Os muito ricos sonegam sem culpa (por Nick Hopkins, no Guardian/via Outras Palavras)

Henrique Meirelles, um dos envolvidos no vazamento da Appleby. Ministro da Fazenda usou argumento de praxe, lembrando que suas aplicações "offshore" são legais e foram declaradas à Receita. "O problema", diz o texto, "é que uma parte cada vez maior da opinião pública julga estas práticas ilegítimas"

Henrique Meirelles, envolvido no vazamento da Appleby. Ministro usou argumento de praxe, lembrando que suas aplicações “offshore” são legais e foram declaradas à Receita. “O problema”, diz o texto, “é que uma parte cada vez maior da opinião pública julga estas práticas ilegítimas”.

Por Nick Hopkins, no Guardian – 8/11/2017 – via Outras Palavras – Tradução Inês Castilho.

Novo vazamento sobre “paraísos fiscais” demonstra: para não pagar impostos, transnacionais e milionários escondem-se nos mesmos circuitos financeiros usados pelos corruptos e redes criminosas.

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http://outraspalavras.net/brasil/os-muito-ricos-sonegam-sem-culpa

E se os bancos servissem à sociedade? (por Amyra el Khalili, entrevistada por Patrícia Fachin, na IHU Online/via Outras Palavras)

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Sururu, moeda solidária utilizada pelo Banco Solidário Quilombola do Iguape (BA) como dinheiro comunitário local no Recôncavo Baiano.

Por  Amyra el Khalili, entrevistada por Patrícia Fachin, na IHU Online – 18/9/2017 – via Outras Palavras.

Apoiada em Ladislau Dowbor e Yann Leboutang, economista sustenta: em vez de limitar-se a criticar os bancos, esquerda deve propor sua transformação radical.

Leia mais:

http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=515641

 

A destruição do Brasil, o jornalismo e o crime de lesa-pátria (por Francisco José Castilhos Karam/via ObjETHOS)

Por Francisco José Castilhos Karam – 28/8/2017 – via ObjETHOS/Ufsc.

A destruição do Brasil por Michel Temer e seu governo, com o apoio das empresas jornalísticas, do Judiciário, do Parlamento e das empresas privadas brasileiras, entre elas bancos, empresas rurais, igrejas evangélicas e outras picaretagens, baseadas no poderio econômico-político dos conglomerados e que tem o maior volume de capital e patrimônio – mas também o menor, e muito menor, volume de população – representa miséria e declínio social para grande parte do povo brasileiro até o limite do aniquilamento.

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https://objethos.wordpress.com/2017/08/28/a-destruicao-do-brasil-o-jornalismo-e-o-crime-de-lesa-patria

Lava Jato e a marca da infâmia (por Luís Nassif/via GGN)

Por Luis Nassif – 14/8/2017 – via GGN.

A cada dia perpetra-se um estupro contra a Constituição, contra a civilização, contra os direitos sociais e individuais e até contra aspectos mais prosaicos de manifestação, o pudor público. Perdeu-se não apenas o respeito às leis como o próprio pudor e, com ele, o respeito mínimo pelo país.

Até onde irá essa selvageria? Quando começou essa ópera dantesca? Foram anos e anos de exercício diuturno do ódio por parte de uma imprensa tipicamente venezuelana.

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http://jornalggn.com.br/noticia/lava-jato-e-a-marca-da-infamia-por-luis-nassif

O sentimento de exílio e a metástase que se espalha pelo Brasil (por Marco Aurélio Weissheimer/via rsurgente)

La vuelta del exilio, de Rafael Arozarena. (Reprodução).

Por Marco Aurélio Weissheimer 3/8/2017 – via rsurgente.

No início deste ano, em um debate realizado no Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, Flavio Koutzii falou do retorno de alguns sentimentos incômodos vivenciados no período pós-golpe de 64 no Brasil: o sentimento de sentir-se exilado dentro do próprio país e o de um profundo estranhamento em relação ao que nos cerca. A palavra “cerca” aqui tem um duplo sentido: o que nos rodeia e o que nos prende a um pequeno espaço, como se fosse a ante-sala de um matadouro.

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https://rsurgente.wordpress.com/2017/08/03/o-sentimento-de-exilio-e-a-metastase-que-se-espalha-pelo-brasil

A corrupção sem disfarces

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Por Celso Vicenzi – 21/6/2017.

A corrupção agora acontece na cara do freguês, mas como a freguesia é outra, os jornalistas acham tudo normal, os revoltados não batem mais panelas, a justiça fecha os olhos e os patos que foram às ruas abanar seus rabinhos indignados voltaram para seus quintais, onde pousam a bunda em confortáveis sofás, de onde assistem tudo com cara de paisagem.

“Elite brasileira acha que tem direito a saquear a coisa pública”, diz historiador (por Clarissa Neher/via Deutsche Welle Brasil e Pragmatismo Político)

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Por Clarissa Neher – 19/6/2017 – via Deutsche Welle Brasil e Pragmatismo Político.

“Brasil tem elite que se considera superior ao restante da população e que, por isso, acha que tem direito a saquear a coisa pública”, diz historiador.

Para o historiador João Cezar de Castro Rocha, a cordialidade é uma característica de sociedades hierárquicas e desiguais. Em entrevista à DW Brasil, o autor dos livros Literatura e cordialidade: O público e o privado na cultura brasileira e Cordialidade à brasileira: mito ou realidade? debate o conceito de homem cordial e sua ligação com a corrupção.

O problema da corrupção endêmica no Brasil só terá solução quando efetivamente constituirmos uma nação, quando em lugar de homem cordiais e elites que se consideram superior aos outros, nós formos de fato todos cidadãos“, destaca Castro Rocha.

Leia mais:

 https://www.pragmatismopolitico.com.br/2017/06/elite-direito-saquear-publica-historiador.html

Por que a indignação contra a corrupção no Brasil é seletiva? (por Salah H. Khaled Jr./via Justificando)

Por que a indignação contra a corrupção no Brasil é seletiva?

Presidente Michel Temer, envolvido em uma série de escândalos de corrupção. Foto: Kirill Kudryavtsev/AFP.

Por Salah H. Khaled Jr. – 20/6/2017 via Justificando.

A indignação seletiva contra a corrupção é um fenômeno a ser estudado. O vapor levantado contra Dilma produziu níveis elevados de ultraje moral, enquanto os indícios contra Aécio e Temer não parecem produzir mais do que leves aborrecimentos, como se fossem práticas rotineiras e aceitáveis da vida política.

Leia mais:

http://justificando.cartacapital.com.br/2017/06/20/por-que-indignacao-contra-corrupcao-no-brasil-e-seletiva