55 fotos incríveis de meninas no caminho para a escola ao redor do mundo (por Alanna Vagianos e Damon Dahlen/Huffpost)

Young girls wade through water to get to school in Manila, Philippines.  Foto: Lorgina Minguito/Reuters.

Por Alanna Vagianos e Damon Dahlen – 14/3/2018 – via Huffpost.

Toda criança tem direito à educação. Infelizmente, meninas e mulheres – metade da população mundial – raramente têm as mesmas oportunidades que os meninos para aprender, estudar e serem bem sucedidas.

Globalmente, 65 milhões de meninas não têm acesso à escola. Dos 744 milhões de pessoas que são analfabetas em todo o mundo, dois terços são mulheres. Há 33 milhões de meninas a menos na escola primária, do que meninos. E a educação realmente salva vidas: se todas as mulheres ao redor do mundo tivessem uma educação primária e secundária, as mortes na infância seriam reduzidas pela metade.

Para lembrar esta realidade, o HuffPost selecionou 55 fotos de meninas indo para a escola em todo o mundo. As fotos mostram meninas de todas as idades da Nigéria, Síria, Paquistão, França e países a caminho da escola. Em algumas elas estão ao lado de amigas, ou ansiosas por aprender algo novo. Essas imagens são prova de que todas as crianças devem ter direito à educação independente do seu gênero.

Confira as fotos:

https://www.huffpostbrasil.com/2018/03/13/55-fotos-incriveis-de-meninas-no-caminho-para-a-escola-ao-redor-do-mundo_a_23381763/?utm_hp_ref=br-mulheres

Conheça a árvore de livros, o “Netflix” literário da escola (por Hanna Gledyz/via Carta Capital)

Leitor digital na plataforma. “É assim que seu aluno vai ler na Árvore. Seja no tablet, no celular ou no computador.”

Por Hanna Gledyz – 5/9/2017 – via Carta Capital.

A plataforma transforma a educação com mais de 10 mil eBooks, assessoria pedagógica e ações de promoção à leitura.

Leia mais:

http://biblioo.cartacapital.com.br/netflix-dos-livros-da-escola

 

Educação na família e na escola: quem ensina o quê?

Circula no Facebook – janeiro/2017.
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Coloquei ontem, na parede da escola, estes lembretes aos pais que estão confirmando a matricula de seus filhos.
Já houve pronunciamentos pró e contra o que está escrito. Uma mãe insistiu que tudo aquilo deve-se aprender na escola. Até concordo que na educação infantil(maternal, pré-jardim e jardim de infância) sejam abordados esses temas. Mas, no Ensino Fundamental a criança já deve trazer essa bagagem para a escola, visto que, já não aceitam ser corrigidos quando se comportam de forma inadequada. E isso é recorrente. São situações que enfrentamos todos os dias. A parte comportamental da educação, indiscutivelmente, aprende-se em casa, independente de condição social, crença ou qualquer coisa. Nesse mister, os pais são insubstituíveis. Até porque, os professores, na maioria, são pais e já têm os seus filhos para educar.

Especialistas defendem inclusão de ‘alfabetização midiática’ nas escolas

 

Por Agência Senado – 7/11/2016. Foto: Pedro França/Agência Senado.

Capacitar os jovens para o uso crítico novas tecnologias e para a produção de conteúdo é um caminho necessário ao fortalecimento do uso livre e democrático da mídia. A avaliação foi feita nesta segunda-feira (7) pelo jamaicano Alton Grizzle, da Divisão de Liberdade de Expressão e de Desenvolvimento da Mídia da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), durante seminário promovido pelo Conselho de Comunicação do Congresso.

Leia mais:

http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/11/07/especialistas-defendem-inclusao-de-alfabetizacao-midiatica-nas-escolas

Preconceito linguístico: como isso afeta o empoderamento feminino (por Stephanie Ribeiro, do Lado M/via Geledés

Por  Stephanie Ribeiro, do Lado M/via Geledés – 19/1/2016.

Existe uma regra de ouro da linguística que diz: “só existe língua se houver seres humanos que a falem”. Assim começa o livro de Marcos Bagno: “Preconceito Linguístico – o que é, como se faz”. E esse meu texto também, motivado pela constante chamada de atenção de machistas e até de feministas para os meus erros gramaticais.

Leia mais:

http://www.geledes.org.br/preconceito-linguistico-como-isso-afeta-o-empoderamento-feminino