A ousadia de pensar o aborto: Uma questão bioético-política (por Fabio A.G. Oliveira, Letícia Gonçalves e Maria Clara Dias/via Revista Cult)

A ousadia de pensar o aborto: Uma questão bioético-política

Arte: Revista Cult.

Por Fabio A.G. Oliveira, Letícia Gonçalves e Maria Clara Dias – 13/11/2017 – via Revista Cult.

Segundo a Pesquisa Nacional do Aborto (PNA) realizada em 2016 e publicada em 2017, uma mulher por minuto pratica aborto no Brasil. Isso significa dizer que uma a cada cinco mulheres alfabetizadas entre 18 e 39 anos já fez um aborto. Ou seja: 4,7 milhões de mulheres já abortaram. Diante desses números, nos perguntamos: por qual razão pensar o aborto ainda gera tanto incômodo em uma parcela da população? E quais aspectos bioéticos e políticos precisamos destacar neste debate?

Leia mais:

https://revistacult.uol.com.br/home/ousadia-de-pensar-o-aborto-uma-questao-bioetico-politica/#.WgoU7IY9CJU.facebook

Cartilha da Artigo 19 orienta mulheres sobre direitos e acesso à informação

cartilha artigo 19.jpg

Cartilha faz parte da campanha ’16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres’.

Por Rede Brasil Atual – 5/12/2016.

Publicação traz dados sobre a situação dos direitos das mulheres no Brasil e também recomendações ao poder público sobre medidas a serem tomadas para o setor.

Leia mais:

http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/noticias-violencia/cartilha-da-artigo-19-orienta-mulheres-sobre-direitos-e-acesso-informacao

‘Tire seus rosários dos meus ovários’: decisão da Justiça de Goiás reitera direito de manifestação feminista (por Débora Prado/via Agência Patrícia Galvão)

 A frase das alunas já foi usada em uma campanha da Articulação Feminista Marcosul

A frase que gerou investigação em Goiás já foi usada em campanha da
Articulação Feminista Marcosul.

Por Débora Prado/via Agência Patrícia Galvão – 28/9/2016.

Relevante decisão do Poder Judiciário em Goiânia reafirmou o direito constitucional à livre manifestação do pensamento, ressaltando a importância do Estado laico e democrático.

Leia mais:

http://agenciapatriciagalvao.org.br/direitos-sexuais-e-reprodutivos/tire-seus-rosarios-dos-meus-ovarios-decisao-da-justica-de-goias-reitera-direito-de-manifestacao

ONU Mulheres defende ampliar debate sobre aborto no país, no dia da luta pela descriminalização

Foto: Mídia Ninja (2015)

Foto: Mídia Ninja (2015).

Por ONU Brasil – 28/9/2016.

“No Dia da Luta pela Descriminalização do Aborto na América Latina e no Caribe (28/9), a representante da ONU Mulheres no Brasil afirmou ser necessário ampliar o debate sobre o tema no país, especialmente diante de um cenário em que mais de 50 mil pessoas são estupradas anualmente, a maioria mulheres — vítimas que muitas vezes não sabem que tem, por lei, o direito de abortar.

A agência da ONU participa da ação virtual #PrecisamosFalarSobreAborto 24h, que reúne coletivos, sites, ONGs, pesquisadoras e pessoas públicas, promovendo transmissões ao vivo sobre o tema pelo Facebook.”

Leia mais:

https://nacoesunidas.org/onu-mulheres-defende-ampliar-debate-sobre-aborto-no-pais-no-dia-da-luta-pela-descriminalizacao

73% das mulheres que abortam são casadas: novos dados da OMS sobre tema são surpreendentes (por Bolsa Mulher/via Agência Patrícia Galvão)

Por Bolsa Mulher / Via Agência Patrícia Galvão) – 16/5/2016.

Cada vez mais o aborto voluntário se mostra um problema de saúde pública. Para avaliar o impacto desta prática sobre a sociedade, a Organização Mundial da Saúde (OMS), em parceria com o Institute Guttmacher, solicitou informações a agências governamentais de vários países e compilou dados de diversos estudos. Com base nessas informações – todas elas colhidas entre 1990 e 2014 – foi estimada a taxa mundial de aborto e sua relação com diferentes fatores, como estado civil e uso de contraceptivos.

O objetivo da OMS é, através da informação, ajudar as mulheres a evitarem gravidezes indesejadas e monitorar esse aspecto da evolução mundial. Por ora, os números encontrados são, no mínimo, surpreendentes e refletem realidades que dificilmente imaginaríamos reais.

Com base em informações colhidas entre os anos de 2010 e 2014, o estudo chegou à conclusão de que 73% dos abortos intencionais foram realizados por mulheres casadas, enquanto apenas 27% foram feitos por mulheres solteiras.

Leia mais:

http://www.bolsademulher.com/saude/73-das-mulheres-que-abortam-sao-casadas-novos-dados-da-oms-sobre-tema-saosurpreendentes

Sinais do fascismo: Mulheres que discutem aborto são “denunciadas” (por Tereza Cruvinel/via Brasil247)

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“No sábado, as mulheres que participavam de um cine-debate sobre a legalização do aborto na FAPSS – Faculdade Paulista de Serviço Social –viram o evento ser interrompido por soldados da Guarda Metropolitana. Eles informaram que o encontro havia sido “denunciado” e estavam lá para averiguar se não havia nada fora da lei. As mulheres protestaram, afirmando que apenas exerciam o direito à livre expressão e manifestação, assegurado pela Constituição. Os guardas anotaram o nome das organizadoras para colocar num relatório aos superiores. Foi um espanto. Em que democracia estamos vivendo?”

Por Tereza Cruvinel – 2/5/2016 – Via Brasil247.

Leia mais:

http://www.brasil247.com/pt/blog/terezacruvinel/229576/Sinais-do-fascismo-Mulheres-que-discutem-aborto-s%C3%A3o-%E2%80%9Cdenunciadas%E2%80%9D.htm

Frente Nacional Pela Legalização do Aborto lança panfleto informativo. Por Jarid Arraes/Portal Fórum

A Frente Nacional Pela Legalização do Aborto é formada por diversas instituições e coletivos feministas do Brasil; sua proposta é promover a conscientização a respeito da questão do aborto e lutar pela conquista do aborto legal, seguro e gratuito para todas as mulheres.

Como o próximo dia 28 de Maio é o Dia Internacional da Luta Pela Saúde da Mulher, a Frente produziu um folheto informativo que tira dúvidas básicas e derruba vários mitos a respeito do aborto. Entre os temas abordados, o folheto menciona que o número de abortos realizados costuma diminuir quando o procedimento é legalizado no país, tendo como exemplo o Uruguai, Cuba e e outros. Fica evidente que a legalização do aborto é a única opção viável e realmente efetiva para a saúde pública das mulheres. leia mais →