – Assessor do Vicariato Episcopal para as Pastorais Sociais da Arquidiocese de Natal-RN;

75. Ir Francislaine Regina de Paula- rscj- Igreja Católica;

76. Dom Francisco de Assis da Silva – Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil – Diocesano em Santa Maria;

77. Frei Felipe Marcelino S. Sousa, frade franciscano, Igreja Católica Romana;

78. Flávio Augusto Águeda Pinto – Igreja Católica Apostólica Romana- ICAR;

79. Francesco Lenzi – Sacerdote Religioso dos Missionários Combonianos;

80. Francisco Orofino    Biblista     Leigo da Igreja Católica Apostólica Romana;

81. Irmã Geralda Ferreira da Silva – ICAR;

82. Gertrudes Ecco – ICAR;

83. Gilberto Vieira dos Santos – Giba Wataramy – ICAR;

84. Gilvander Luís Moreira, Carmelita, da CPT;

85. Gema Talita Padova – ICAR;

86. Genilma Boehler- Reverenda – Igreja Metodista;

87. Gentilina Zamberlan – ICAR;

88. Gioconda Boreli – Dominicana da Beata Imelda;

89. Graciela Chamorro – Pastora e Teóloga – Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil;

90. Haidi Jarschel, pastora licenciada IECLB;

91. Irmã Heloisa Maria Rodrigues da Cunyha -rscj- provincial;

92. Irmã Guida Ludovico – Missionária Dominicana de Monteils;

93. Ida Possap – ICAR;

94. Idelsa Ignes Reginatti, Ir. Franciscana de Nossa Senhora Aparecida,Cristã católica;

95. Ignez Bruneto – ICAR;

96. Irmã Ires de Costa – Missionária Scalabriniana – Católica;

97. Ir. Irio Luiz Conti msf – Professor de Ensino Superior e assessor de pastorais sociais e movimentos sociais, Católica Apostólica Romana;

98. Itacir Antonio Gasparin – Igreja Católica Romana;

99.  Italvina Bavaresco – Congregação das Irmãs de São José;

100. Itamires Amorim dos Santos (Irmã Itamires) Religiosa Católica;

101.  Iuri Andréas Reblin – IECLB;

102. Ivonete Gardini – Irmã Catequista Franciscana – Católica;

103. Ivonete Maria da Silva – CEBI/ES – Leiga/ICAR;

104. Ivo Lesbaupin, sociólogo, professor da UFRJ, membro da ONG Iser Assessoria, católico;

105. Ivo Pedro Oro, padre da ICAR- Diocese de Chapecó;

106. Jandira Keppi- Pastora Luterana ( IECLB)- JI-Paraná-RO;

107. Joana Batista S. Souza- Leiga – catequista e coordenadora de pastoral da Arquidiocese de Porto Velho;

108. Joanildo Burity – Leigo – Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

109. João Francisco dos Santos Esvael – Músico e Compositor – IEAB – Junta Diretiva do CLAI (Conselho Latino Americano de Igrejas);

110. Prof. João José Barbosa Sana – membro da Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Vitória – ES;

111. Frei João Xerri, op  – Dominicano, sacerdote Católico;

112. Pe. Jorge Boran – Igreja Católica Apostólica Romana;

113. Jorge Geraldo – Frei Franciscano Menor Conventual (OFMConv) – coordenador do CAAPA – Coordenação Arquidiocesana da Pastoral Afro (CAAPA);

114. Frei José Alamiro Andrade Silva, ICAR;

115. Josélia Mocellin – ICAR;

116. José André da Costa – Padre missionário da Sagrada Família – MSF – Doutor em Filosofia Política;

117. José Carlos Soares Pinto – Igreja Católica Apostólica Romana- ICAR;

118. Frei José Fernandes Alves, frade dominicano, vice coordenador da Comissão Dominicana de Justiça e Paz do Brasil, membro da CBJP-CNBB e da JPIC-CRB;

119. Josemar Silva – Padre da Igreja Católica;

120. José Mário Gonçalves –Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil;

121. Pe. José Rogério Rigo – ICAR/Diocese de Santo Ângelo;

122. Julio Cesar Pagotto – Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Vitória – ES; Coordenação da Pastoral do Povo da Rua/ICAR;

123.  Kassiane Schwingel – IECLB;

124. Laura Puntel – ICAR;

125. Leila Gomes Apolinário – Leiga/ICAR;

126. Lorrama Machado- Coordenadora do Centro de Promoção a Liberdade Religiosa e Direitos Humanos;

127. Lucia de Fátima Batista de Oliveira (Omidewa)-Iyalorixá – Matriz Africana;

128. Lúcia Maria da Silva, Católica Apostólica Romana;

129. Lucia Ribeiro, Igreja Católica Romana;

130. Frei Luciano Bernardi, coordenador da Comissão Pastoral da Terra da Bahia (CPT BA) e presidente da Comissão de Justiça e Paz, Salvaguarda da Criação (JPSC) dos Franciscanos Conventuais da Província São Francisco de Santo André – SP;

