Brasil é semifinalista na ‘Copa da Desigualdade’, por José Eustáquio Diniz Alves/via Projeto Colabora

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Assim como futebol, país tem histórico de destaque no ranking da concentração de renda.

Por José Eustáquio Diniz Alves – via Projeto Colabora – 21/6/2018

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https://projetocolabora.com.br/cidadania/brasil-e-semifinalista-na-copa-da-desigualdade/?utm_source=Colabora&utm_campaign=97304b6467-EMAIL_CAMPAIGN_2018_09_20_12_09&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-97304b6467-417482585

A dissimulação de quem sempre apoia quem oprime o povo

Por Celso Vicenzi – 21/6/2017.

Tem internauta que por mais esforço que faça para parecer crítico em relação à corrupção e situação política grave instalada no Brasil, dá sempre um jeito de postar o que beneficia quem manda e desmanda no país. É muita coincidência!

Disfarça, mas nunca defende quem de fato apoia e tenta organizar os trabalhadores e a população mais pobre, sejam sindicatos, movimentos sociais, políticos, religiosos ou partidos mais vinculados à defesa da distribuição da renda e dos avanços das lutas da população negra, das mulheres, movimento LGBT e de direitos humanos – entre outros.

Quando não pode atacar diretamente, usa o discurso de que são todos iguais. Um discurso que esconde o poder do mais forte e tenta desestimular a reação dos explorados e oprimidos.

Viva a polarização (por Aldo Fornazieri/via Luis Nassif/GGN)

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Por Aldo Fornazieri – 13/3/2017 – via Luis Nassif/GGN.

Pessoas das mais variadas posições políticas, dos mais diferentes calibres intelectuais e das mais diversas posições sociais têm lamentado uma suposta excessiva polarização que estaria ocorrendo no Brasil. Leandro Karnal, após publicar  a foto de seu famoso jantar com o juiz Moro e ver-se tolhido por críticas de muitos e ungido pelos elogios de outros, lamenta a polarização, mais uma vez. Na verdade. ou melhor dizendo, a verdade efetiva das coisas mostra que a crítica à polarização no Brasil, em todos os tempos, sempre esteve a serviço da dominação de elites predatórias e sempre se configurou como o exercício da hipocrisia nacional.

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http://jornalggn.com.br/noticia/viva-a-polarizacao-por-aldo-fornazieri

Achille Mbembe: “A era do humanismo está terminando”

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http://www.ihu.unisinos.br/564255-achille-mbembe-a-era-do-humanismo-esta-terminando

 

A revolta das elites brasileiras contra a redução das desigualdades (por Marcio Pochmann/via Rogério Cerqueira Leite)

Por Marcio Pochmann – 27/12/2016 – via Rogério Cerqueira Leite.

Com Temer no poder, país retoma políticas econômicas e sociais que aprofundam desigualdades entre brasileiros

A receita para a redução da desigualdade no capitalismo industrial pode ser sintetizado por três componentes principais. Especialmente a partir do final da segunda grande Guerra Mundial (1939 – 1945), os países industrializados convergiram para a constituição (1) do fundo público ampliado assentado na tributação progressiva, (2) do Estado de bem estar social de cobertura universal e (3) da regulação da relação entre o capital e o trabalho concomitantemente com o estabelecimento do pleno emprego.

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OIT: salário de trabalhador brasileiro teve maior queda nas Américas em 2015

Foto: USP/Marcos Santos

Por ONU Brasil – 16/12/2016.

O trabalhador brasileiro teve a maior perda salarial em termos reais entre os países das Américas em 2015, de acordo com o Relatório Global sobre Salários 2016-2017 publicado na quinta-feira (15) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). O salário do trabalhador brasileiro caiu 3,7% no ano passado, diante do cenário de crise econômica e aceleração da inflação.

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https://nacoesunidas.org/oit-salario-de-trabalhador-brasileiro-teve-maior-queda-nas-americas-em-2015

Natal dos covardes

A data já passou, mas tem Natal todos os anos. Por isso, deixo registrado essa mensagem, para uma reflexão.

