Antropólogos lançam estudo sobre índios gays no Brasil (por Elenice Dueñas/via Jornal Já)

Por Elenice Dueñas – 5/6/2017 – via Jornal Já.

Revelador, pioneiro e reflexivo, “Gay Indians in Brazil: Untold Stories of the Colonization of Indigenous Sexualities” (Índios Gays no Brasil: As Histórias Não Contadas da Colonização das Sexualidades Indígenas) é o novo título que chegou ao mercado editorial internacional neste ano como um convite ao debate sobre alguns tabus.

Livro de autores brasileiros, lançado pela editora suíça Springer International Publishing, uma das maiores editoras científicas do mundo, tem como base a pesquisa para a tese de doutorado em antropologia do professor e pesquisador Estevão Rafael Fernandes, da Universidade Federal de Rondônia. A publicação traz a parceria da antropóloga gaúcha Barbara Maisonnave Arisi, atualmente pesquisadora visitante na Vrije Universiteit Amsterdam e professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

http://www.jornalja.com.br/indios-gays-no-brasil-historias-nao-contadas-sobre-a-colonizacao-das-sexualidades-indigenas

“Se tudo mudou em 500 anos, porque não podemos mudar e continuar a ser índio?”

“Você pode raspar, cortar moicano e até descolorir o cabelo. Eu também”. Cena da campanha #menospreconceitomaisíndio. Imagem: Daniel Klajmic/Pródigo.

Por Instituto Socioambiental – 12/3/2017.

Em sua primeira campanha para tevê e cinema, o Instituto Socioambiental (ISA) convida os brasileiros a olhar os povos indígenas com respeito, generosidade e sem preconceito.

Florestas em terras indígenas podem render trilhões de reais (por Nádia Pontes/via Deutsche Welle e Instituto Humanitas Unisinos)

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Por Nádia Pontes – 5/1/2017 – via Deutsche Welle e Instituto Humanitas Unisinos.
Foto: EBC.

Os números impressionaram os próprios pesquisadores. Só no Brasil, as florestas em terras indígenas podem “render” em serviços prestados até 1 trilhão de dólares nos próximos 20 anos (cerca de 3,2 trilhões de reais), o que equivale a quase metade do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2015. Para a Bolívia, o valor é de até 119 bilhões de dólares, e para a Colômbia, de 277 bilhões de dólares.

Leia mais:

http://www.ihu.unisinos.br/563634-florestas-em-terras-indigenas-podem-render-trilhoes-de-reais

Por que a violência contra mulheres indígenas é tão difícil de ser combatida no Brasil (por Ana Beatriz Rosa/via HuffPost Brasil)

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Por Ana Beatriz Rosa – 25/11/2016 – via HuffPost Brasil.
Foto: Junior Silgueiro/GCOM-MT.

“As mulheres são as principais vítimas das violências praticadas contra as comunidades indígenas no mundo, de acordo com relatório da ONU.

Os dados da organização mostram que mais de 1 em cada 3 mulheres indígenas são estupradas ao longo da vida – e a violência faz parte de uma estratégia para desmoralizar a comunidade ou como “limpeza étnica”.

No Brasil não é diferente.”

Leia mais:

http://www.brasilpost.com.br/2016/11/25/lei-maria-da-penha-mulher_n_13135104.html?utm_hp_ref=mulheres

305 etnias e 274 línguas: estudo revela riqueza cultural entre índios no Brasil

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Via Ecologia dos Saberes – 26/9/2016

“Há mais indígenas em São Paulo do que no Pará ou no Maranhão. O número de indígenas que moram em áreas urbanas brasileiras está diminuindo, mas crescendo em aldeias e no campo. O percentual de índios que falam uma língua nativa é seis vezes maior entre os que moram em terras indígenas do que entre os que vivem em cidades.

As conclusões integram o mais detalhado estudo já feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre os povos indígenas brasileiros, baseado no Censo de 2010.”

Leia mais:

https://educezimbra.wordpress.com/2016/09/26/305-etnias-e-274-linguas-estudo-revela-riqueza-cultural-entre-indios-no-brasil

Documentos da Cruz Vermelha revelam massacre de indígenas na ditadura

Os índios Nambiquara pelas lentes do antropólogo Lévi-Strauss

Os índios Nambiquara pelas lentes do antropólogo Lévi-Strauss.

Por Jamil Chade – 24/10/2016 – Agência Pública.

Trabalhos forçados, miséria e doenças levaram povos “à beira do extermínio” na década de 1970, registram informes confidenciais do Comitê Internacional da entidade.

Leia mais:

http://apublica.org/2016/10/documentos-da-cruz-vermelha-revelam-massacre-de-indigenas-na-ditadura