131. Rev. Lucio Mendonça da Fonseca – Igreja Metodista – Coordenador dos Direitos Humanos da Igreja Metodista no Estado de Minas Gerais e Espírito Santo;

132. Ir. Lúcia Natalina Boff – Irmãs Missionárias da Congregação de São Carlos Borromeu – Scalabrinianas/ ICAR;

133. Pe. Luis Sartorel, sacerdote, católico;

134. Lusmarina Campos Garcia, pastora, Igreja Evangélica de Confissão Luterana/IECLB;

135. Luiz Carlos Gabas – Reverendo – Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

136. Frei Luiz Carlos Susin, teólogo – Trad. Católica;

137. Frei Luiz Favaron, religioso da OFMConv.

138. Luiz Henrique Ferfoglia Honório – Vice-Presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil – Regional Sul 1 da CNBB- Católico;

139. Luiz Alberto Gómez de Souza, leigo, Igreja Católica Romana;

140. Lupercio Romulo Soares da Silva, babalorixá de Tradição Nagô –  Pernambuco;

141. Ir Magda Izabel dos Reis – ICAR;

142. Magda Guedes Pereira – Reverenda da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

143. Magali do Nascimento Cunha – Comunicadora Social – Igreja Metodista;

144. Mametu Nangetu – Terreiro Mansu Nangetu, Belém/PA;

145. Mardes P. Silva – Pastor-Presidente da Convenção Betesda do Ceará;

146. Maria Benincá- ICAR;

147. Maria Diva Schiochet – Irmã Catequista Franciscana/ICAR;

148. Maria Conceição dos Santos – Igreja Católica – Movimento Fé e Política da Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda/RJ;

149. Maria Eugenia Chaloult, Católica, Brasília;

150. Maria Gomes da Costa – Filha do Amor Divino/ICAR;

151. Maria do Socorro Medeiros Dantas – Filha do Amor Divino/ICAR;

152. Irmã Maria Raimunda Ribeiro da Costa/ICAR;

153. Marie Ann WangenKrahn, membro leiga da equipe pastoral da Faculdades EST, Luterana – IECLB;

154. Marcelo Barros – monge beneditino e teólogo católico;

155. Pe. Marco Passerini – Missionário Comboniano- Pastoral Carcerária da Igreja católica- Fortaleza Ceará;

156. Marga Janete Ströher – Teóloga – IECLB;

157. Irmã Margarida Ma.Andrade de Almeida – RSCj – Brasil;

158. Margarida Momo – ICAR;

159. Maria Julia dos Santos – ICAR;

160. Marivete Brun – Congregação de Nossa Senhora/ICAR;

161. Ir. Marlene Rodrigues de Oliveria – ICAR;

162. Marli Horosteki – ICAR;

163. Irmã Marlise Hendges- Diretora Geral da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria/ICAR;

164. Dom Manoel João Francisco – Bispo católico, da Diocese de Cornélio Procópio;

165.  Padre Manoel José de Godoy – Sacerdote/ICAR;

166.  Manoel Pereira – Padre Católico/ICAR;

167. Dr. Manoel Ribeiro de Moraes Junior – Docente do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião na Universidade do Estado do Pará – Pastor Batista – Convenção Batista Brasileira;

168. Pe. Marco Bassani, Padre – Católico;

169. Maria do Carmo Libório Cavalcante – leiga – Católica Apostólica Romana;

170. Maria Gabriela de Sousa Sencades- Tradição religiosa: Budismo;

171.  Maria de Fátima Castelan – CEBI-ES – Tradição religiosa – ICAR;

172. Maria Tosati – ICAR;

173. Irmã Marie Madeleine Hausser – Divina Providência de Ribeauvillé – França;

174. Marilia Alves Schüller, Assessora de Projetos, KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço;

175. Maria José Meira, irmã provincial de VedrunAmérica, da Congregação Religiosa Carmelitas da Caridade Vedruna, da Igreja Católica;

