O neocolonialismo e a possibilidade de desintegração territorial brasileira (por Roberto Bitencourt da Silva/via Luis Nassif/GGN)

Por Roberto Bitencourt da Silva – 4/9/2017 – via Luis Nassif/GGN.

A sociedade brasileira está submetida a uma condição abjeta: imoralidade desavergonhada de oligarquias políticas; um golpismo vende pátria despudorado que, ofendendo a consciência democrática e nacional do Povo Brasileiro, rasga a Constituição, despreza a soberania do voto popular e aliena o patrimônio público.

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http://jornalggn.com.br/blog/roberto-bitencourt-da-silva/o-neocolonialismo-e-a-possibilidade-de-desintegracao-territorial-brasileira-por-roberto-bitenco

Nassif: Lava Jato serviu a interesses dos Estados Unidos (por Brasil247)

Agência Brasil

Por Brasil247 – 20/8/2017.

Jornalista destaca que “a atuação da Lava Jato visou três objetivos centrais, todos diretamente relacionados com os interesses norte-americanos: inviabilizar rapidamente as multinacionais brasileiras que competiam com grupos norte-americanos no exterior; derrubar o governo Dilma e, com ele, a legislação do pré-sal; inabilitar Lula politicamente”.

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https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/312739/Nassif-Lava-Jato-serviu-a-interesses-dos-Estados-Unidos.htm

Lava Jato e a marca da infâmia (por Luís Nassif/via GGN)

Por Luis Nassif – 14/8/2017 – via GGN.

A cada dia perpetra-se um estupro contra a Constituição, contra a civilização, contra os direitos sociais e individuais e até contra aspectos mais prosaicos de manifestação, o pudor público. Perdeu-se não apenas o respeito às leis como o próprio pudor e, com ele, o respeito mínimo pelo país.

Até onde irá essa selvageria? Quando começou essa ópera dantesca? Foram anos e anos de exercício diuturno do ódio por parte de uma imprensa tipicamente venezuelana.

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http://jornalggn.com.br/noticia/lava-jato-e-a-marca-da-infamia-por-luis-nassif

De tudo um pouco, menos justiça (por Fernando Horta/GGN)

Por Fernando Horta – via Luis Nassif/GGN.

Não diferem, em essência, a epistemologia que norteia o trabalho do historiador daquela que deveria nortear um juiz. De fato, seus trabalhos são muito semelhantes. Ambos criam narrativas sobre o passado através de um corpo de provas previamente recolhido. Pesam-se as importâncias de cada narrativa, seus pontos de apoio, suas falhas, incongruências para, no fim, oferecer uma explicação sobre uma ausência que fazemos – à força – presente. É a vontade do historiador que traz o passado de volta. Isto já se tem muito claro na historiografia. O peso dos fatos históricos é dado por quem reconstrói a narrativa. Os juízes – alguns – ainda parecem viver no mundo da “verdade absoluta”, como se eles fossem observadores distantes e plenos de um passado perfeitamente apreensível. E sobre a narrativa deste passado, não exercessem qualquer deformação.

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http://jornalggn.com.br/blog/blogfernando/de-tudo-um-pouco-menos-justica-por-fernando-horta

“O tempo dirá que você perdeu, playboy” (por Luis Nassif/via GGN)

perdeuplayboy

Por Luis Nassif – 12/7/2017 – via GGN e Tijolaço

Até que ponto, na era da informação, uma decisão ilegítima tem condições políticas de se perpetuar?

Nos últimos meses começou um questionamento maior dos métodos da Lava Jato. Mesmo pelo filtro parcial, tosco, manipulador da mídia, ficou claro, para os leitores mais antenados, a diferença entre acusações meramente declaratórias e a apresentação de provas concretas.

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As polêmicas envolvendo o IDP de Gilmar Mendes (por Patricia Faermann/via Luis Nassif/GGN)

Foto: Walter Alves/IDP.

Por  Patricia Faermann – 15/6/2017 – via Luis Nassif/GGN.

O Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) de propriedade do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), teve mais um de seus patrocínios envolvidos em polêmicas. Além dos casos já revelados há mais de três anos pelo GGN, o Instituto recebeu R$ 2,1 milhões do grupo J&F, investigado no esquema da Operação Lava Jato, e que tem processos que podem ser analisados pelo próprio Gilmar, que insiste em não se declarar impedido.

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Agente da CIA? Treinado pelo FBI? Um raio-x da relação Moro-EUA (por Daniel Giovanaz/via Brasil de Fato/publicado por Luis Nassif/GGN)

Por Daniel Giovanaz – 9/6/2017 – Brasil de Fato – citado por Luis Nassif/GGN.

Em julho de 2016, a filósofa Marilena Chauí afirmou que o juiz de primeira instância Sérgio Moro havia sido “treinado pelo FBI” para atender aos interesses estadunidenses na condução da operação Lava Jato. O vídeo, publicado pelo Nocaute TV, teve mais de 160 mil visualizações e estimulou debates sobre o tema entre juristas, historiadores, cientistas políticos e sociólogos brasileiros.

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http://jornalggn.com.br/noticia/agente-da-cia-treinado-pelo-fbi-um-raio-x-da-relacao-moro-eua-por-daniel-giovanaz

Xadrez da incógnita militar e do pós-Temer (por Luis Nassif/via GGN)

Por Luis Nassif – 8/6/2017 – via GGN.

Vive-se um quadro de ampla desordem institucional, um tiroteio sem fim entre o Executivo, Congresso, Ministério Público, Supremo, Tribunal Superior Eleitoral, acirrado pela reforma trabalhista e da Previdência. Externamente, uma indignação popular que se alastra, que já resultou em uma greve geral, resultará em outra.

A grande incógnita é como o único poder silencioso – o militar – se manifestará.

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http://jornalggn.com.br/noticia/xadrez-da-incognita-militar-e-do-pos-temer