Luta de classes na era do Uber (por Marco Antonio Gonsales de Oliveira, Rodrigo Bombonati de Souza Moraes e Rogério de Souza/via Outras Palavras)

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Por Marco Antonio Gonsales de Oliveira, Rodrigo Bombonati de Souza Moraes e Rogério de Souza – 13/12/2017 – via Outras Palavras. Imagem: Diego Rivera, Detroit Industry Murals (1933).

Distintos entre si, fordismo e toyotismo tinham algo em comum: a oferta, aos trabalhadores, de compensações parciais. O novo arranjo “produtivo” é retrocesso puro.

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http://outraspalavras.net/destaques/luta-de-classes-na-era-do-uber

Por que o Brasil precisa de mais impostos (por Patrícia Fachin, no IHU Online/via Outras Palavras)

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Por Patrícia Fachin, no IHU Online – 18/10/2017 – via Outras Palavras.

Coordenador de campanhas da Oxfam desafia o senso comum e dispara: num país marcado pela desigualdade, é preciso tributar os ricos e aumentar fortemente o gasto social. Rafael Georges, entrevistado.

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http://outraspalavras.net/outrasmidias/destaque-outras-midias/por-que-o-brasil-precisa-de-mais-impostos

Jessé Souza: “O ódio ao pobre é o problema central do Brasil” (por Brasil247)

Ag. Senado | Ricardo Stuckert | USP Imagens

Por Brasil247 – 29/9/2017.

O sociólogo e professor Jessé Souza acredita que “o ódio ao pobre é o problema central do Brasil”. Em seu novo livro, “A elite do atraso – da escravidão à Lava Jato”, ele apresenta a tese sobre como é legitimada a desigualdade social no Brasil e como a elite do dinheiro é a principal influenciadora das ideias e projetos do País, comprando todas as outras elites.

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https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/319945/Jess%C3%A9-Souza-%E2%80%9CO-%C3%B3dio-ao-pobre-%C3%A9-o-problema-central-do-Brasil%E2%80%9D.htm

Jovens negras do Brasil e a transmissão geracional do racismo e da desigualdade (por Evanildo Barbosa da Silva e Rachel Barros/via Le Monde Diplomatique Brasil)

Editado

Evanildo Barbosa da Silva e Rachel Barros – 25/7/2017 – via Le Monde Diplomatique Brasil.

O alto risco que se impõe diariamente sobre a vida das jovens mulheres negras aparece como uma condição que tem rebatimentos negativos diretos sobre a democracia brasileira, já que tal situação deve ser entendida como resultado histórico de condutas coletivas socialmente perversas.

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http://diplomatique.org.br/jovens-negras-do-brasil-e-a-transmissao-geracional-do-racismo-e-da-desigualdade-2

A privatização do dinheiro, silenciosa e radical (por Brett Scott/via Outras Palavras)

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Por Brett Scott – 7/3/2017 – via Outras Palavras. Tradução: Inês Castilhos e Antonio Martins.

Bancos, cartões de crédito e Estados querem substituir todo o dinheiro público por moeda digital, corporativa. Se isso ocorrer, haverá muito mais desigualdade, discriminação e vigilância.

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http://outraspalavras.net/posts/a-privatizacao-do-dinheiro-silenciosa-e-radical

 

A desigualdade “racial” nas eleições brasileiras (por José Tadeu Arantes/via Agência Fapesp)

A desigualdade “racial” nas eleições brasileiras

Em 2014, enquanto a parcela autoclassificada como “negra” somava mais de 53% da população, os “negros” constituíram menos de 25% dos políticos eleitos. Foto: Wikimedia Commons.

Por José Tadeu Arantes – via Agência Fapesp.

Mesmo em sistemas eleitorais competitivos e relativamente inclusivos, nos quais a clivagem do eleitorado no que se refere a “raça” não é tão forte, a democracia formal pode conviver com desigualdades persistentes em termos de representação política, privilegiando candidatos “brancos” em detrimento de “não brancos”, e configurando aquilo que, em sociologia, recebeu o nome de “pigmentocracia”.

Esta foi a conclusão de um estudo conduzido pelos cientistas políticos Natália Salgado Bueno e Thad Dunning e apresentado na “Escola São Paulo de Ciência Avançada em Metodologia em Ciências Humanas”, realizada na Universidade Estadual de Campinas, com apoio da Fapesp.

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http://agencia.fapesp.br/a_desigualdade_racial_nas_eleicoes_brasileiras/25735

“Elite brasileira acha que tem direito a saquear a coisa pública”, diz historiador (por Clarissa Neher/via Deutsche Welle Brasil e Pragmatismo Político)

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Por Clarissa Neher – 19/6/2017 – via Deutsche Welle Brasil e Pragmatismo Político.

“Brasil tem elite que se considera superior ao restante da população e que, por isso, acha que tem direito a saquear a coisa pública”, diz historiador.

Para o historiador João Cezar de Castro Rocha, a cordialidade é uma característica de sociedades hierárquicas e desiguais. Em entrevista à DW Brasil, o autor dos livros Literatura e cordialidade: O público e o privado na cultura brasileira e Cordialidade à brasileira: mito ou realidade? debate o conceito de homem cordial e sua ligação com a corrupção.

O problema da corrupção endêmica no Brasil só terá solução quando efetivamente constituirmos uma nação, quando em lugar de homem cordiais e elites que se consideram superior aos outros, nós formos de fato todos cidadãos“, destaca Castro Rocha.

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 https://www.pragmatismopolitico.com.br/2017/06/elite-direito-saquear-publica-historiador.html

Ipea aponta elitização e masculinização em PEC da reforma da Previdência (por Vitor Nuzzi/via Rede Brasil Atual)

Joana Mostafa

Joana, do Ipea: desigualdade entre homens e mulheres no Brasil não permite eliminar diferenças para efeito de aposentadoria.

Por Vitor Nuzzi – 8/2/2017 – via Rede Brasil Atual.

Segundo pesquisadores, mudanças nas regras farão com que quase metade das mulheres contribuintes não consiga se aposentar, especialmente as de piores condições de trabalho.

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http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2017/02/estudo-do-ipea-aponta-elitizacao-e-masculinizacao-na-pec-287