A democracia sob ameaça – por Nicolas Gael/via blog do Miro

Por Nicolas Gael – 26/9/2018 – via blog do Miro.

Será um erro eleger para a presidência do Brasil um candidato com tão pouco apreço pelo regime democrático. É mais que um voto, é um cheque em branco, um passaporte para o perigo. Uma enorme ameaça à democracia, que pode ser eliminada, ironicamente, com o voto de milhões de brasileiros, abrindo caminho para um golpe dentro do golpe.

Leia mais:

https://altamiroborges.blogspot.com/2018/09/a-democracia-sob-ameaca.html

 

Mundo tem recorde de pessoas deslocadas

Membros da minoria muçulmana rohingya fogem de Myanmar em direção a Bangladesh

Membros da minoria muçulmana rohingya fogem de Myanmar em direção a Bangladesh. Foto: M. Mostqfigur Raman/Deutsche Welle.

Por BBC Brasil – 20/6/2018.

Em 2017, 68,5 milhões estavam longe de suas regiões de origem, fugindo de conflitos, crise, violência ou perseguição. Número, que inclui deslocados internos e refugiados, é o maior registrado em sete décadas.

Leia mais:

http://www.dw.com/pt-br/mundo-tem-recorde-de-pessoas-deslocadas/a-44286125?utm_source=Colabora&utm_campaign=c98e3e596e-EMAIL_CAMPAIGN_2018_06_20_05_22&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-c98e3e596e-417482585

A comovente gravação que mostra o sofrimento das crianças separadas da família pela Imigração nos EUA

 Gravação mostra sofrimento das crianças separadas da família na fronteira dos EUA.
Gravação mostra sofrimento das crianças separadas da família na fronteira dos EUA

São quase oito minutos de áudio com choro e súplicas de crianças.

Por BBC Brasil – 19/6/2018.

São quase oito minutos de áudio com choro e súplicas de crianças.

O site Propublica divulgou uma gravação em que é possível ouvir o sofrimento de meninos e meninas imigrantes da América Central, separados de seus pais após tentarem entrar ilegalmente nos Estados Unidos.

A gravação foi feita em um centro de detenção da Patrulha de Fronteira americana, na fronteira do país com o México.

Leia mais:

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-44532068?utm_source=Colabora&utm_campaign=c98e3e596e-EMAIL_CAMPAIGN_2018_06_20_05_22&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-c98e3e596e-417482585

Sugestões no combate à violência no Rio

Por Celso Vicenzi – 20/2/2018. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

Não sou especialista, mas será que para resolver a questão da violência no Rio de Janeiro e no Brasil não seria melhor:
Um exército de mão de obra pedagógica?
Uma brigada de médicos e enfermeiros?
Uma força expedicionária para atividades de lazer?
Um contingente de incentivadores do esporte?
Uma tropa de especialistas em distribuição de renda?
Uma milícia de técnicos para cuidar do saneamento?
Uma guarnição de peritos em infraestrutura?
Um batalhão de profissionais para um transporte público de qualidade?
Uma facção de ativistas da arte e da cultura?
Uma caravana de conhecedores de direitos humanos?
Uma divisão de combate à fome?
Uma miríade de fuzileiros no enfrentamento à falta de água?
Um comboio de manifestantes em favor de uma política habitacional?
Uma fileira de militantes sociais para oferecer alternativas aos jovens e evitar que ingressem no tráfico de drogas?
Uma patrulha permanente na limpeza do lixo?
Uma blitz contra a evasão escolar?
Uma barreira de escudos às balas perdidas?
Uma legião de combatentes contra o ódio de classes?
Um esquadrão mobilizado contra a violência e a criminalidade?
Uma força-tarefa para proporcionar empregos justos?
Uma trupe de guerreiros contra a corrupção?
Um regimento estratégico em favor da urbanização das favelas?
Grupos táticos para reivindicar mais creches?
Um comando de operações para acabar com o racismo?
Uma guerrilha sem tréguas contra as injustiças sociais?
Uma miríade de fuzileiros em favor da mobilidade social?
Um Estado-Maior de bem treinados servidores públicos a serviço da população que mais precisa?

E se os bancos servissem à sociedade? (por Amyra el Khalili, entrevistada por Patrícia Fachin, na IHU Online/via Outras Palavras)

170918-Moeda

Sururu, moeda solidária utilizada pelo Banco Solidário Quilombola do Iguape (BA) como dinheiro comunitário local no Recôncavo Baiano.

