Seis estatísticas que mostram o abismo racial no Brasil (por Tory Oliveira/via Carta Capital)

Protesto no Dia da Consciência Negra

Integrantes de movimentos sociais e de defesa dos direitos da comunidade negra protestam na 13ª Marcha da Consciência Negra, em 2016. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil.

Por Tory Oliveira – 20/11/2017 – via Carta Capital.

No Brasil, a população negra é mais atingida pela violência, desemprego e falta de representatividade.

Leia mais:

https://www.cartacapital.com.br/sociedade/seis-estatisticas-que-mostram-o-abismo-racial-no-brasil

Da exclusão para a materialização de sonhos (por Padre Vilson Groh/via TEDxFloripa)

Por Padre Vilson Groh – 21/11/2017 – via TEDxFloripa.

Vilson ainda era um estudante de 24 anos vindo do interior quando subiu pela primeira vez o morro do Mocotó, na periferia da capital catarinense, e começou a derrubar muros e construir pontes. Não físicas, mas entre pessoas e crenças. Daquele encontro com uma mãe de santo, o futuro padre começaria sua vida dedicada a ajudar pessoas em situação vulnerável a materializarem seus sonhos, trabalho que realiza até hoje por meio de um Instituto que leva seu nome. Vilson Groh, padre brusquense que vive na periferia de Florianópolis, é presidente de um instituto que leva seu nome e trabalha em prol da defesa e garantia de direitos da população empobrecida. Em parceria com outras organizações civis, o Instituto Padre Vilson presta assistência e promove articulação na dimensão social, educacional e financeira.

Assista:

Pesquisa identifica evasão escolar na raiz da violência extrema no Brasil (Thiago Guimarães/via BBC Brasil)

Grupo de 20 adolescentes recapturados após fuga de unidade de internação no DF em dezembro de 2015

Adolescentes recapturados após fuga de unidade de internação no Distrito Federal em 2015; estudo analisou formação de jovens violentos. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

Por Thiago Guimarães – 28/5/2017 – via BBC Brasil.

Dois grupos de jovens de idade semelhante, todos homens, pobres e criados na mesma região. Um grupo vira matador e o outro, trabalhador. Por quê?

O sociólogo Marcos Rolim procurou essa resposta ao investigar a violência extrema, aquela que mata ou fere mesmo quando não há provocação nem reação da vítima. Modalidade que, acredita ele, está em alta no Brasil.

Leia mais:

http://www.bbc.com/portuguese/brasil-40006165?ocid=socialflow_facebook

O governo Temer e o triunfo da razão criminosa (por Aldo Fornazieri/via Luis Nassif/GGN)

Por Aldo Fornazieri – 9/1/2017 – via Luis Nassif/GGN.

A degradação da democracia brasileira e a existência do governo Temer não são fruto acidental da conjuntura política, dos muitos erros do PT e do governo Dilma, da mera vontade moralizadora da Lava Jato, da parcialidade manipuladora de setores da grande mídia, da permanente disposição do assalto ao botim por parte do PMDB e dos partidos do centrão, do inconformismo golpista de Aécio Neves e do PSDB em face da derrota eleitoral. Sim, todos esses fatores contribuíram para degradar a democracia e viabilizar o governo Temer.

Mas ele é expressão de algo mais profundo, de um mal entranhado na genética política, social e moral da sociedade brasileira, de uma vocação criminosa, de uma vontade de morte. Algo que dormita sobre as cinzas de um passado escravocrata e criminoso e que emerge de tempos em tempos com toda a sua virulência trágica que degrada e degrada,  sem sublimar, sem produzir uma força de transcendência desta realidade mutilada de sentido histórico e de força e virtude morais.

Leia mais:

http://jornalggn.com.br/noticia/o-governo-temer-e-o-triunfo-da-razao-criminosa-por-aldo-fornazieri

 

Nassif vê o cenário brasileiro pós-golpe (por Luis Nassif/via GGN e Outras Palavras)

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Novos yuppies, “Seus valores são a meritocracia, o estado mínimo e a internacionalização. Prezam o sucesso pessoal, a casa com piscina, os vinhos finos. E seu sonho de consumo é o imóvel em Miami.” Imagem: Rubem Grilo.

Por Luis Nassif – 11/7/2016 – via GGN e Outras Palavras.

Para ele, Dilma parece conformada. Lula pensa em 2018. Temer tem cada vez menos autonomia. A jovem elite dá as costas para o país, mas falta um novo projeto de esquerda.

Leia mais:

http://outraspalavras.net/outrasmidias/destaque-outras-midias/nassif-ve-o-cenario-brasileiro-pos-golpe

“Sejamos claros: um mundo acabou, não há como voltar atrás” (por Ivan du Roy – entrevista com Alain Bertho)

http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/-Sejamos-claros-um-mundo-acabou-nao-ha-como-voltar-atras-/6/35299

Ivan du Roy, no Basta! – 10/01/2016

Segundo o antropólogo Alain Bertho, o século XXI abandonou o futuro em nome da gestão do risco e do medo, indiferente à ira das gerações mais jovens.

Para combater de forma eficaz o Estado islâmico e sua oferta política de morte e desespero, “devemos refletir sobre a revolta que está na raiz desses crimes”, sugere o antropólogo Alain Bertho, professor de antropologia na Universidade Paris-VIII, que prepara um livro sobre “os filhos do caos”. Na raiz do mal, o fim das utopias, enterradas com o colapso de todas as correntes políticas progressistas. O século XXI abandonou o futuro em nome da gestão do risco e do medo, e indiferente à ira das gerações mais jovens. Entre um cotidiano militarizado e o julgamento final à moda jihadista, apenas “a ascensão de outra radicalidade” poderia reavivar a esperança coletiva.  leia mais →

A nova roupa da direita (via Marina Amaral/Agência Pública)

Comentário de Vinicius Bertoncini Vicenzi, que assino embaixo:

Reportagem imperdível para quem deseja entender a rede “liberal” da nova direita brasileira, seus contatos pelo mundo, financiamentos, etc. O melhor trabalho jornalístico que vi até agora para que possamos compreender como “Vemprarua”, “Movimentos Brasil Livre” e outros são financiados e se organizam. leia mais →

A destruição do passado. Por Eric J. Hobsbawm – publicado por NPC.

 

http://nucleopiratininga.org.br/por-eric-j-hobsbawm

“A destruição do passado — ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas — é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século xx. Quase todos os jovens de hoje crescem numa espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que outros esquecem, tomam-se mais importantes que nunca no fim do segundo milênio. Por esse mesmo motivo, porém, eles têm de ser mais que simples cronistas, memorialistas e compiladores.”

(Em A Era dos Extremos).