Eu, Dallagnol e o corporativismo do Ministério Público (por Eugênio Aragão/via DCM)

Por Eugênio Aragão – 3/12/2017 – via DCM.

É de interesse público que o ministério público se cale. Só fale nos autos. Suas manifestações têm enorme potencial de acirrar conflitos, mormente quando trata a ferro e fogo pessoas sobre as quais ainda prevalece a presunção de inocência. É de interesse público que o ministério publico se porte dentro dos estritos ditames da lei, respeitando os outros poderes e seus agentes, dentro do princípio de sua separação harmônica.

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http://www.diariodocentrodomundo.com.br/eu-dallagnol-e-o-corporativismo-do-ministerio-publico-por-eugenio-aragao

Aragão: “Toda vez que se deposita alguma esperança no STF, a gente só pode rir no cantinho da boca”

Por Celso Vicenzi – 31/10/2017.

O ex-ministro da Justiça no governo Dilma e ex-procurador do Ministério Público Federal, Eugênio Aragão, proferiu palestra no Seminário estadual sobre “A conjuntura nacional, a reforma política e os possíveis conflitos de jurisprudência”, promovido pela CUT/SC no dia 26 de outubro, na Federação dos Comerciários de Santa Catarina (Fecesc), em Florianópolis.

Uma aula sobre quem são e como atuam os agentes e os órgãos do Ministério Público e do Judiciário, e sobre as ilusões dos governos populares de Lula e Dilma, que esqueceram a luta de classes.

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Recado de Ano Novo aos minions providos de dois neurônios e raciocínio binário-programável (por Eugênio Aragão/via Luis Nassif/GGN)

Por Eugênio Aragão – 2/1/2017 – via Luis Nassif/GGN.

Inauguramos um novo ano, sem novidade nenhuma. De nada adiantarão os tais votos de São Silvestre, com augúrios de felicidade e de um tempo melhor para nossos entes queridos, se não tivermos capacidade de mudar. Está em nossas mãos o destino deste país e do futuro de nossos filhos e netos, mas precisamos começar a pensar com nossa própria cabeça e abandonar a crença ingênua em noticiários, sejam de que cor forem.

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Carta aberta de Aragão a Dallagnol: “baixe a bola, colega” (por Fernando Brito/via Tijolaço e blog do Marcelo Auler)

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Por Fernando Brito – 22/12/2016 – via Tijolaço e blog do Marcelo Auler.

Do blog do Marcelo Auler, a carta aberta do Procurador da República Eugênio Aragão ao chefe da Força Tarefa da Lava Jato, que aplaudiu, nos jornais, o acordo entre a Odebrecht e o governo dos EUA, dizendo que quem se opõe aos métodos da Lava Jato tem “complexo de vira-latas”.

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http://www.tijolaco.com.br/blog/carta-aberta-de-aragao-dallagnol-baixe-bola-colega

A turma do “je suis Dallagnol” não se emenda (por Eugênio Aragão/via Luis Nassif/GGN)

Comentário de Vinicius B. Vicenzi:

Ótimo texto do procurador Aragão, um dos únicos a não se calar na instituição. O Brasil é o curioso país em que se tem “abuso de defesa”. Revertemos as teses do Estado de Direito. Hobbes deve estar a gargalhar em seu túmulo: aqui se pensa que o aparato estatal é fraco na persecução e o indivíduo, superpoderoso na sua defesa. O Leviatã inverteu-se. Sei lá, nessa terra sui generis chamada Pindorama, quiçá o Leviatã foi engolido antropofagicamente pelos indivíduos ou, talvez, abduzido pelos espíritos da floresta. Não sei, só sei que definitivamente o populismo do MPF está a produzir uma “nova” Teoria do Direito, perigosa, porque ao afirmar hipocritamente a fraqueza do Estado passa a se fazer valer da sua força. Pobre de nós frente a esse Leviatã tupiniquim a mostrar as suas garras em 2016!

Por Eugênio Aragão – 18/12/2016 – via Luis Nassif/GGN

Há algumas semanas atrás, sugeri que a ministra Carmen Lúcia, na qualidade de presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça, não faria bem em se solidarizar com juiz federal de primeiro grau que ordenara um jabaculê no Senado. Afinal, a iniciativa era mui controversa e não cabia à ministra, que preside um órgão de controle externo do poder judiciário, bater boca com o presidente do Senado, que cumpria seu papel político ao demonstrar sua indignação com a invasão do espaço legislativo, ainda que chamara, o juiz de piso, de “juizeco”. Afinal, um “je suis juizeco” não pegava bem para a ministra.

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Ex-ministro da Justiça diz que Moro é criminoso e o compara a gatuno (por Marcos de Vasconcellos/via Conjur)

Vazamento ilegal de grampos e impacto político de decisões estão entre acusações feitas contra Sergio Moro em carta. Foto: Divulgação Ajufe.

Por Marcos de Vasconcellos – 10/12/2016 – via Conjur.

O ex-ministro da Justiça, Eugênio Aragão, acusou o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da operação “lava jato”, de ser um criminoso. Em mensagem enviada ao professor alemão Markus Pohlmann, cuja universidade (de Heidelberg) recebeu o juiz para uma palestra, Aragão afirma que “Moro é um criminoso, também sob a perspectiva alemã. Ele se tornou punível quando violou sigilo funcional, para não falar em prevaricação”.

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http://www.conjur.com.br/2016-dez-10/ex-ministro-sergio-moro-criminoso-compara-gatuno

Aragão e Dilma: Gilmar não leu Temer! (por Paulo Henrique Amorim/via Conversas Cruzadas)

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Por Paulo Henrique Amorim – 2/9/2016 – via Conversas Cruzadas.

“A nossa República saiu, sem dúvida nenhuma, muito fortemente maculada do Golpe, da esperteza, da falta de escrúpulos, da atuação de bandos – para não falar de matilhas – contra o poder constituído. Isso, infelizmente, vai ter consequências duradouras até que a gente possa reconsolidar um pacto nacional e dar algum tipo de estabilidade e respeitabilidade, um pacto que reconstitua a confiança da coletividade nas suas instituições.”

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http://www.conversaafiada.com.br/politica/aragao-e-dilma-gilmar-nao-leu-temer

Aragão: alguém com voto vai dizer “pera aí”! (por Marcelo Auler – via Paulo Henrique Amorim/Conversa Afiada)

eugenio aragao

Aragão: um juízo de primeiro grau é que dita o que o Supremo deve julgar (foto: Marcelo Auler).

Saiu no Blog do Marcelo Auler – 20/6/2016 – via Paulo Henrique Amorim/Conversa Afiada.

“O Poder da soberania popular se deslocou para um órgão não-eleito, o MP, a Justiça”.

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http://www.conversaafiada.com.br/brasil/aragao-alguem-com-voto-vai-dizer-pera-ai