176. Maria Luiza Pires Ventura – Católica Apostólica Romana;

177. Maria Valéria Rezende – religiosa -Congregação de Nossa Senhora/ Cônegas de Santo Agostinho;

178. Monika Ottermann – Mestra em Teologia – Doutora em Ciências da Religião, Leiga da ICAR;

179. Padre Nadir Luiz Zanchet – vigário geral da Diocese de Balsas/ICAR;

180. Província Santa Clara de Assis – Congregação das Irmãs Catequistas Franciscanas;

181. Nancy Cardoso Pereira – Pastora Metodista, CPT;

182. Pe Nelito Nonato Dornelas – Pároco da Paróquia São João XXIII – Diocese de Governador Valadares – MG;

183. Padre  Nello Ruffaldi   – Sacerdote Missionário do Pontifício Instituto das Missões;

184. Neurimar Pereira da Silva – leiga – Católica Apostólica Romana;

185. Nilva Benincá – Católica Apostólica Romana;

186.  Nilva Rosin – Irmã da Congregação das Irmãs de São José de Chambéry do Brasil;

187. Ogã Jaçanã Gonçalves – Presidente do Centro Espírita Caridade Eterna;

188. Frei Olavio José Dotto, ofm – sacerdote franciscano – católico;

189. Oneide Bobsin, pastor da IECLB/Professor de Ciências da Religião – Faculdades EST;

190. Frei Oretes Alexandre Serra, ofm –  Professor de Direito Cânonico/ICAR;

191. Osvaldo Luiz Ribeiro, Doutor em Teologia;

192. Pe. Dr. Ottorino Bonvini – Missionário Comboniano – Igreja Católica Romana;

193. Padre Paulo Bezerra – Igreja Católica Apostólica Romana;

194. Paulo Roberto Rodrigues, padre na Igreja Católica Apostólica Romana, atuando na Arquidiocese de Campinas;

195. Patricia Crepaldi – Educadora – Membro da Igreja Betesda Zona Leste;

196. Rafael Soares de Oliveira – Ogan d’Oxossi do Candomblé;

197. Raimundo Rocha – Missionários Combonianos – Juba, Sudão do Sul, África;

198. Reginaldo Veloso – presbítero católico das CEBs no Morro da Conceição e Adjacências – Recife PE;

199. Pe. Raimundo Nonato B. Costa – sacerdote diocesano – Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR);

200. Renate Gierus – Pastora – Igreja Evangélica de Confissão Luterana (IECLB);

201. Pastor Renato Küntzer – Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil;

202. Renato Thiel – Cristão – Católico (ICAR);

203. Roberta Lee Spires  Irmã de Notre  Dame de Namur/ICAR;

204. Frei Rodrigo de Castro AmédéePéret, ofm (franciscano) Igreja Católica;

205. Rolf Malungo de Souza, antropólogo – Professor Adjunto do INFES/UFF – Diácono da Igreja Metodista de Vila Isabel;

206. Ronnie Peterson Rodrigues Sares – Igreja Católica Apostólica Romana- ICAR;

207. Romi Márcia Bencke – Pastora/IECLB;

208. Ronildo Oliveira – Pastoral da AIDs – Católica Apostólica Romana;

209. Padre Saverio Paolillo, Missionário Comboniano – Igreja Católica Apostólica Romana;

210. Pastoral Popular Luterana (PPL);

211. Sandra Aparecida Leoni – Irmã Catequista Franciscana;

212. Pe. Sidnei Marco Dornelas, CS – Congregação dos Missionários de São Carlos – Scalabrinianos – Presbítero religioso católico romano;

213. Silvia Rejane Águeda – Igreja Católica Apostólica Romana- ICAR;

214. Sebastião Carlos Moreira – ICAR;

215.  Sonia Cleide Ferreira da silva – Umbanda;

216. Revda. Sônia Gomes Mota- Pastora da Igreja Presbiteriana Unida;

217. Stefan Ruy Krambeck – Pastor – IECLB;

218. Suzana M. Rodrigues Ribeiro – leiga da Igreja Metodista;

219. Tania Maria Riberio Cavalcante – Dirigente da Casa de Caridade Flor de Liz – Tradição religiosa de matriz africana;

220. Tata Matamoride – Sacerdote Angola Bantu -Presidente de honra do FOESP;

221. Tata Kinamboji – Terreiro Mansu Nangetu, Belém/ PA;

222. Tata Ngunz’tala – Candomblé;

223. Tatiana Tannús Grama – Umbanda;

224. Tea Frigerio, biblista, ICAR;

225. Tecendo Cidadania – ONG Católica;

226.  Thereza Cortelini – Religiosa Católica;

227. Irmã Terezinha Luiza da Silva–Missionária de Jesus Crucificado;

228. Terezinha Maria Foppa;

229. Therezina Bordignon- ICAR;

230. Thiesco Crisóstomo, leigo, coordenador de Pastoral da Diocese de Marabá. ICAR;

231. Tony Welliton da Silva Vilhena – Comunidade Metodista Confessante;

232. Waldicéia de Moraes Teixeira da Silva – Pastora Wall Moraes – Assembleia de Deus Liberdade e Vida, Brasília, DF;

234. Waldir José Bohn Gass – da articulação das Pastorais Sociais e CEBs-RS/ICAR;

235. Walter Borghesi – Bacharelato em Teologia Moral – Missionário Cambonano;

236. Valdira Giordani da Igreja Católica Apostólica Romana;

237. Vanessa gomes ferreira, religiosa Filhas de Maria Missionaria/ICAR;

238. Vilma Gama da Silva Castro, leiga, Igreja Católica Apostólica Romana;

239. Yves Chaloult, católico/budhhista, Brasília