“Podemos ter democracia desde que não se aplique aos interesses da população”: o economista Ladislau Dowbor fala ao DCM

Por Celso Vicenzi – 2/2/2012 – Via DCM.

Em seu mais recente livro, “A era do capital improdutivo – a nova arquitetura do poder” (editoras Outras Palavras e Autonomia Literária), o economista Ladislau Dowbor, professor titular de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, analisa três grandes temas da atualidade: a riqueza do mundo que é capturada pelos bancos e seus intermediários financeiros; o sequestro da democracia pelo capital improdutivo, e a ameaça da destruição do planeta. Consultor de agências das Nações Unidas, governos e municípios, além de várias organizações do sistema “S”, Ladislau é autor e co-autor de cerca de 40 livros. Toda a sua produção intelectual está disponível online na página dowbor.org.

Leia mais:

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/podemos-ter-democracia-desde-que-nao-se-aplique-aos-interesses-da-populacao-o-economista-ladislau-dowbor-fala-ao-dcm

Brasil vive bem com crianças pobres, mas não suporta ver um rico infeliz (por Leonardo Sakamoto/via blog do Sakamoto)

Indígena tenta impedir reintegração de posse no Amazonas. Foto vencedora do Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos, categoria Fotografia – Luiz Gonzaga Alves de Vasconcelos, Jornal A Crítica (2008). Segue mais atual do que nunca.

Por Leonardo Sakamoto – 25/7/2017 – via blog do Sakamoto.

Mais de 40% das crianças e adolescentes até 14 anos estão em situação de pobreza no Brasil, o que equivaleria a 17 milhões de pessoas, de acordo com levantamento da Fundação Abrinq baseado em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE. Neste caso, considera-se pobre uma família que vive com menos de meio salário mínimo por pessoa por mês.

Leia mais:

https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/25/brasil-vive-bem-com-criancas-pobres-mas-nao-suporta-ver-um-rico-infeliz

A perseguição a Lula e a destruição do sentido ético (por Aldo Fornazieri/via Luis Nassif/GGN)

Por Aldo Fornazieri – 16/1/2017 – via Luis Nassif/GGN.

(…) tanto Vargas, quando vivo e mesmo que morto, e Lula em vida, sofrem uma perseguição tenaz por parte de setores das elites. Ao querer se destruir sua representação simbólica quer-se destruir a sua expressão enquanto referencial do sentido ético do Brasil e de seu povo. Quer-se destruir aquela energia simbólica que pode ser fonte de emanação de lutas e mobilizações, no presente e no futuro, por mais direitos e justiça. Quer-se destruir o sentido orientador da ideia de igualdade na construção de uma sociedade mais justa e digna. A destruição de Vargas e de Lula é a destruição de uma reserva de combate, por mais contradições e paradoxos que ambos representem. O fato é que as elites brasileiras sequer suportam a presença e a simbologia de figuras como Vargas e Lula mesmo que em seus governos partes das elites tenham sido beneficiadas.

Leia mais:

http://jornalggn.com.br/noticia/a-perseguicao-a-lula-e-a-destruicao-do-sentido-etico-por-aldo-fornazieri

A revolta das elites brasileiras contra a redução das desigualdades (por Marcio Pochmann/via Rogério Cerqueira Leite)

Por Marcio Pochmann – 27/12/2016 – via Rogério Cerqueira Leite.

Com Temer no poder, país retoma políticas econômicas e sociais que aprofundam desigualdades entre brasileiros

A receita para a redução da desigualdade no capitalismo industrial pode ser sintetizado por três componentes principais. Especialmente a partir do final da segunda grande Guerra Mundial (1939 – 1945), os países industrializados convergiram para a constituição (1) do fundo público ampliado assentado na tributação progressiva, (2) do Estado de bem estar social de cobertura universal e (3) da regulação da relação entre o capital e o trabalho concomitantemente com o estabelecimento do pleno emprego.

Leia mais:

http://rogeriocerqueiraleite.com.br/a-revolta-das-elites-brasileiras-contra-a-reducao-das-desigualdades

Os últimos dias de um país que queria ser grande. E que será. (por Fernando Brito/via Tijolaço)

guri

Por Fernando Brito – 17/8/2016 – via Tijolaço.

