A violência contra as mulheres no mundo em quatro mapas (por Elisa Castillo/via El País)

Por Elisa Castillo – 24/11/2017 – via El País.

A Hungria é o único país da UE que não pune o assédio sexual. A Rússia descriminalizou a violência de gênero. Tunísia, Jordânia e Líbano proibiram o perdão aos estupradores que se casavam com suas vítimas.

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https://brasil.elpais.com/brasil/2017/11/22/internacional/1511362733_867518.html

Metade de vítimas de estupro tem até 14 anos e foi violada por parente (por Isabela Cavalcante/via Metrópoles)

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Por Isabela Cavalcante – 13/9/2017 – via Metrópoles. Foto IStock.

Quando a maioria das pessoas pensa em estupro, talvez a cena a seguir é a mais comum que vem à cabeça: uma garota de roupas curtas e apertadas vagando sozinha pelas ruas escuras da cidade. Ao cruzar um beco, é surpreendida por um homem encapuzado. Ele, um completo desconhecido, decide violar essa bela moça em um lugar público, acobertado e escondido no meio da noite.

Essa descrição não poderia estar mais distante da realidade. A 12ª edição do Dossiê Mulher, lançada em agosto de 2017, reporta as violências ocorridas no Rio de Janeiro. Apesar de estudar apenas um estado, ele revela tendências que ocorrem no país inteiro. Os dados de estupro são assustadores: 55% das mulheres estupradas têm menos de 14 anos, o que é caracterizado como estupro de vulnerável, e em quase 40% dos casos o agressor é alguém que a vítima conhece.

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https://www.metropoles.com/brasil/direitos-humanos-br/metade-de-vitimas-de-estupro-tem-ate-14-anos-e-foi-violada-por-parente

O estupro como metáfora do golpe: a mídia punitiva, a esquerda positivista e as paixões humanas (por Sylvia Debossan Moretzsohn/via ObjETHOS/Ufsc)

Por Sylvia Debossan Moretzsohn – 4/9/2017 – via ObjETHOS/Ufsc.

A coincidência entre o aniversário do golpe e a repercussão do casodo sujeito preso em flagrante por ejacular em cima de uma mulher num ônibus mas libertado no dia seguinte transformou a imagem do estupro numa perfeita metáfora do país.

De fato, estamos sendo estuprados desde a fatídica sessão da Câmara do dia 17 de abril do ano passado, em que, entre gargalhadas e rojões de papel metalizado, aquela multidão de deputados fantasiada de verde e amarelo expôs ao mundo a qualidade de nossa representação parlamentar. A falta de decoro não se limitou aos exageros de comportamento: chegou ao cúmulo de uma declaração de voto que elogiava o torturador-símbolo do período da ditadura.

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https://objethos.wordpress.com/2017/09/04/o-estupro-como-metafora-do-golpe-a-midia-punitiva-a-esquerda-positivista-e-as-paixoes-humanas

País registra 10 estupros coletivos por dia; notificações dobram em 5 anos (por Cláudia Collucci/via Folha de S. Paulo)

Por Cláudia Collucci – 20/7/2017 – via Folha de S. Paulo.

Em cinco anos, mais do que dobrou o número de registros de estupros coletivos no país feitos por hospitais que atenderam as vítimas.

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http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/08/1911346-pais-registra-10-estupros-coletivos-por-dia-notificacoes-dobram-em-5-anos.shtml?utm_source=meio&utm_medium=email

A cada 10 minutos uma mulher é vítima de violência em Santa Catarina (por Fábio Bispo/via Notícias do Dia)

Para a delegada Patrícia D´Ávila, é preciso uma transformação cultural para reduzir casos de violência - Flávio Tin/NDPara a delegada Patrícia D´Ávila, é preciso uma transformação cultural para reduzir casos de violência – Flávio Tin/ND.

Por Fábio Bispo – 18/8/2017 – via Notícias do Dia.

Dados da Secretaria de Segurança Pública revela que os crimes mais praticados contras as mulheres são ameaça, lesão corporal e estupro.

