A vitória das ignorâncias (por Moisés Mendes/via Extra Classe/Sinpro-RS)

Por Moisés Mendes – 14/11/2017 – via Extra Classe/Sinpro-RS.

O avanço do golpe é produto da exploração das ignorâncias mais profundas que a própria direita produz. A direita percebeu que o desconhecimento da realidade política contaminou a classe média e que isso ajuda a produzir inércia. A direita descobriu agora o potencial das ignorâncias como nunca havia percebido antes.

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http://www.extraclasse.org.br/exclusivoweb/2017/11/a-vitoria-das-ignorancias

Com mostra do MBL, a UFSC do reitor Cancellier vira cobaia de modelo de agitação de direita (por Celso Vicenzi/via DCM)

Os kataguiris na UFSC.

Por Celso Vicenzi – 9/11/2017 – via DCM.

O suicídio do reitor pode não ter sido um ato isolado, pois os ataques à universidade prosseguem. E as motivações, aparentemente, são maiores do que aquelas a que as notícias se referem, afinal, em todo o país, as instituições públicas estão sendo sucateadas, denunciadas e vendidas ao setor privado. Quem acompanha o meticuloso xadrez do golpe sabe que nenhum lance é ingênuo e boa parte da mídia tem exercido o papel de esconder e supervalorizar fatos, e também legitimar atos induzidos como se produzidos espontaneamente.

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http://www.diariodocentrodomundo.com.br/com-mostra-do-mbl-a-ufsc-do-reitor-cancellier-vira-cobaia-de-modelo-de-agitacao-de-direita-por-celso-vicenzi

A reforma trabalhista, a ração humana e a escravidão: a direita brasileira nos roubou a civilização (por Carlos Fernandes/via DCM)

Por Carlos Fernandes – 19/10/2017 – via DCM.

Para além do descumprimento à Constituição Federal, da desobediência às normas democráticas, da falência institucional e da desmoralização internacional, o golpe parlamentar que reconduziu a direita ao poder nacional no Brasil vem subjugando a própria condição humana da grande massa de pobres e excluídos dessa nação.

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http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-reforma-trabalhista-a-racao-humana-e-a-escravidao-a-direita-brasileira-nos-roubou-a-civilizacao-por-carlos-fernandes

E se os bancos servissem à sociedade? (por Amyra el Khalili, entrevistada por Patrícia Fachin, na IHU Online/via Outras Palavras)

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Sururu, moeda solidária utilizada pelo Banco Solidário Quilombola do Iguape (BA) como dinheiro comunitário local no Recôncavo Baiano.

Por  Amyra el Khalili, entrevistada por Patrícia Fachin, na IHU Online – 18/9/2017 – via Outras Palavras.

Apoiada em Ladislau Dowbor e Yann Leboutang, economista sustenta: em vez de limitar-se a criticar os bancos, esquerda deve propor sua transformação radical.

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http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=515641

 

O inimigo não é quem pensa diferente de você, mas quem não pensa (por Leonardo Sakamoto/via blog do Sakamoto/UOL)

Por Leonardo Sakamoto – 11/9/2017 via blog do Sakamoto/UOL.

O inimigo não é quem pensa diferente de você, tem outra ideologia, outra identidade, outra vida. Mas quem não pensa e, a partir desse vazio, ataca a existência de tudo à sua volta que não lhe faz sentido. O seu inimigo não é seu adversário político ou econômico, mas quem repete mantras violentos que lê na internet, ouve em bares ou vê em certas igrejas e não para para pensar qual a origem daquilo e a quem interessa que esse discurso seja assim. É quem promove um nós contra eles cego, que utiliza técnica de desumanização, tornando o outro uma coisa sem sentimentos e, ao fim, pede sua extinção.

https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2017/09/11/o-inimigo-nao-e-quem-pensa-diferente-de-voce-mas-quem-nao-pensa

Os apoiadores do golpe

A Globo não está sozinha no apoio ao golpe. Tem também os principais veículos da mídia tradicional (rádio, TV, jornal, revista, internet). E mesmo essas, só fazem o que fazem porque são porta-vozes da maior parte do PIB empresarial, do Judiciário e das forças políticas de direita do país. A direita do país se uniu – por razões históricas, políticas, econômicas e culturais – e deu um golpe sem o uso da força militar (até o momento!), mas fortemente apoiado por setores hegemônicos da geopolítica internacional (à frente, os Estados Unidos).

Xadrez da sinuca de bico da mídia (por Luis Nassif/via GGN)

Por Luis Nassif – 3/3/2017 – via GGN.

Os jornais estão entrando em uma encrenca cada vez maior.

Diz-se que o jornalismo é o exercício do caráter. Especialmente no jornalismo opinativo e na linha editorial dos jornais, o caráter é ponto central. Constrói-se o caráter de cada publicação analisando seu apego aos fatos, sua generosidade ou dureza de julgamento, sua capacidade de mediação ou parcialidade gritante. E, principalmente, sua credibilidade, o respeito com que trata a informação. Houve um bom período em que mesmo os adversários mais ferrenhos do Estadão respeitavam a seriedade com que tratava os fatos.

Desde que a mídia brasileira caiu de cabeça no pós-verdade e no jornalismo de guerra, esse quadro mudou.

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http://jornalggn.com.br/noticia/xadrez-da-sinuca-de-bico-da-midia#.WLlot7zD4Ng.facebook

Por uma esquerda capaz de disputar a subjetividade (por Tatiana Roque/via Le Monde Diplomatique e Outras Palavras)

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Por Tatiana Roque – 8/2/2017 – via Le Monde Diplomatique e Outras Palavras.
Imagem: Edvard Munch, Trabalhadores na Neve (1913).

Neoliberais acenam com empreendedorismo e competição. Direita propõe restaurar projetos autoritários e xenófobos. Que nos cabe: exaltar, nostálgicos, a imagem do trabalhador?

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http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=422156