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Cidade de Goiás (GO) – Encenação da via sacra de Jesus Cristo, durante a procissão do fogaréu na cidade de Goiás. Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil.

Natal dos covardes 
Por Marcelo Freixo.

O que diriam os pregadores da intolerância, os obreiros do justiçamento, os apóstolos do olho por olho dente por dente sobre um homem que manifestou seu amor por um ladrão condenado e lhe prometeu o paraíso? Brandiriam o velho sermonário: bandido bom é bandido morto?

Hoje, quase todos os brasileiros, inclusive os cônscios moralistas da violência que amarram adolescentes em postes para linchá-los, se reunirão com suas famílias para celebrar mais uma vez o nascimento desse homem.

Sujeito, aliás, que respondeu à provocação: está com pena? Então, leva para casa! Pois, é. Jesus Cristo prometeu levar o ladrão para casa. “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso”, diz o evangelho de Lucas.

Jesus optou pelos oprimidos e renegados, pelos miseráveis, leprosos, prostitutas, bandidos. Solidarizou-se com o refugo da sociedade em que viveu, contestou a ordem que os excluiu.

O Cristo bíblico foi um dos primeiros e mais inspiradores defensores dos direitos humanos e morreu por isso. Foi perseguido, supliciado e executado pelo Império Romano para servir de exemplo.

Assim como servem de exemplo os jovens que são espancados e crucificados em postes, na ilusão de que a violência se resolve com violência. Conhecemos a mensagem cristã, mas preferimos a prática romana. Somos os algozes.

Questiono-me sobre o que seria dele em nossa Jerusalém de justiceiros. Não sei se sobreviveria. É perigoso defender a tolerância, o amor ao próximo e o perdão quando o ódio é tão banal. Como escreveu Guimarães Rosa: “quando vier, que venha armado”.

Não é difícil imaginar por onde ele andaria. Sem dúvida, não estaria com os fariseus que conclamam a violência e fazem negócios, inclusive políticos, em seu nome.

Caminharia pelos presídios, centros de amnésia da nossa desumanidade, onde entulhamos aqueles que descartamos e queremos esquecer, os leprosos do século 21. Impediria que homossexuais fossem apedrejados, mulheres violentadas e jovens negros linchados em praça pública. Estaria com os favelados, sertanejos, sem tetos e sem terras.

Por ironia, no próximo Natal, aqueles que defendem a redução da maioridade penal, pregam o endurecimento do sistema prisional, sonham com a pena de morte e fingem não ver os crimes praticados pelo Estado contra os pobres receberão um condenado em suas casas.

Diante da mesa farta, espero que as ideias e a história desse homem sirvam, pelo menos, como uma provocação à reflexão. Paulo Freire dizia que amar é um ato de coragem. Deixemos então o ódio para os covardes.

Feliz Natal!

Brasil promulgou o programa de austeridade mais duro no mundo (por Zeeshan Aleem/via Vox e Luis Nassif/GGN)

Por Zeeshan Aleem – 16/12/2016 – via Vox e Luis Nassif/GGN.

Os americanos que temem que Donald Trump tente destruir programas de assistência social do país podem sentir algum conforto triste olhando para o sul: não importa o que os republicanos façam, serão insignificantes em comparação com as mudanças que estão prestes a assolar o Brasil.

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O novo mapa da desigualdade brasileira (por Evilásio Salvador/via Outras Palavras)

Marina no Jardim Acapulco, Guarujá: aqui não se paga imposto sobre grandes fortunas

Marina no Jardim Acapulco, Guarujá: aqui não se paga imposto sobre grandes fortunas

Por Evilásio Salvador – 15/12/2016 – via Outras Palavras.

Sozinhas, 700 mil pessoas — 0,36% da população — têm patrimônio igual a 45% do PIB. E pagam, quase sempre, impostos mais baixos que os dos assalariados.

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