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https://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/a-cada-10-minutos-uma-mulher-e-vitima-de-violencia-em-santa-catarina

Danilo Gentili e o estupro remoto (por Flávia Azevedo/www.correio24horas.com.br)

Por Flávia Azevedo – 5/6/2017 – via www.correio24horas.com.br

A deputada não tem medo do seu pau. Nem a puta tem medo do seu pau. Pau não mete mais medo, pau não é mais poder. Somos putas, deputadas, mães, eletricistas, presidentas, pilotas de avião e continuaremos sendo a porra toda que a gente quiser. Não tem mais volta, não importa quantas melecas você coma atrás da porta do seu quarto. Não importa quantas unhas você destrua entre os dentes. Não importa quantas punhetas você bata pensando na mulher que você odeia. Não importa quantos quilos de papel você esfregue no seu pau, no seu saco, na sua impotência transformada em ódio. Acabou. A vergonha é sua que não consegue ser, sequer, um adversário à nossa altura. Como merecemos. Alguém que, minimamente, consiga se expressar usando o cérebro em vez do órgão genital.

Leia mais:

http://www.correio24horas.com.br/detalhe/artigo/noticia/flavia-azevedo-danilo-gentili-e-o-estupro-remoto/?cHash=bab5ef29da0599470905e339e4e02e09

Estupro é caracterizado como tortura em condenação do Brasil pela Corte da OEA (por Portal Catarinas)

Por Portal Catarinas –

“Está boa para ser comida”, disse o policial militar após apalpar o corpo de C.S.S, de 15 anos, e fazê-la tirar a blusa. Depois de olhar os seios da jovem, outro policial a forçou a fazer sexo anal com ele. Enquanto isso, um terceiro policial obrigava L.R.J, 19 anos, a praticar sexo oral, segurando-a pelo cabelo. A violência começou com a invasão da casa, onde as jovens estavam, por dez policiais que chegaram atirando à procura de um traficante. Durante a abordagem, eles ainda desferiram socos e chutes e bateram com um pedaço de madeira em partes dos corpos das vítimas. O caso aconteceu em 12 de novembro de 1994 e só agora será investigado graças a uma decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Pela primeira vez em uma ação contra o Estado brasileiro, a CIDH caracterizou o crime de estupro como uma forma de tortura. Trata-se também da primeira condenação do Brasil pela corte de casos envolvendo violência policial.

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http://catarinas.info/estupro-e-caracterizado-como-tortura-em-condenacao-do-brasil-pela-corte-da-oea

 

Confira pesquisa inédita sobre violência sexual contra as mulheres no Brasil (via Agência Patrícia Galvão)

Abuso infantil

A impunidade perpetua a violência sexual no país, diz pesquisa.
Foto: Marcello Jr/Arquivo da Agência Brasil.

Por Agência Patrícia Galvão – 12/12/2016.

Pesquisa capta contradições: enquanto culpabilização das vítimas segue presente, questionamentos ao machismo ganham força na percepção da população: 96% concordam que é preciso ensinar os homens a respeitar as mulheres e não as mulheres a ter medo.

Leia mais:

http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/noticias-violencia/confira-pesquisa-inedita-sobre-violencia-sexual-contra-as-mulheres-no-brasil

Por que a violência contra mulheres indígenas é tão difícil de ser combatida no Brasil (por Ana Beatriz Rosa/via HuffPost Brasil)

mulheres indígenas mt

Por Ana Beatriz Rosa – 25/11/2016 – via HuffPost Brasil.
Foto: Junior Silgueiro/GCOM-MT.

“As mulheres são as principais vítimas das violências praticadas contra as comunidades indígenas no mundo, de acordo com relatório da ONU.

Os dados da organização mostram que mais de 1 em cada 3 mulheres indígenas são estupradas ao longo da vida – e a violência faz parte de uma estratégia para desmoralizar a comunidade ou como “limpeza étnica”.

No Brasil não é diferente.”

Leia mais:

http://www.brasilpost.com.br/2016/11/25/lei-maria-da-penha-mulher_n_13135104.html?utm_hp_ref=mulheres