Brasil tem o terceiro maior número de mortes violentas de mulheres no mundo (por Jamil Chade/O Estado de S

Por Jamil Chade/O Estado de S. Paulo – via Agência Patrícia Galvão – 7/12/2017. Colaborou Júlia Marque.

O Brasil teve, no ano passado, o maior número de mortes violentas do mundo. Foram 70,2 mil óbitos, o que equivale a 12,5% do total de registros em todo o planeta. O alerta faz parte de um informe divulgado pela entidade Small Arms Survey, referência mundial para a questão da violência armada. Em termos absolutos, a entidade aponta que a situação no Brasil supera a violência em Índia, Síria, Nigéria e Venezuela.

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http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/noticias-violencia/brasil-tem-o-terceiro-maior-numero-de-mortes-violentas-de-mulheres-no-mundo/?utm_term=Jovem+negra+tem+2+vezes+mais+chances+de+ser+morta+no+Brasil%2C+diz+relatorio&utm_campaign=Contatos+Geral&utm_source=e-goi&utm_medium=email

 

Documentos da Cruz Vermelha revelam massacre de indígenas na ditadura

Os índios Nambiquara pelas lentes do antropólogo Lévi-Strauss

Os índios Nambiquara pelas lentes do antropólogo Lévi-Strauss.

Por Jamil Chade – 24/10/2016 – Agência Pública.

Trabalhos forçados, miséria e doenças levaram povos “à beira do extermínio” na década de 1970, registram informes confidenciais do Comitê Internacional da entidade.

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http://apublica.org/2016/10/documentos-da-cruz-vermelha-revelam-massacre-de-indigenas-na-ditadura

Poucos chefes-de-estado foram à abertura das Olimpíadas (por Luis Nassif e Jamil Chade/via O Estado de S. Paulo e GGN)

Por Luis Nassif e Jamil Chade – 7/8/2016 – via O Estado de S. Paulo e GGN.

“O desprestígio não é do Temer, é do próprio movimento do golpe. Esta é a conclusão que pode-se chegar ao ler a matéria de Jamil Chade, no Estadão. A baixa presença de autoridades, depois da propalada presença confirmada de 45 chefes-de-estado, contrastou com a efetiva marca de 18 chefes presentes e uma miríade de autoridades menores e vices, inclusive o brasileiro.”

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http://jornalggn.com.br/noticia/poucos-chefes-de-estado-foram-a-abertura-das-olimpiadas