Zizek: Amor e Sexo sob o gelo dos contratos (via Outras Palavras)

180110-Magritte

Por Slavoj Žižek | Tradução: Ricardo Cavalcanti-Schiel | Imagens: René Magritte, Os Amantes (1928) e João Rabello (charge).

Ocecada em transformar a experiência erótica em algo previsível e controlado, onda moralista ameaça afogar o desejo e sufocar a liberdade sexual das mulheres.

Leia mais:

https://outraspalavras.net/destaques/zizek-amor-e-sexo-sob-o-gelo-dos-contratos

Uma lição de vida

E se as pessoas forem diferentes de você? Você ainda deveria amá-las?

É claro que sim… Estamos todos tentando dar o nosso melhor!

Via Psicologia para Educadores.

Todo mundo pode ser amado

E se as pessoas forem diferentes de você? Você ainda deveria amá-las?É claro que sim… Estamos todos tentando dar o nosso melhor!Veja também: http://www.psicoedu.com.br/2017/05/cinco-competencias-essenciais-na-educacao-emocional.html

Publicado por Psicologia para Educadores em Quinta, 25 de maio de 2017

O amor, por Gregório de Matos

O amor é finalmente
um embaraço das pernas,
uma união de barrigas,
um breve tremor de artérias.

Uma confusão de bocas,
uma batalha de veias,
um reboliço de ancas,
quem diz outra coisa é besta.

Gregório de Matos (Definição do Amor).
No livro Antologia da poesia erótica brasileira, organizado por Eliane Robert Moraes.

Imagem: O beijo – Henri de Toulouse-Lautrec, 1892).

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Amor não expresso é como feriado em domingo: não serve para nada! (por Silvia Marques/via blog da Regina Carvalho)

casal-cama.jpg

Por Silvia Marques – julho/2016 – via blog da Regina Carvalho.

Muitas vezes o parceiro pergunta o que foi que ele fez de errado. Em muitos casos a resposta é a seguinte: “O problema está no que você não fez , no que você não disse, no que você não expressou”.

Leia mais:

http://obviousmag.org/cinema_pensante/2016/07/amor-nao-expresso-e-como-feriado-em-domingo-nao-serve-para-nada.html#.V40_gfSLTu8.blogger

A mãe desnecessária (via Contioutra)

10178029_881260731899883_7108506069525606850_n

Freud e sua mãe, Amalia.

8/7/2014 – sempre atual.

http://www.contioutra.com/mae-desnecessaria

A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase, e ela sempre me soou estranha. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.

Antes que alguma mãe apressada me acuse de desamor, explico o que significa isso.
Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros
também.

A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida. Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis. Pai e mãe – solidários – criam filhos para serem livres.

Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar.

Nota da página: Embora esse texto apareça na internet com diversas autorias, a autoria mais provável é da jornalista Márcia Neder.