“Domingo, acaba a Olimpíada, que os ingênuos maldisseram por não verem que nosso país pode e deve receber o mundo com seu melhor, como se pobre não pudesse fazer festa.

Até o outro domingo, termina o período de quase 30 anos de legitimidade democrática que o país, aos trancos e barrancos, viveu desde as eleições de 1989. O direito de escolha que os pretensiosos e os reacionários também não aceitaram nunca, porque pobre, além de não poder fazer festa, também não pode decidir quem governa seu país.”

Leia mais:

http://www.tijolaco.com.br/blog/o-ultimos-dias-de-um-pais-que-queria-ser-grande

Não é tiro no pé. É o “brazil” (por Marcelo Zero/via Brasil247)

Beto Barata/PR: <p>Brasília - DF, 30/06/2016. Presidente em Exercício Michel Temer durante encontro com representantes da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil - CACB. Foto: Beto Barata/PR</p>

Por Marcelo Zero – 1/8/2016 – via Brasil247.

“O capitalismo é um sistema “cego”, intrinsecamente desequilibrado, que gera inexoravelmente desigualdades e contradições. O mercado, essa reificação que justifica tudo, nada mais é que um bando anômico de lemingues vorazes e míopes, sempre disposto a cometer suicídio coletivo. A lógica da acumulação é cega, não tem plano, não tem nacionalidade, não tem equilíbrio, não tem estratégia de longo prazo. É por isso que o capitalismo é um sistema de crises periódicas, frequentemente profundas e destrutivas. É por isso que esse sistema gera, de forma reiterada, bolhas especulativas descontroladas.

Assim, faz parte da natureza do capitalismo atirar sistematicamente contra os próprios pés.”

Leia mais:

http://www.brasil247.com/pt/colunistas/marcelozero/246898/N%C3%A3o-%C3%A9-tiro-no-p%C3%A9-%C3%89-o-brazil.htm

Elite: consumista, ridícula, ignorante, colonizada, subserviente, babona, golpista e entreguista (por Pedro Maciel/via Brasil247)

:

Por Pedro Maciel – 30/7/2016 – via Brasil247.

“Temos uma elite com a cabeça colonizada, saudosa dos tempos da nobreza e da realeza. Uma elite, consumista, ridícula, ignorante, colonizada, subserviente, babona, golpista, entreguista e que sonha com o dia em que o Brasil será uma mistura dos paraísos europeus e estadunidense.”

Leia mais:

https://www.brasil247.com/pt/colunistas/pedromaciel/246732/Elite-consumista-rid%C3%ADcula-ignorante-colonizada-subserviente-babona-golpista-e-entreguista.htm

As babás do Country. Ou o quanto as elites brasileiras continuam perversas (por Fernando Brito/via Tijolaço)

baba

Por Fernando Brito – 31/5/2016 – via Tijolaço.

“Uma reportagem, hoje, no El País, ajuda a entender até que ponto as elites brasileiras rejeitam nosso povo.

Leia (no final) a ótima reportagem de María Martín. É uma gravura de Debret, em pleno século 21.”

http://www.tijolaco.com.br/blog/as-babas-do-country-ou-porque-as-elites-brasileiras-sao-perversas

Os limites do governo Dilma e o assalto das elites (por Cristina F. de Borja Reis, Fernanda G. Cardoso e Vitor E. Schincariol/via Outras Palavras)

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, e Michel Temer. Entidade empresarial estaria por trás do programa regressivo defendido pelo vice de Dilma

Ainda é preciso fazer muito por um Brasil democrático, sem fome e sem miséria. Mas a pequenez dos argumentos pelo impeachment demonstra como está viva a luta de classes

Por Cristina Fróes de Borja Reis, Fernanda Graziella Cardoso e Vitor Eduardo Schincariol – Blog da Redação/Outras Palavras – 10/4/2016.

Leia mais:

http://outraspalavras.net/blog/2016/04/10/os-limites-do-governo-dilma-e-o-assalto-das-elites

A resposta de Ricardo Almeida a um artigo do jornalista David Coimbra (Zero Hora) ajuda a compreender um pouco mais as crises internacionais do capitalismo e, sobretudo o Brasil, a mídia e o papel desempenhado por alguns jornalistas/colunistas na construção do ideário da “Casa-Grande e Senzala”. Confira. leia mais →