Hora de examinar o poder dos super ricos (por Antonio Cattani, entrevistado no IHU/via Outras Palavras)

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Por  Antonio Cattani, entrevistado no IHU – 27/11/2017 – via Outras Palavras.

Mídia e academia quase não estudam o rentismo, sistema de privilégios que permite a uma pequena elite concentrar cada vez mais riquezas. Por isso, ainda acredita-se na meritocracia…

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http://outraspalavras.net/outrasmidias/capa-outras-midias/hora-de-examinar-o-poder-dos-super-ricos

O ativismo identitário e o debate público: entrevista com Francisco Bosco (por Paula Miraglia e Ricardo Monteiro/via Nexo)

Por Paula Miraglia e Ricardo Monteiro – 24/11/2017 – Via Nexo.

“A vítima tem sempre razão?” é o título do novo livro do autor, que analisa a atuação dos movimentos feminista, negro e LGBTs no Brasil hoje.

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https://www.nexojornal.com.br/video/video/O-ativismo-identit%C3%A1rio-e-o-debate-p%C3%BAblico-entrevista-com-Francisco-Bosco

A representação do negro no livro didático (por José Tadeu Arantes/via Fapesp)

A representação do negro no livro didático

Pesquisa investiga como a atuação dos ex-escravos no contexto pós-abolição é apresentada nas obras destinadas ao ensino fundamental e médio. (Foto: Ângelo Reinheimer/Fundação Ernesto Frederico Scheffel).

Por José Tadeu Arantes – 9/11/2017 – via Fapesp.

O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) transformou o Estado brasileiro em um dos maiores compradores de livros do mundo. Quando as editoras inscrevem suas obras para concorrer à aquisição, uma série de requisitos devem ser cumpridos. E o edital define as características que podem contribuir para a aprovação ou a reprovação dos livros.

Uma pesquisa, conduzida na Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Assis, investigou como um tema tão polêmico quanto a representação do negro nos livros didáticos de História do Brasil pode ter sido afetado pelo PNLD, criado em 1985, mas que teve seu primeiro edital para o ensino médio apenas em 2008.

O estudo, realizado pela doutora em história Mírian Cristina de Moura Garrido, foi publicado em Escravo, africano, negro e afrodescendente – A representação do negro no contexto pós-abolição e o mercado de materiais didáticos (1997-2012), com o apoio da Fapesp.

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http://agencia.fapesp.br/a_representacao_do_negro_no_livro_didatico/26602

Ladislau: e os bancos sugam a riqueza do mundo (por Ricardo Machado, no IHU/via Outras Palavras)

Por Ricardo Machado, no IHU – 24/10/2017 – via Outras Palavras. Vídeo: Ladislau Dowbor.

Em vídeo-palestra, autor de “A Era do Capital Improdutivo” expõe os mecanismos que permitem à oligarquia financeira produzir desigualdade máxima, devastar a natureza e inviabilizar a democracia.

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http://outras-palavras.net/outrasmidias/?p=529502

 

Manual une conhecimento indígena e científico sobre os usos de plantas amazônicas (via Instituto Socioambiental)

Via Instituto Socioambiental – 5/10/2017.

Manual de Etnobotânica será lançado pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro, pelo Instituto Socioambiental (ISA) e demais parceiros do Brasil e da Inglaterra. Publicação é fruto de pesquisa e intercâmbio de conhecimentos com povos indígenas da região do Alto Rio Negro, noroeste amazônico.

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https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/manual-une-conhecimento-indigena-e-cientifico-sobre-os-usos-de-plantas-amazonicas?utm_medium=email&utm_source=transactional&utm_campaign=manchetes%40socioambiental.org

Livro gratuito reúne detalhes de quase 400 espécies de plantas medicinais

Livro gratuito reúne detalhes de quase 400 espécies de plantas medicinais

Foram necessários três anos de coleta para que os artistas pudessem desenhar todas as espécies. Foto: Reprodução.

Por CicloVivo – 7/11/2016.

O “Tratado das Plantas Medicinais” é fruto do trabalho de mais de 40 anos de pesquisas e vivências da farmacêutica e professora Telma Sueli Mesquita Grandi. A obra, disponível para download gratuito, reúne 383 espécies com poder medicinal.

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http://ciclovivo.com.br/noticia/livro-gratuito-reune-detalhe-de-quase-400-especies-de-plantas-medicinais

Jessé Souza: “O ódio ao pobre é o problema central do Brasil” (por Brasil247)

Ag. Senado | Ricardo Stuckert | USP Imagens

Por Brasil247 – 29/9/2017.

O sociólogo e professor Jessé Souza acredita que “o ódio ao pobre é o problema central do Brasil”. Em seu novo livro, “A elite do atraso – da escravidão à Lava Jato”, ele apresenta a tese sobre como é legitimada a desigualdade social no Brasil e como a elite do dinheiro é a principal influenciadora das ideias e projetos do País, comprando todas as outras elites.

Leia mais:

https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/319945/Jess%C3%A9-Souza-%E2%80%9CO-%C3%B3dio-ao-pobre-%C3%A9-o-problema-central-do-Brasil%E2%80%9D.htm