Seis estatísticas que mostram o abismo racial no Brasil (por Tory Oliveira/via Carta Capital)

Protesto no Dia da Consciência Negra

Integrantes de movimentos sociais e de defesa dos direitos da comunidade negra protestam na 13ª Marcha da Consciência Negra, em 2016. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil.

Por Tory Oliveira – 20/11/2017 – via Carta Capital.

No Brasil, a população negra é mais atingida pela violência, desemprego e falta de representatividade.

Leia mais:

https://www.cartacapital.com.br/sociedade/seis-estatisticas-que-mostram-o-abismo-racial-no-brasil

Negras latino-americanas são mais sujeitas a violência doméstica (por Jéssica Lima/via Catraca Livre)

Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver em Brasília. Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil.

Por Jéssica Lima – 20/7/2017 – via Catraca Livre.

Brasil é o país com maior incidência de feminicídios na América Latina, seguido de México, Honduras e Argentina.

Leia mais:

https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/negras-latino-americanas-sao-mais-sujeitas-violencia-domestica

Acesse e baixe o livro Feminicídio #InvisibilidadeMata na íntegra

O Instituto Patrícia Galvão e a Fundação Rosa Luxemburgo lançam o livro Feminicídio #InvisibilidadeMata (saiba como foi o evento de lançamento). A obra debate as características dos feminicídios, denuncia sua perpetuação no Brasil – o quinto país com a maior taxa de assassinatos femininos no mundo – e destaca ainda a urgência do enfrentamento às violências contra as mulheres.

Buscando ampliar este debate urgente e necessário, o livro está disponível também para consultas, compartilhamentos e download na íntegra no link (gratuito):

Livro Feminicídio #InvisibilidadeMata (em pdf)

Leia mais:

http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/livrofeminicidio

País por país: o mapa que mostra os trágicos números dos feminicídios na America Latina

Protesto contra a violência no Peru

Estima-se que, a cada ano, 66 mil mulheres sejam assassinadas no mundo, segundo a ONU. Foto: Getty Images.

Por BBC Brasil – 6/12/2016.

“Todos os dias, 12 mulheres latino-americanas e caribenhas morrem apenas pelo fato de serem mulheres”. A aterradora estatística foi divulgada no mês passado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

Leia mais:

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-38076091

Nove filmes para debater a violência contra a mulher (por Mariana Gonzalez e Raíssa Rivera, no Delas/via Outras Mídias)

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“Thelma e Louise” de Ridley Scott.

Por Mariana Gonzalez e Raíssa Rivera, no Delas/via Outras Mídias – 23/8/2016.

“Tema ainda é pouco abordado nos cinemas. Com a ajuda do Coletivo Vermelha e das cineastas Eliza Capai e Tata Amaral, listamos produções que ajudam a examiná-lo e enfrentá-lo.”

Leia mais:

http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=346869

 

Fenaj: Contra a violência, em defesa da equidade de gênero

Dia Internacional da Mulher  – 8/3/2016

Contra a violência, em defesa da equidade de gênero

Na data em que se comemora mais um Dia Internacional da Mulher, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) rende homenagens a todas as trabalhadoras brasileiras, em especial às jornalistas, de todas as cores, raças e etnias, por sua importante contribuição para o desenvolvimento do país, para a democracia e a justiça social. E chama atenção do governo para a necessidade de se implementar políticas de equidade de gênero.

Nas últimas décadas, as mulheres avançaram muito na escolaridade, chegando a ultrapassar os homens em alguns países; sua expectativa de vida cresceu e sua participação na força de trabalho remunerada também. Mas, apesar dos avanços, elas ainda enfrentam barreiras discriminatórias que reforçam a desigualdade salarial entre mulheres e homens, o acesso a empregos mais qualificados e o aumento da violência.

No Brasil, o diagnóstico do Mapa da Violência 2015
aponta 4,8 homicídios por 100 mil mulheres, colocando o país na 5ª posição, evidenciando que os índices locais excedem, em muito, os encontrados na maior parte dos países do mundo. A situação ainda é pior quando se faz o recorte racial das vítimas. Entre 2003 e 2013, o número de homicídios de brancas caiu 9,8%, enquanto o de mulheres negras aumentou em 54,2%.

Os dados são preocupantes e mostram a necessidade de que a Lei do Feminicídio, sancionada em março de 2015, seja efetivada, para que possa mudar essa triste realidade.

As jornalistas brasileiras, que já representam 64% da categoria, igualmente enfrentam tratamento discriminatório no ambiente de trabalho, assédio moral e dificuldade de ascensão a cargos de comando. Por isso, é preciso continuar a luta por igualdade das condições de trabalho e de oportunidades.

Enquanto profissionais, as jornalistas brasileiras podem contribuir para a construção de uma sociedade melhor, que respeite as diferenças e promova equidade de gênero, na qual a mulher deixe de ser vítima da violência, tenha acesso à saúde e à educação e possa viver melhor.

Para isso é preciso que o governo brasileiro e a sociedade impulsionem o papel da mulher em todos os setores, melhorando a vida de todas no plano social e econômico, para que as mulheres possam participar das mudanças que o planeta necessita.

A FENAJ acredita que a luta pela igualdade de gênero é responsabilidade de toda a sociedade, mas parabeniza especialmente as mulheres que diariamente buscam a liberdade e equidade de gênero e reafirma seu compromisso com a causa.

Diretoria da FENAJ

Brasília, 8 de março de 2016.

http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=4483