Por  Amyra el Khalili, entrevistada por Patrícia Fachin, na IHU Online – 18/9/2017 – via Outras Palavras.

Apoiada em Ladislau Dowbor e Yann Leboutang, economista sustenta: em vez de limitar-se a criticar os bancos, esquerda deve propor sua transformação radical.

Leia mais:

http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=515641

 

Brasil vive bem com crianças pobres, mas não suporta ver um rico infeliz (por Leonardo Sakamoto/via blog do Sakamoto)

Indígena tenta impedir reintegração de posse no Amazonas. Foto vencedora do Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos, categoria Fotografia – Luiz Gonzaga Alves de Vasconcelos, Jornal A Crítica (2008). Segue mais atual do que nunca.

Por Leonardo Sakamoto – 25/7/2017 – via blog do Sakamoto.

Mais de 40% das crianças e adolescentes até 14 anos estão em situação de pobreza no Brasil, o que equivaleria a 17 milhões de pessoas, de acordo com levantamento da Fundação Abrinq baseado em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE. Neste caso, considera-se pobre uma família que vive com menos de meio salário mínimo por pessoa por mês.

Leia mais:

https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/25/brasil-vive-bem-com-criancas-pobres-mas-nao-suporta-ver-um-rico-infeliz

Direitos Humanos e a presunção de inocência

A diferença entre civilização e barbárie.

A diferença entre civilização e barbárie.Via Adauri Antunes.

Publicado por Celso Vicenzi em Quinta, 8 de junho de 2017

O que você faria se visse uma criança de seis anos sozinha em um espaço público? O Unicef testou

O que você faria se visse uma criança de seis anos sozinha em um espaço público?

Unicef simulou uma situação que acontece todos os dias diante de nós. Em qualquer lugar do mundo. E que merece a nossa mais sincera reflexão.

Unicef simulou uma situação que acontece todos os dias diante de nós. Em qualquer lugar do mundo. Via Ivani Borges.

Publicado por Celso Vicenzi em Segunda, 5 de junho de 2017

Estupro é caracterizado como tortura em condenação do Brasil pela Corte da OEA (por Portal Catarinas)

Por Portal Catarinas –

“Está boa para ser comida”, disse o policial militar após apalpar o corpo de C.S.S, de 15 anos, e fazê-la tirar a blusa. Depois de olhar os seios da jovem, outro policial a forçou a fazer sexo anal com ele. Enquanto isso, um terceiro policial obrigava L.R.J, 19 anos, a praticar sexo oral, segurando-a pelo cabelo. A violência começou com a invasão da casa, onde as jovens estavam, por dez policiais que chegaram atirando à procura de um traficante. Durante a abordagem, eles ainda desferiram socos e chutes e bateram com um pedaço de madeira em partes dos corpos das vítimas. O caso aconteceu em 12 de novembro de 1994 e só agora será investigado graças a uma decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Pela primeira vez em uma ação contra o Estado brasileiro, a CIDH caracterizou o crime de estupro como uma forma de tortura. Trata-se também da primeira condenação do Brasil pela corte de casos envolvendo violência policial.

Leia mais:

http://catarinas.info/estupro-e-caracterizado-como-tortura-em-condenacao-do-brasil-pela-corte-da-oea

 

Quase 75 mil refugiados e migrantes correm risco de transtorno mental na Europa; 24 mil são crianças

Menina síria de oito anos, refugiada com sua família no abrigo da sociedade civil – o Pikpa –, um campo aberto de refugiados administrado por voluntários perto de Mitilene, na ilha grega de Lesvos, na Grécia. Foto: UNICEF/Gilbertson

Menina síria de oito anos, refugiada com sua família no abrigo da sociedade civil – o Pikpa –, um campo aberto de refugiados administrado por voluntários perto de Mitilene, na ilha grega de Lesvos, na Grécia. Foto: Unicef/Gilbertson.

Por ONU Brasil – 10/5/2017.

Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alertou que 75 mil refugiados e migrantes, incluindo 24,6 mil crianças, estão em risco de transtornos mentais na Grécia, na Bulgária, na Hungria e nos Bálcãs ocidentais. Segundo agência da ONU, os migrantes vivem em um estado prolongado de “limbo”.

Leia mais:

https://nacoesunidas.org/quase-75-mil-refugiados-e-migrantes-correm-risco-de-transtorno-mental-na-europa-24-mil-sao-criancas