Guardian: Você toca a tela do telefone 2.617 vezes por dia. Cuidado, estão sequestrando seu cérebro

Por Guardian – 8/10/2017 – via Viomundo.

O diário britânico Guardian publicou reportagem sobre designers, programadores e executivos do Vale do Silício, na Califórnia, que desistiram ou restringiram seu uso das redes sociais temendo o “sequestro” mental a que os usuários dos smartphones estão sujeitos — aquela coisa de acordar com o celular ao lado da cama e dar likes e checar fotos no Instagram antes mesmo de tomar o café da manhã. Segundo o texto, as pessoas tocam a tela dos seus telefones, em média, 2.617 vezes por dia.

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http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/guardian-voce-toca-a-tela-de-seu-telefone-2-617-vezes-por-dia-cuidado-estao-sequestrando-seu-cerebro.html

A Globo se cala

Por Celso Vicenzi – 3/10/2017.

Para os telejornais da Globo, o suicídio do reitor da Ufsc, provocado pela sanha de justiçamento midiático-judicial-policial não é notícia. Pode ser uma espécie de confissão, por ter tido ativa participação nesse modelo de judicialização política e de linchamento de pessoas, promovido pela Lava Jato, pelo Ministério Público, pela Polícia Federal e outros setores e atores que atuaram em conjunto para promover um golpe contra um governo eleito legitimamente e que hoje amplia a perseguição a outras áreas da sociedade. Sempre pela via da execração pública de pessoas e instituições sem a mínima preocupação com os exageros, as arbitrariedades e o direito de presunção de inocência antes de julgamento justo e definitivo dos fatos.

E os pobres sustentam o cassino financeiro global (por Inesc e Redação Outras Palavras)

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Em três décadas, países periféricos transferiram, para nações capitalistas centrais, US$ 10,6 trilhões — trezentas vezes o PIB da Nicarágua. Paraísos fiscais são principal sangria. Só China escapou.
Por Inesc e Redação Outras Palavras – 6/9/2017.
Qual impacto que a fuga não-registrada de capitais pode ter no desenvolvimento de um país, principalmente nos mais vulneráveis e pobres? Qual o papel dos paraísos fiscais na facilitação desse fluxo financeiro, que drena importantes recursos de regiões inteiras do mundo? Para tentar responder a essas questões, o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), em parceria com o Centro de Pesquisa Aplicada da Escola de Economia da Noruega (SNF), a Global Financial Integrity (GFI), Universidade Jawaharlal Nehru e o Instituto Nigeriano de Pesquisa Social e Econômica, produziu o estudo “Fluxos Financeiros e Paraísos Fiscais: Uma combinação para limitar a vida de bilhões de pessoas“, um extenso relatório em três partes que avalia o fluxo líquido de recursos de entrada e saída de países em desenvolvimento, durante o período de 1980-2012.
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Pé na Praia: Um alemão atrasado em Blumenau (por Thomas Fischermann/via DW)

Jornalista alemão Thomas Fischermann no Rio de Janeiro

O jornalista alemão Thomas Fischermann vive no Rio de Janeiro.

Por Thomas Fischermann – 6/9/2017 – via Deutsche Welle.

Para um correspondente de um jornal alemão do século 21, é uma sensação estranha estar em Blumenau, conta Thomas Fischermann. É como se fosse uma viagem a um museu no passado da própria nação.

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http://www.dw.com/pt-br/p%C3%A9-na-praia-um-alem%C3%A3o-atrasado-em-blumenau/a-40378758

Chapa “Resistência e Luta” é eleita pelos jornalistas

Parte da chapa eleita após a apuração: Leonel Camasão (tesoureiro), Valci Zuculoto (vice) e Aderbal Filho (presidente).

A Chapa “Resistência e Luta” foi respaldada por 96,61% dos votos nas eleições do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, realizada nos dias 23 e 24 de agosto. Aderbal Filho, atual presidente, foi reeleito para um mandato de três anos. Dos 342 profissionais aptos ao voto, 207 (60%) participaram do processo com sistema misto (votação on line e em cédulas de papel). Foi alcançado o dobro do quorum mínimo estatutário da entidade.

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http://sjsc.org.br/24/08/2017/chapa-resistencia-e-luta-e-eleita-pelos-jornalistas

Prostitutas discutem formas de romper o estigma e acessar direitos (por Paula Guimarães/via portal Catarinas)

Debate integrou as comemorações de 30 anos do Movimento Brasileiro das Prostitutas/Foto: Assessoria FG.

Por Paula Guimarães – 8/8/2017 – via portal Catarinas.

Pela primeira vez em mais de vinte anos de realização do Seminário Internacional Fazendo Gênero, o putafeminismo protagonizou uma mesa redonda com a presença de ativistas prostitutas. “Um século e meio de abolicionismo: prostituição, criminalização e o controle da mulher” teve participação de Monique Prada, fundadora da Central Única das Trabalhadoras e Trabalhadores Sexuais (CUTS), Melinda Mindy Chateauvert, historiadora do movimento das trabalhadoras sexuais, e Pye Jakobsson, presidenta do NSWP, organização internacional para profissionais do sexo. O evento que discutiu as ameaças em relação ao exercício da atividade no Brasil segue em mais quatro cidades como parte das comemorações de 30 anos do Movimento Brasileiro das Prostitutas.

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http://catarinas.info/prostitutas-discutem-formas-de-romper-o-estigma-e-acessar-direitos