Brasil tem o terceiro maior número de mortes violentas de mulheres no mundo (por Jamil Chade/O Estado de S

Por Jamil Chade/O Estado de S. Paulo – via Agência Patrícia Galvão – 7/12/2017. Colaborou Júlia Marque.

O Brasil teve, no ano passado, o maior número de mortes violentas do mundo. Foram 70,2 mil óbitos, o que equivale a 12,5% do total de registros em todo o planeta. O alerta faz parte de um informe divulgado pela entidade Small Arms Survey, referência mundial para a questão da violência armada. Em termos absolutos, a entidade aponta que a situação no Brasil supera a violência em Índia, Síria, Nigéria e Venezuela.

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http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/noticias-violencia/brasil-tem-o-terceiro-maior-numero-de-mortes-violentas-de-mulheres-no-mundo/?utm_term=Jovem+negra+tem+2+vezes+mais+chances+de+ser+morta+no+Brasil%2C+diz+relatorio&utm_campaign=Contatos+Geral&utm_source=e-goi&utm_medium=email

 

Mais da metade das mulheres mortas pelas polícias entre 2005 e 2015 eram negras (por Brasil de Fato)

Assim como Cláudia Ferreira, morta pela polícia, em 2014, cerca de 52% de mulheres negras foram mortas pela polícia, apontam pesquisas - Créditos: Coletivo ñ

Assim como Cláudia Ferreira, morta pela polícia, em 2014, cerca de 52% de mulheres negras foram mortas pela polícia, apontam pesquisas.

Por Brasil de Fato – 7/7/2017.

A Agência Patrícia Galvão – vinculada ao Instituto de mesmo nome dedicado ao combate à violência contra a mulher –  compilou dados de pesquisas divulgadas até junho deste ano, que trazem números alarmantes e preocupantes a respeito da violência de gênero no Brasil, muitas vezes praticadas pelos agentes do Estado e que vitimam sobretudo mulheres negras, que representam 24,5% da população brasileira.

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https://www.brasildefato.com.br/2017/07/07/mais-da-metade-das-mulheres-mortas-pelas-policias-entre-2005-e-2015-eram-negras

Acesse e baixe o livro Feminicídio #InvisibilidadeMata na íntegra

O Instituto Patrícia Galvão e a Fundação Rosa Luxemburgo lançam o livro Feminicídio #InvisibilidadeMata (saiba como foi o evento de lançamento). A obra debate as características dos feminicídios, denuncia sua perpetuação no Brasil – o quinto país com a maior taxa de assassinatos femininos no mundo – e destaca ainda a urgência do enfrentamento às violências contra as mulheres.

Buscando ampliar este debate urgente e necessário, o livro está disponível também para consultas, compartilhamentos e download na íntegra no link (gratuito):

Livro Feminicídio #InvisibilidadeMata (em pdf)

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http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/livrofeminicidio

Confira pesquisa inédita sobre violência sexual contra as mulheres no Brasil (via Agência Patrícia Galvão)

Abuso infantil

A impunidade perpetua a violência sexual no país, diz pesquisa.
Foto: Marcello Jr/Arquivo da Agência Brasil.

Por Agência Patrícia Galvão – 12/12/2016.

Pesquisa capta contradições: enquanto culpabilização das vítimas segue presente, questionamentos ao machismo ganham força na percepção da população: 96% concordam que é preciso ensinar os homens a respeitar as mulheres e não as mulheres a ter medo.

Leia mais:

http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/noticias-violencia/confira-pesquisa-inedita-sobre-violencia-sexual-contra-as-mulheres-no-brasil

‘Tire seus rosários dos meus ovários’: decisão da Justiça de Goiás reitera direito de manifestação feminista (por Débora Prado/via Agência Patrícia Galvão)

 A frase das alunas já foi usada em uma campanha da Articulação Feminista Marcosul

A frase que gerou investigação em Goiás já foi usada em campanha da
Articulação Feminista Marcosul.

Por Débora Prado/via Agência Patrícia Galvão – 28/9/2016.

Relevante decisão do Poder Judiciário em Goiânia reafirmou o direito constitucional à livre manifestação do pensamento, ressaltando a importância do Estado laico e democrático.

Leia mais:

http://agenciapatriciagalvao.org.br/direitos-sexuais-e-reprodutivos/tire-seus-rosarios-dos-meus-ovarios-decisao-da-justica-de-goias-reitera-direito-de-manifestacao

O que as urnas revelam sobre o racismo nosso de cada dia (por Jorge Américo e Douglas Belchior/via Negro Belchior e Agência Patrícia Galvão)

pele

Por Jorge Américo e Douglas Belchior/via Negro Belchior e Agência Patrícia Galvão – 21/9/2016.

“No Brasil todo mundo já namorou uma negra. Chamou um negro de genro. Adora ouvir as histórias do porteiro (que é negro). Considera a diarista (também negra) uma pessoa da família. Se emociona quando vê aquele gari (negro) que gosta de sambar, ser aplaudido pelos gringos. Tamanha harmonia é a consumação plena da principal regra da nossa democracia racial. Ou seja, a população negra sempre será tratada bem, desde que saiba qual é o seu lugar e dele não queira sair. Curioso como o gari continua sendo gari mesmo depois de tantos anos aparecendo na televisão.”

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http://agenciapatriciagalvao.org.br/politica/o-que-as-urnas-revelam-sobre-o-racismo-nosso-de-cada-dia-por-jorge-americo-e-douglas-belchior