Antropólogos lançam estudo sobre índios gays no Brasil (por Elenice Dueñas/via Jornal Já)

Por Elenice Dueñas – 5/6/2017 – via Jornal Já.

Revelador, pioneiro e reflexivo, “Gay Indians in Brazil: Untold Stories of the Colonization of Indigenous Sexualities” (Índios Gays no Brasil: As Histórias Não Contadas da Colonização das Sexualidades Indígenas) é o novo título que chegou ao mercado editorial internacional neste ano como um convite ao debate sobre alguns tabus.

Livro de autores brasileiros, lançado pela editora suíça Springer International Publishing, uma das maiores editoras científicas do mundo, tem como base a pesquisa para a tese de doutorado em antropologia do professor e pesquisador Estevão Rafael Fernandes, da Universidade Federal de Rondônia. A publicação traz a parceria da antropóloga gaúcha Barbara Maisonnave Arisi, atualmente pesquisadora visitante na Vrije Universiteit Amsterdam e professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

http://www.jornalja.com.br/indios-gays-no-brasil-historias-nao-contadas-sobre-a-colonizacao-das-sexualidades-indigenas

O drama do ‘armário duplo’: a violência ‘invisível’ entre casais do mesmo sexo (por Antia Castedo/via BBC Mundo)

Detalhes de mãos se defendendo

Por Antia Castedo – 5/5/2017 – via BBC Mundo.

Coletivos LGBTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) afirmam que a violência entre casais do mesmo sexo é mais comum do que se imagina. Eles denunciam que, apesar de acontecer com frequência, pouca atenção é dada a esse tipo de violência.

Leia mais:

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39791785

Novo olhar para entender o feminino e o masculino (por Cândida Del Tedesco e Fernanda Cirenza/via revista Brasileiros)

A antropóloga Heloisa Buarque de Almeida - Foto: Luiza Sigulem

Por Cândida Del Tedesco e Fernanda Cirenza/via revista Brasileiros – 21/6/2016. (Foto: Luiza Sigulem).

“Em especial para a Brasileiros, a antropóloga Heloisa Buarque de Almeida diz que não há nada de natural nos gêneros feminino e masculino. Tudo é aprendido. O momento é de multiplicidade identitária e inaugura uma maneira diferente de compreender o comportamento humano.”

Leia mais:

http://brasileiros.com.br/2016/06/186798

Retrato do Brasil hoje – a delicadeza da diversidade contra os uniformes do golpe (por Bajonas Teixeira de Brito Junior, Colunista político de O Cafezinho)

Por Bajonas Teixeira de Brito Junior – colunista político de O Cafezinho – 23/6/2016.
Foto Rovena Rosa/Agência Brasil.

“O horror à diversidade esteve desde a primeira hora no centro do governo interino de Michel Temer, que, para ferir a diversidade cultural, baniu do ministério as mulheres, os negros, os gays, e até a própria cultura. Episódios como a invasão da UNB por um grupo de fascistas, um deles vestindo trajes camuflados (17/06) ou o ataque com mais de 200 camionetes e carros contra famílias de índios na fazenda Yvu, no Mato Grosso do Sul , que resultou no assassinato de um jovem índio (14/06), mostram a conclusão lógica do ódio à diversidade.”

Leia mais:

http://www.ocafezinho.com/2016/06/23/retrato-do-brasil-hoje-a-delicadeza-da-diversidade-contra-os-uniformes-do-golpe

Pouca educação, muita intolerância

Segundo o IBGE, há no país pelo menos 60 mil casais homoafetivos vivendo juntos. Desde 1990, o Relatório do Desenvolvimento Humano começou a discutir a ideia de que renda e economia não eram as únicas variáveis pra se medir o desenvolvimento de uma nação, informa a ONU Brasil. Diz a Organização das Nações Unidas: “Ampliar as opções das pessoas para que elas possam viver como quiserem é fundamental, atualmente, para o conceito de desenvolvimento humano”.

No entanto, você ainda vê e ouve pessoas da população e até autoridades manifestarem oposição contundente a políticas públicas que acabem com preconceitos sexuais, utilizando conceitos totalmente equivocados sobre o que é “normal” e o que é “certo”. Gente que acha que o fato de receber informações sobre educação sexual nas escolas pode “contaminar” a orientação sexual de seus filhos. Não é fácil viver num país em que o nível de educação é tão baixo e o de intolerância tão alto.