“Elite brasileira acha que tem direito a saquear a coisa pública”, diz historiador (por Clarissa Neher/via Deutsche Welle Brasil e Pragmatismo Político)

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Por Clarissa Neher – 19/6/2017 – via Deutsche Welle Brasil e Pragmatismo Político.

“Brasil tem elite que se considera superior ao restante da população e que, por isso, acha que tem direito a saquear a coisa pública”, diz historiador.

Para o historiador João Cezar de Castro Rocha, a cordialidade é uma característica de sociedades hierárquicas e desiguais. Em entrevista à DW Brasil, o autor dos livros Literatura e cordialidade: O público e o privado na cultura brasileira e Cordialidade à brasileira: mito ou realidade? debate o conceito de homem cordial e sua ligação com a corrupção.

O problema da corrupção endêmica no Brasil só terá solução quando efetivamente constituirmos uma nação, quando em lugar de homem cordiais e elites que se consideram superior aos outros, nós formos de fato todos cidadãos“, destaca Castro Rocha.

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 https://www.pragmatismopolitico.com.br/2017/06/elite-direito-saquear-publica-historiador.html

Antropólogos lançam estudo sobre índios gays no Brasil (por Elenice Dueñas/via Jornal Já)

Por Elenice Dueñas – 5/6/2017 – via Jornal Já.

Revelador, pioneiro e reflexivo, “Gay Indians in Brazil: Untold Stories of the Colonization of Indigenous Sexualities” (Índios Gays no Brasil: As Histórias Não Contadas da Colonização das Sexualidades Indígenas) é o novo título que chegou ao mercado editorial internacional neste ano como um convite ao debate sobre alguns tabus.

Livro de autores brasileiros, lançado pela editora suíça Springer International Publishing, uma das maiores editoras científicas do mundo, tem como base a pesquisa para a tese de doutorado em antropologia do professor e pesquisador Estevão Rafael Fernandes, da Universidade Federal de Rondônia. A publicação traz a parceria da antropóloga gaúcha Barbara Maisonnave Arisi, atualmente pesquisadora visitante na Vrije Universiteit Amsterdam e professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

http://www.jornalja.com.br/indios-gays-no-brasil-historias-nao-contadas-sobre-a-colonizacao-das-sexualidades-indigenas

Para historiador da Unicamp e de Harvard, a Universidade está preparada para as cotas étnico-raciais (por Manuel Alves Filho/via Jornal da Unicamp)

Foto: Antonio Scarpinetti

O historiador Sidney Chalhoub: “As razões históricas, sociais e filosóficas em favor das cotas justificam plenamente a medida. Não há futuro possível com esse perfil de desigualdade se reproduzindo ao longo do tempo. É uma missão de todos superar essa desigualdade”.

Por Manuel Alves Filho – 7/6/2017 – via Jornal da Unicamp. Foto: Antonio Scarpinetti. Edição de imagem: Luis Paulo Silva.

Ao aprovar o princípio das cotas étnico-raciais, a Unicamp se alinhou às grandes universidades do mundo, como Harvard, Yale e Columbia, que adotam a diversidade como critério para o ingresso de seus estudantes. O pressuposto dessas instituições é que a diversidade melhora a qualidade. A afirmação é do historiador Sidney Chalhoub, professor titular colaborador do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp e docente do Departamento de História da Universidade de Harvard (EUA). Na entrevista que segue, concedida ao Jornal da Unicamp, Chalhoub salienta a importância das ações afirmativas como mecanismo de reparação e promoção de justiça social e contesta argumentos utilizados pelos críticos das cotas, como a necessidade de preservar a meritocracia. “A meritocracia como valor universal, fora das condições sociais e históricas que marcam a sociedade brasileira, é um mito que serve à reprodução eterna das desigualdades sociais e raciais que caracterizam a nossa sociedade. Portanto, a meritocracia é um mito que precisa ser combatido tanto na teoria quanto na prática. Não existe nada que justifique essa meritocracia darwinista, que é a lei da sobrevivência do mais forte e que promove constantemente a exclusão de setores da sociedade brasileira. Isso não pode continuar”, defende.

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http://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/06/07/meritocracia-e-um-mito-que-alimenta-desigualdades-diz-sidney-chalhoub

Assange: Golpe no Brasil foi construído “há muito tempo”, com apoio dos EUA

Do blog de Luiz Müller – 9/1/2017 – via Brasil247.

Julian Assange, fundador do site Wikileaks, disse haver indícios da participação do governo dos Estados Unidos no que chamou de “golpe constitucional” ou “golpe político” contra a presidente eleita Dilma Rousseff, em agosto de 2016; “Situação atual está sendo construída há muito tempo”, disse Assange em entrevista ao jornalista Fernando Morais; “50% do orçamento da NSA é destinado a entender qual o rumo que um país, gabinete ou presidente está tomando política e financeiramente, para que os EUA possam reagir e conduzi-lo a um caminho específico, incluindo na lista de alvos as importantes companhias energéticas”, declarou Assange em referência ao pré-sal.

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http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/274788/Assange-Golpe-no-Brasil-foi-constru%C3%ADdo-h%C3%A1-muito-tempo-com-apoio-dos-EUA.htm

Moniz Bandeira: Um país que politiza a Justiça, acabou (por Patrícia Faermann/via Luis Nassif/GGN)

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Por Patrícia Faermann – 27/12/2016 – via Luis Nassif/GGN.

“Para o mundo, o Brasil está na lata do lixo. Um Executivo desmoralizado, composto por políticos altamente corruptos, um Legislativo quase todo vendido e um Judiciário que politiza suas decisões. E ninguém mais tem ideologia”, resumiu Luiz Alberto Moniz Bandeira em entrevista ao GGN.

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http://jornalggn.com.br/noticia/moniz-bandeira-um-pais-que-politiza-a-justica-acabou#.WGLGF_SCH3c.facebook

 

‘Internet molda o cérebro das pessoas’, diz Nicolelis (por Luis Nassif/via GGN)

Por Luis Nassif – 26/12/2016 – via GGN.

Testes apontam que a internet, o meio de comunicação mais veloz já existente, está moldando o cérebro das pessoas, fazendo com que a razão humana funcione com características do mundo digital.
O grande problema nesse processo é que, ao mimetizar o funcionamento dos computadores, a humanidade tende a perder peculiaridades analógicas de empatia, solidariedade e respeito à opinião alheia. O alerta é do neurocientista Miguel Nicolelis, feito em entrevista exclusiva, que você poderá acompanhar na íntegra, quarta (28), no GGN.
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